quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

"BIG D", AN AMERICAN HERO AND A TRUMP SUPPORTER - MAKE HIS VIDEO VIRAL, HE DESERVES IT...


IMAGENS DE UM SOCIOPATA À SOLTA PELAS RUAS DE MACAU

Colectânea de imagens recolhidas e publicadas na Internet - tanto na sua página do Facebook como no seu blogue "Bairro do Oriente", no Blogspot - pelo próprio, "Leocardo", aka Luís Crespo, um sociopata que ainda anda à solta pelas ruas de Macau. De notar que, embora seja um óbvio e auto-publicitado sociopata, também é cronista do jornal Hoje Macau, dirigido pelo jornalista Carlos Morais José, onde assina textos de confrangedora probreza intelectual e política, como este "O que é um Nazi?". O mesmo sociopata é colunista do boletim "A Voz", da Associação dos Macaenses, presidida pelo advogado Miguel de Sena Fernandes.





O SILÊNCIO DO CORREIO DA MANHÃ (E DO OCTÁVIO RIBEIRO...) NO CASO DA AGRESSÃO DO XEQUE MUNIR À SUA MULHER



Aqui entre nós, Octávio Ribeiro, e em nome daqueles tempos em que eras um puto que ia ter connosco à Rádio Renascença e íamos depois para os copos, no Bairro Alto - ainda tu não sonhavas em ser jornalista - porque é que te calaste? Foi o Xeque Munir que te obrigou a isso? Ou o Abdul Karim Vakil? Ou nenhum deles? Foi outro? Tens tanta coragem em tanta coisa, Octávio Ribeiro, director do Correio da Manhã e da CMTV e nesta história, agachas-te? Amochas-te? Tu?
Ainda me lembro quando eras chefe de Redacção de O Independente e eu editor, sentados frente a frente, e tu me pedias para fazer o plano da edição, sempre mergulhado nos teus múltiplos afazeres? Bons tempos, esses! São tempos de que recordo um jornalista a sério, um homem "peitudo", como dizem os brasileiros, sem medo daqueles telefonemas a horas mortas para o gabinete da directora (de onde, aliás, iam de carrinho para o caixote do lixo...).
"Porque te callas", agora, Octávio Ribeiro, nesta história do xeque Munir? Estarás a ficar velho?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

The strong influence of neo-Nazi ideology on Leftist and Liberal USA Media



There is no memory of an American politician being portrayed, by the cartoonists, as Donald Trump was. The technique was an old one: the Nazi and anti-Semitic propaganda aesthetics. The Left and Liberal Media chose to portray Trump as an animal, either a monkey or a pig - preferences also common in the Nazi iconography to picture the so-called “untermenschen”. It’s a irony they still call the President a Nazi – he, who has a Jewish son-in-law…
 

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Não há memória de um político norte-americano ter sido retratado de forma tão abjecta e degradante, pelos cartoonistas dos Media americanos, como Donald Trump foi. A escola, é a de sempre: a velha máquina de propaganda nazi e anti-semita. Com efeito, a quase totalidade dos cartoonistas dos órgãos de Comunicação Social de Esquerda e Liberais optou por retratar Trump como se fosse um animal, escolhendo o macaco e o porco, duas preferências também comuns na icnonografia nazi. Ironia das ironias, ainda lhe chamam isso mesmo - nazi, ele que até tem um genro judeu....



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

MÁRIO SOARES, MACAU E OS ILEGAIS: A INVENÇÃO DA HISTÓRIA


Achei alguma piada a esta versão, colocada agora a circular - e à qual deram voz alguns conceituados jornalistas locais - de que teria sido Mário Soares a "origem" da "decisão" que levou à legalização de 50 mil clandestinos, um ano depois da sua visita a Macau. Desculpar-me-ão esses colegas, mas essa versão é completamente falsa.




O que se passou, em Março de 1990, foi uma operação montada por um grupo de oficiais do então ainda existente Estado Maior das Forças de Segurança de Macau, à revelia do seu próprio comandante, que criaram, premeditadamente, uma situação de descontrole da segurança pública para, a seguir - pretendiam eles... - intervir e provar que aquela estrutura (o Estado-Maior das Forças de Segurança de Macau) era essencial para a estabilidade do território. Já escrevi sobre isto, há um bom par de anos, mas desapareceu no vasto mar da Internet. 

