sábado, 7 de janeiro de 2017

TAYEB HABIB, LUIS CRESPO aka LEOCARDO) E AMIGOS PREPARAVAM PLANO PARA "LIQUIDAR" JORNALISTA

(Incluindo a filmagem do seu espancamento, a ter lugar no túnel pedonal por detrás do Quartel de S.Francisco, e cujo vídeo devia ser enviado para Lisboa, para permitir que o sr. Tayeb Habib e os seus amigos pudessem também "apreciar" o evento)








JORNALISTAS DE PORTUGAL COM MEDO, JORNALISTAS DE MACAU CHEIOS DE CORAGEM


Flor Pedroso diz que há jornalistas (em Portugal) com medo de participar no próximo Congresso. Não percebo porquê. Até agora, têm-se portado bem, sobretudo nestes quase dois anos que passaram sobre a alegada agressão do Xeque Munir à sua esposa.

----------

Segunda-feira
15 de Agosto de 2016


Já lá vai um ano, mais ou menos, que foi publicada a última notícia sobre a alegada agressão do xeque Munir à sua mulher. Na altura, não ouve ninguém que não referisse o facto, com imagens da senhora a sangrar do nariz. Soube-se, dias depois, que a mulher do xeque Munir tinha sido expulsa da Mesquita de Lisboa, onde residia com o marido. E a seguir, uma pesada cortina de silêncio caiu sobre o assunto. Nunca mais houve uma notícia, sequer, a dar conta da evolução do caso. Nenhum jornalista ficou curioso? Nenhum tentou saber o que aconteceu? Houve divórcio? Amigável? Litigioso? Como ficou a agressão? O que concluiu a polícia? Que houve agressão? Que Munir foi o agressor? A senhora é bipolar, como acusou o xeque Munir? Foi auto-agressão? Tentaram saber mas foram amordaçados? Mandaram-os ajoelhar e colocaram-lhes uma coleira? Fizeram-nos sentar no chão, abanar o rabo e deitar a língua de fora?"

----------------------------------------------

Escrevi isto, neste blogue, em 15 de Agosto de 2016. Nos últimos seis meses, questionei directamente 16 colegas jornalistas (meus amigos, alguns deles há mais de 20 anos…) via Internet claro, levantando as questões que levantei no texto acima citado. Um deles cortou relações comigo, logo que lhe coloquei a questão, limitando-se a dizer que já não aturava as minhas obsessões em relação aos islâmicos.

Dos restantes, a reacção dividou-se em dois tipos: num caso (e as coisas ficaram nos 50/50…), mostraram-se compreensivos para com as minhas obsessões com os muçumanos, reomendando-me, em tom paternalista, que me dedicasse a outras coisas. Porém, nenhum destes meus oito colegas sabia qual o desfecho do caso.

Dos restantes sete, a reacção foi hostil e agressiva, visando tmbém o que todos eles consideraram uma obessão da minha parte em relação a muçulmanos. E todos eles afirmaram, clara e abertamente, que não sabiam nada mais do caso, não queriam saber, nem lhes interessava, porque não era notícia.

E pronto. Percebem agora que, quando vi a entrevista da Maria Flor Pedroso, não me admirei nada? Aliás, deixo aqui uma recomendação aos meus colegas de Portugal que pretendem participar no 4º Congresso. Esqueçam esse Congresso. Não serve para nada. A melhor forma de resolver os problemas dos jornalistas de Portugal é chamar o “Liedson” da Comunicação – o Xeque David Munir!!! Um homem que vos consegue colocar uma mordaça destas e, ainda por cima, convencer de que aquilo que ele não é notícia, é MUITO BOM! De certeza que vos resolve todos os problemas que vocês têm…

Quanto aos jornalistas portugueses de Macau, já mostraram que estão à altura das expectivas, como sempre. Agora, fizeram um pacto de silêncio para proteger um simpatizante nazi, propagandista das teses negacionistas do Holocausto. Mais dia, menos dia, hão-de fazer  o mesmo para poteger outro amigo influente, mesmo que ele seja um assassino ou um pedófilo. Quem não tem medo, é assim...



LEOCARDOS, CHIFRUDOS, HIENAS E OUTROS ANIMAIS QUE TAIS, À SOLTA EM MACAU






sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

UMA EXPLICAÇÃO PARA A JORNALISTA DA TDM, SANDRA LOBO PIMENTEL, SOBRE A MILITÂNCIA ANTI-SEMITA E ANTI-HOLOCAUSTO DO MICA COSTA-GRANDE



- explicação sem desenhos, porque pode ser que, mesmo assim, resulte, uma vez que ela sabe ler e escrever. Uma explicação também para o António Mil-Homens, Carla Frias, Elói Scava e Gil Araújo, detentores, de pleno direito, de um lugar na lista de simpatizantes do nazismo e negacionistas do Holocausto, pelo apoio que dão a Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, defensor acérrimo das teorias que ilibavam os nazis de qualquer crime contra a humanidade, nomeadamente o extermínio dos Judeus através da utilização do Ziklon B nas câmaras de gás de Auschwitz, Treblinka, Birkenau e Dachau, entre outros...

O Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, escreveu o seguinte, na sua página do Facebook, sobre a utilização do gás Ziklon B, para matar judeus, nos campos de extermínio nazis (Treblinka, Auschwitz, Dachau, etc, etc) durante a II Guerra Mundial:

"A teoria de foi usado pelo III Reich, como forma de execução, embora oficialmente imposta, é cientificamente controversa (...) Está no entanto amplamente documentado o uso (..) para a desinfecção corporal de mexicanos que atravessavam a fronteira com os EUA."


Portanto, o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande afirma que o gás Ziklon B NÃO É MORTAL, uma vez que está AMPLAMENTE DOCUMENTADO (escreveu ele!) o seu uso para desinfecção de seres humanos, nos Estados Unidos. Isto significa que a AFIRMAÇÃO de que foram mortos milhões de judeus (e não judeus) nos campos de extermínio nazis, através da UTILIZAÇÃO DO ZIKLON B É FALSA. E isto leva-nos à seguinte (e inevitável) conclusão: para o Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, "A TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" segundo a qual o Ziklon B foi utilizado para matar judeus nos campos de extermínio nazis É FALSA. O Ziklon B não matou judeus nos campos de extermínio, na opinião de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Portanto, não houve Holocausto? O Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande nunca disse que houve Holocausto. Sempre disse que os judeus dominam o mundo, dominam o sector bancário e a Comunicação Social e que a história de que Aristides de Sousa Mendes salvou milhares de judeus, emitindo-lhes vistos contra as ordens do governo de Lisboa, é "UM MITO".

A Sandra Lobo Pimental, alegadamente jornalista, concorda com tudo isto. Só assim se explica que ela tenha reagido desta forma, perante a simulação de horror do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande à divulgação da notícia que eu fiz sobre a sua persistente propaganda anti-semita e negacionista do Holocausto, levada a cabo há quase uma década:




A Sandra Lobo Pimentel, que é alegadamente jornalista na TDM, considera que a revelação de uma verdade indesmentível é um atropelo ao carácter de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Tanto ela como o atropelado se esquecem de um pormenor técnico: o facto de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado os textos que "postou" na sua página do Facebook não os faz desparecer. Os textos que se publicam no Facebook NUNCA DESAPARECEM. Há várias formas de recuperar esses textos. Para além disso, o Facebook tem uma espécie de arquivo especial onde guarda tudo o que publicam os seus utilizadores, por razões