A "corrida" dos ilegais para se manifestarem à frente a Palácio da Praia Grande, no dia 30 de Março, é provocada por uma notícia divulgada pelas Forças de Segurança, através do Gabinete de Colunicação Social. Tratei, pessoalmente, da divulgação dessa notícia - uma notícia de rotina, que foi divulgada juntamente com uma dúzia de outras, nesse dia, respeitante à actividade regular dos serviços públicos, devido às minhas funções de Chefe do Departamento de Informação do GCS.
Curiosamente, o chefe do Estado-Maior das FSM telefonou-me - algo de insólito, que nunca tinha acontecido - na tarde do dia anterior, perguntando-me se o Governador já tinha visto e aprovado a notícia sobre a segunda fase da Operação Dragão, uma operação limitada de legalização de pais de alunos indocumentados. Expliquei-lhe que o Governador não gastava o seu tempo a verificar e aprovar notícias de carácter rotineiro dos seviços públicos.





Insistu várias vezes e fui-lhe repetindo a mesma explicação. No dia seguinte de manhã, por volta das nove horas, os ilegais começaram a dirigir-se ao Palácio da Praia Grande, motivados por interpretações distorcidas da notícia e desperados pela legalização (ao contrário do que diz a Tribuna de Macau, que fala numa mobilização depois de uma conferência de Imprensa das FSM, pelas 18h00) Eu trabalhava, na altura, a 200 metros do Palácio da Praia Grande e, dois minutos depois do primeiro alerta, estava lá, acompanhado pelo António Isidro, tradutor do GCS.
Os ilegais eram uma escassas dezenas, 20/30, quase tantos como os elementos da PSP e PJ que já lá se encontravam. Logo a seguir, regressei ao meu gabinete, contactei o director do GCS, a quem fiz um ponto da situação para que ele informasse o Governor. Contactei também o comando da PSP, perguntando-lhes o que se passava na Praia Grande e tive como resposta que "estava tudo sob ccontrole, já tinham sido tomadas as medidas necessárias para resolver a situação". Durante as 4/5 horas seguintes, para meu grande espanto, a PSP não mexeu uma palha, enquanto o número de ilegais ia aumentando.

Regressei ao Palácio e os ilegais eram já centenas. Não havia elementos da PSP a controlar os acessos ao Palácio e aimpedir que mais ilegais ali se acumulassem - PRIMEIRA E MAIS BÁSICA MEDIDA DE SGURANÇA A TOMAR, numa situação daquelas. Duas horas depois, eram vsíveis os primeiros sinais de que estrutas organizadas (os "cabeças de cobra", trafiantes de pessoas) já estavam a funcionar. Os ilegais chegavam em carrinhas, em "comboios" de 2/3 carrinhas. Os elementos da PSP olhavam e nada fazia. Perguntei a um graduado macaense, meu amigo aliás, o que se passava e ele encolheu os ombros, abriu as mãos, em sinal de impotência, e disse-me: "As ordens que tenho são aguardar por ordens..."
Ao fim desse primeiro dia, o largo diante do Palácio da Grande era um mar de gente, com milhares de pessoas ali acumuladas e dezenas de jornalistas estrangeiros .As ordens do comando das Forças de Segurança de Macau para que os agentes da PSP não actuassem, nem sequer limitando o acesso à zona do Palácio - algo para o qual bastava estabelecer barreiras em QUATRO RUAS - foram UM ACTO PREMEDITADO E PLANEADO, PARA CRIAR UMA SITUAÇÃO DE DESCONTROLE DA SEGURANÇA PÚBLICA. Os responsáveis por isso, como MUITO BEM SABE O ENTÃO COMANDANTE DAS FSM, Proença de Almeida, foram um grupo de oficiais do Estado-Maior das FSM, incluindo o tenente-coronel Nuno Roque.

Toda a Comunicação Social local e internacional, de Hong Kong - South China, BBC, CNN, etc, etc - já ali estava e dava-me algum trabalho, uma vez que no GCS, os contactos e acompanhamento dos Media internacionais eram da minha responsabilidade. No Palácio, o governador Melancia era "intoxicado" com as informações provenientes das Forças de Segurança, pelos canais hierárquicos próprios, que lhe diziam que a situação estava sob controle, estavam à espera da noite para resolver o problema.
PORMENOR IMPORTANTE: Tudo isto acontece na mesma altura em que é publicada, em Boletim Oficial, a lei que extingue o Estado-Maior das Forças de Segurança de Macau e cria a Secretaria-Adjunta para a Segurança. Esta alteração reduzia substancialmente o número de oficiais das Forças Armadas a prestar serviço no território, que era mais de meia centena, na altura. É por causa disto que um grupo de oficiais decide "dar uma lição" (frase utilizada, por um deles, numa conversa com o tenente-coronel Proença de Almeida, já no rescaldo dos acontecimentos...) àqueles civis que não percebiam nada de segurança. Montam, assim, um inicidente, para depois mostrar que só eles são capazes de garantir a segurança de Macau. 

sábado, 7 de janeiro de 2017

MY FACEBOOK PAGE WAS DISABLED, AFTER I PUBLISHED A STORY ABOUT A HOLOCAUST DENIER, MR. MICA COSTA-GRANDE


MR. MICA COSTA-GRANDE CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE", WILLING TO PLEASE HIS OWNERS AND WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ALLOWED TO LIVE IN THE SAME HOUSE OF THEM. MR. MICA COSTA-GRANDE ALSO WROTE SEVERAL TEXTS DENYING THE HOLOCAUST, PUBLISHED AT HIS FACEBOOK PAGE, NOW DELETED.

A MINHA CONTA NO FACEBOOK FOI CANCELADA LOGO APÓS EU PUBLICAR UM LINK PARA UMA NOTÍCIA ONDE REFERIA AFIRMAÇÕES DO NEGACIONISTA DO HOLOCAUSTO MICA COSTA-GRANDE, DIZENDO QUE MARTIN LUTHER KING ERA UM "ESCRAVO DOMÉSTICO" QUE APENAS TINHA COMO AMBIÇÃO SER AUTORIZADO A VIVER NA CASA DOS DONOS.

Logo a seguir a ter publicado, na minha página do Facebook, um link para esta notícia, a minha página foi cancelada:

Immediately after publishing a link to this story, my Facebook page was disabled:

AMILCAR CARVALHO, A PORTUGUESE HOLOCAUST DENIER LIVING IN MACAU, CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE" WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ACCEPTED BY HIS OWNER'S FAMILY 

 






LUIS CRESPO, aka LEOCARDO JÁ REDESCOBRIU O CAMINHO PARA A CARAVELA!!!!!!!!!

O Mistério da Caravela Desaparecida

 


TAYEB HABIB, LUIS CRESPO aka LEOCARDO) E AMIGOS PREPARAVAM PLANO PARA "LIQUIDAR" JORNALISTA

(Incluindo a filmagem do seu espancamento, a ter lugar no túnel pedonal por detrás do Quartel de S.Francisco, e cujo vídeo devia ser enviado para Lisboa, para permitir que o sr. Tayeb Habib e os seus amigos pudessem também "apreciar" o evento)








JORNALISTAS DE PORTUGAL COM MEDO, JORNALISTAS DE MACAU CHEIOS DE CORAGEM


Flor Pedroso diz que há jornalistas (em Portugal) com medo de participar no próximo Congresso. Não percebo porquê. Até agora, têm-se portado bem, sobretudo nestes quase dois anos que passaram sobre a alegada agressão do Xeque Munir à sua esposa.

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Segunda-feira
15 de Agosto de 2016


Já lá vai um ano, mais ou menos, que foi publicada a última notícia sobre a alegada agressão do xeque Munir à sua mulher. Na altura, não ouve ninguém que não referisse o facto, com imagens da senhora a sangrar do nariz. Soube-se, dias depois, que a mulher do xeque Munir tinha sido expulsa da Mesquita de Lisboa, onde residia com o marido. E a seguir, uma pesada cortina de silêncio caiu sobre o assunto. Nunca mais houve uma notícia, sequer, a dar conta da evolução do caso. Nenhum jornalista ficou curioso? Nenhum tentou saber o que aconteceu? Houve divórcio? Amigável? Litigioso? Como ficou a agressão? O que concluiu a polícia? Que houve agressão? Que Munir foi o agressor? A senhora é bipolar, como acusou o xeque Munir? Foi auto-agressão? Tentaram saber mas foram amordaçados? Mandaram-os ajoelhar e colocaram-lhes uma coleira? Fizeram-nos sentar no chão, abanar o rabo e deitar a língua de fora?"

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Escrevi isto, neste blogue, em 15 de Agosto de 2016. Nos últimos seis meses, questionei directamente 16 colegas jornalistas (meus amigos, alguns deles há mais de 20 anos…) via Internet claro, levantando as questões que levantei no texto acima citado. Um deles cortou relações comigo, logo que lhe coloquei a questão, limitando-se a dizer que já não aturava as minhas obsessões em relação aos islâmicos.

Dos restantes, a reacção dividou-se em dois tipos: num caso (e as coisas ficaram nos 50/50…), mostraram-se compreensivos para com as minhas obsessões com os muçumanos, reomendando-me, em tom paternalista, que me dedicasse a outras coisas. Porém, nenhum destes meus oito colegas sabia qual o desfecho do caso.

Dos restantes sete, a reacção foi hostil e agressiva, visando tmbém o que todos eles consideraram uma obessão da minha parte em relação a muçulmanos. E todos eles afirmaram, clara e abertamente, que não sabiam nada mais do caso, não queriam saber, nem lhes interessava, porque não era notícia.

E pronto. Percebem agora que, quando vi a entrevista da Maria Flor Pedroso, não me admirei nada? Aliás, deixo aqui uma recomendação aos meus colegas de Portugal que pretendem participar no 4º Congresso. Esqueçam esse Congresso. Não serve para nada. A melhor forma de resolver os problemas dos jornalistas de Portugal é chamar o “Liedson” da Comunicação – o Xeque David Munir!!! Um homem que vos consegue colocar uma mordaça destas e, ainda por cima, convencer de que aquilo que ele não é notícia, é MUITO BOM! De certeza que vos resolve todos os problemas que vocês têm…

Quanto aos jornalistas portugueses de Macau, já mostraram que estão à altura das expectivas, como sempre. Agora, fizeram um pacto de silêncio para proteger um simpatizante nazi, propagandista das teses negacionistas do Holocausto. Mais dia, menos dia, hão-de fazer  o mesmo para poteger outro amigo influente, mesmo que ele seja um assassino ou um pedófilo. Quem não tem medo, é assim...



LEOCARDOS, CHIFRUDOS, HIENAS E OUTROS ANIMAIS QUE TAIS, À SOLTA EM MACAU






sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

UMA EXPLICAÇÃO PARA A JORNALISTA DA TDM, SANDRA LOBO PIMENTEL, SOBRE A MILITÂNCIA ANTI-SEMITA E ANTI-HOLOCAUSTO DO MICA COSTA-GRANDE



- explicação sem desenhos, porque pode ser que, mesmo assim, resulte, uma vez que ela sabe ler e escrever. Uma explicação também para o António Mil-Homens, Carla Frias, Elói Scava e Gil Araújo, detentores, de pleno direito, de um lugar na lista de simpatizantes do nazismo e negacionistas do Holocausto, pelo apoio que dão a Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, defensor acérrimo das teorias que ilibavam os nazis de qualquer crime contra a humanidade, nomeadamente o extermínio dos Judeus através da utilização do Ziklon B nas câmaras de gás de Auschwitz, Treblinka, Birkenau e Dachau, entre outros...

O Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, escreveu o seguinte, na sua página do Facebook, sobre a utilização do gás Ziklon B, para matar judeus, nos campos de extermínio nazis (Treblinka, Auschwitz, Dachau, etc, etc) durante a II Guerra Mundial:

"A teoria de foi usado pelo III Reich, como forma de execução, embora oficialmente imposta, é cientificamente controversa (...) Está no entanto amplamente documentado o uso (..) para a desinfecção corporal de mexicanos que atravessavam a fronteira com os EUA."


Portanto, o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande afirma que o gás Ziklon B NÃO É MORTAL, uma vez que está AMPLAMENTE DOCUMENTADO (escreveu ele!) o seu uso para desinfecção de seres humanos, nos Estados Unidos. Isto significa que a AFIRMAÇÃO de que foram mortos milhões de judeus (e não judeus) nos campos de extermínio nazis, através da UTILIZAÇÃO DO ZIKLON B É FALSA. E isto leva-nos à seguinte (e inevitável) conclusão: para o Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, "A TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" segundo a qual o Ziklon B foi utilizado para matar judeus nos campos de extermínio nazis É FALSA. O Ziklon B não matou judeus nos campos de extermínio, na opinião de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Portanto, não houve Holocausto? O Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande nunca disse que houve Holocausto. Sempre disse que os judeus dominam o mundo, dominam o sector bancário e a Comunicação Social e que a história de que Aristides de Sousa Mendes salvou milhares de judeus, emitindo-lhes vistos contra as ordens do governo de Lisboa, é "UM MITO".

A Sandra Lobo Pimental, alegadamente jornalista, concorda com tudo isto. Só assim se explica que ela tenha reagido desta forma, perante a simulação de horror do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande à divulgação da notícia que eu fiz sobre a sua persistente propaganda anti-semita e negacionista do Holocausto, levada a cabo há quase uma década:




A Sandra Lobo Pimentel, que é alegadamente jornalista na TDM, considera que a revelação de uma verdade indesmentível é um atropelo ao carácter de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Tanto ela como o atropelado se esquecem de um pormenor técnico: o facto de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado os textos que "postou" na sua página do Facebook não os faz desparecer. Os textos que se publicam no Facebook NUNCA DESAPARECEM. Há várias formas de recuperar esses textos. Para além disso, o Facebook tem uma espécie de arquivo especial onde guarda tudo o que publicam os seus utilizadores, por razões de carácter legal. E esses ficheiros estão disponíveis e à ordem de qulquer tribunal.

Para exemplificar, veja-se o caso desse conhecido sociopata que dá pelo nome de Leocardo aka Luís Crespo, autor do blogue "Bairro do Oriente" e, também ele, um notório anti-semita. Antes desse blogue, o indivíduo tinha um outro, chamado "Leocardo em Macau". Ao fim de cerca de um ano, apagou completamente todos os posts e criou o "Bairro do Oriente". Acontece que, na Internet, nada se perde, nada se cria, tudo se copia e auto-copia. E com algumas horas de trabalho, ao computador, eu consegui ir buscar umas dezenas dos tais "posts" apagados. Um exemplo? Este:




O mesmo aconteceu, claro, com alguns "posts" do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, sobre os pérfidos judeus. Embora, naturalmente, eu tivesse arquivado já os "posts" nos quais baseei a notícia, fui buscar alguns em que nem sequer tinha reparado, já depois de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado tudo e fechado, inclusivé, a sua página no Facebook. Exemplo? Este:


Portanto, resumindo: o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, até ao passado dia 10 de Dezembro, achava que o gás Ziklon B não podia ter sido usado, em campos de extermínio nazis, para matar milhões de judeus. Chamava a isso uma "TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" mas "CIENTIFICAMENTE CONTROVERSA." O facto de, durante os julgamentos de Nuremberga, ter havido centenas, talvez milhares de testemunhas que disseram o contrário - que o Ziklon B matava e matava mesmo... - não aqueceu nem arrefeceu Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Que, aliás, nunca fundamentou a sua teoria, como bom negacionista do Holocausto e anti-semita.

Depois do dia 10 de Dezembro, encontrou a luz na estrada de Damasco e veio, num texto arrebatado, lamentar o Holocausto. Não teve uma palavra em relação aos textos vergonhosos que escreveu, no passado. Não os assumiu, não os repudiou nem lhes fez qualquer referência. Cobardia, é a mais correcta forma de classificar este tipo de comportamento. Quando à Sandra Lobo Pimentel e à restante escória que saltitou logo, em lambe-"posts" e loas ao Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, se são capazes de proteger um apoiante do extermínio de um povo, serão bem capazes de dar guarida, no futuro, a um verdadeiro assassino ou a um pedófilo. Basta que seja alguém das suas relações ou socialmente bem colocado, como o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Ele há gente para tudo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AMILCAR CARVALHO, PORTUGUESE HOLOCAUST DENIER LIVING IN MACAU, CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE" WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ACCEPTED BY HIS OWNER'S FAMILY




Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, is a Portuguese photographer and artist, living in Macau, China. On December last year, it was revealed that Mr. Amilcar Carvalho was an active anti-Semite and Holocaust denier. In dozens of texts published on his Facebook page, Mr. Amilcar Carvalho accused the Jews of controlling the world Media and wrote that Ziklon B, the gas used in Auschwitz,Treblinka and other death camps, was inoffensive for human beings. Mr. Carvalho wrote that the "version" that Ziklon B was used to kill Jews is "controversial". 

After these revelations were made public, Portuguese journalists in Macau (around 50) decided to set up a "pact of silence" and refused to mention the story in all 7 Portuguese language, 2 English language newspapers and a radio and TV channels (government owned). Also, the Chinese Media ignored the story. 

But Mr. Amilcar Carvalho, in his quest to show how strong is the Jewish control of the world, also explains that the "nomenklatura" (aka, the Jewish lobby in USA) chose Martin Luther King Jr to lead the Civil Rights movement, instead of Malcolm X - "the real leader" -  because King could be "classified as the domestic nigger that, due to his close contact with the (slave) owner has as ambition to be accepted in the family".
According to Mr. Amilcar Carvalho, "European-American (if there is african-americans...) always preferred the domestic slave that try, desperate, to imitate the master..."

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Os textos do Facebook onde Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, simpatizante Nazi, demonstra que o Holocausto nunca existiu, que os Judeus dominam a Comunicação Social mundial e que o cônsul Aristides de Sousa Mendes nunca salvou Judeus da morte



Americanos fumigando Mexicanos com Ziklon B

Mais pormenores técnicos sobre o Ziklon B
O heroísmo do consul Aristides de Sousa Mendes, um "mito"...
Uma dúzia de Judeus controla todos os Media do mundo
Mrtin Luther King Jr pode ser classificado como um escravo preto doméstico, apoiado pela "nomenklatura" (??) porque a sua maior ambição era apenas poder viver na mesma casa em que viviam os seus donos
Quanto a Tora foi alterada, permitindo a prática da usura,
os Judeus passaram a dominar o mundo

Mais ataques ao cônsul de Portugal em Bordéus
Aristides de Sousa Mendes

No dia 10 de Dezembro, cinco dias depois de eu ter publicado este artigo, a denunciar o facto de Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, ser anti-semita e negar o Holocausto (factos amplamente provados com dezenas de posts assinados por si e publicados no Facebook)  o artista português radicado em Macau fez um comunicado violento contra mim, onde mete os pés pelas mãos, como diz o povo. 

Por um lado, acusa-me de estar lúcido e na posse de faculdades mentais suficientes para o vilipendiar com "técnicas de injúria em tudo semelhantes à propaganda nazi". Aqui, comete um pequeno lapso - propositado - referindo-me apenas como blogger e deixando de lado o facto de eu ter carteira profissional de jornalista desde 1981.

Logo a seguir, Amílcar Carvalho diz que eu sofro de uma gravíssima doença mental crónica, "devastadora" para a minha família e punição suficiente para o facto de eu ter escrito tais falsidades sobre ele - daí que, frisa, não tencione queixar-se em tribunal contra mim.

Perante uma colectânea de imbecilidades tão grandes, inseridas em escassos 4 ou 5 parágrafos, convém lembrar que o Amílcar Carvalho me ligou, no dia 6 de Dezembro, exigindo que eu apagasse o texto onde denuncio o seu anti-semitismo e as suas teses de negação do Holocausto (textos que reproduzo, acima). Perante a minha recusa, prometeu processar-me, por difamação e em processo cível, por lhe ter sido já comunicado pela Venetian que o contrato com a sua empresa não ia ser renovado.

O Amílcar Carvalho, pelos vistos, é tão generoso que não me vai processar. Infelizmente (para ele) eu tenho mau feitio. O processo que vou colocar ao Amílcar Carvalho tem a ver, especificamente, com dois pontos: o Ziklon B e o "mito" do cônsul Aristides de Sousa Mendes ter salvo milhares de judeus, como escreveu.

No primeiro caso, Amilcar Carvalho alegou que o Ziklon B, o gás que os países vencedores da II Guerra Mundial declararam, sob inúmeras formas legais (incluindo nas sentenças dos julgamentos de Nuremberga) ter sido usado no extermínio dos judeus, era, afinal, inofensivo para o ser humano, como ele próprio escreve, no início deste post. 

Graças ao apoio de várias instituições, nomeadamente do Museu Yad Vashem, terei a possibilidade de levar ao conhecimento de Amílcar Carvalho, nesse julgamento em que será ele o réu, os depoimentos de sobreviventes de Auschwitz que assistiram à utilização do Ziklon B, para matar judeus.

E terei também os depoimentos - entre outros - de Sheldon Adelson, Steve Wynn e Jorge Sampaio, na qualidade de membros de um povo que esteve à beira do extermínio e para quem a preservação da memória do Holocausto é algo de fundamental, nomeadamente perante os persistentes esforços de indivíduos como Amílcar Carvalho, que tentam, falsificando e manipulando a História, apresentar o Holocausto como inexistente.

Da parte da Funndação Aristides de Sousa Mendes, dos seus descendentes e, mais uma vez, do Museu Yad Vashem, o Museu do Holocausto, terei todo o apoio necessário para tentar fazer perceber ao Amílcar Carvalho que a actuação daquele diplomata português salvou milhares de vidas.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Facebook strikes again (this time, Shakespeare is “collateral damage”)

After a seven days suspension, for reasons I ignore (1), Facebook gave me another 30 days suspension. This time, they explained why. A post from this blog, "O Ovo da Serpente" ("The Serpent's Egg", the name of the Ingmar Bergman movie about the "birth" of Nazism in Germany, in 1920's) was the reason. That post was the first one I wrote on April 2016, when I started this blog. The title? "The Murderous Among Us" - same title of the biography of Simon Wiesenthal, the legendary Nazi hunter and a man who survived evil at its darkest form - Auschwitz!
 
After the title, my post had a quotation from William Shakespeare's Julius Ceaser (Act 2, Scene 1, Page 2): “And therefore think him as a serpent’s egg - Which, hatched, would as his kind grow mischievous - And kill him in the shell.” This was the image, just above the quotation (the image is from advertisement material used for Ingmar Bergman’s movie):

 
Then, at the bottom of the post, another image – this time a picture that went viral, a couple of years ago. Two women with burkas carry a poster saying “God Bless Hitler”. So, that’s it. Facebook considered I violated the community rules and put me on hold for 30 days. You know what came across my mind, at that moment? Martin Niemöller famous poem, about those "they" came for, in the beginning. With some small adjustments:
 
"First, Facebook came for the Socialists..
 
First, Facebook came for the Socialists, and I did not speak out - Because I was not a Socialist.
Then, Facebook came for the Trade Unionists, and I did not speak out - Because I was not a Trade Unionist.
Then, Facebook came for the Jews, and I did not speak out - Because I was not a Jew.
Then, Facebook came for me - and there was, already, no one left to speak for me.
Then, Facebook even came for William Shakespeare - and there was, really, really, no one left to speak for him…"
 
(1)  Note:
 
Before this 30 days suspension, I wasn’t able to post or receive messages, at my page, for seven days. Facebook told me that a text I published was removed, because it broke those famous community rules and it brought with you the seven days suspension. 
 
As the text had 6.000 characters, I asked them to be more precise and tell me exactly what, from my writing, was a violation of their standards. They never replied to me. This was the second time Facebook removed something I published. First time, they removed pictures of survivors of a concentration camp (Auschwitz) claiming those pictures had "nudity…”
 
I know Mr. Mark Zuckerberg is Jew. It seems I must believe that these “small” problems with Facebook are nothing more than that, they will not grow up and we don’t need to worry. Right. That’s exactly the opposite of what Martin Niemöller pictured, in the first verses of his poem. When first (and necessary...) small things happen, we just say “Oh, it’s all right, just a mistake, staff that is not well trained, some algorithm that is not yet fine tuned..”
 
Than, one day, they will come for us. And, at that time, there will be no one left to speak for us, as Martin Niemöller was well aware of, when he wrote this powerful poem.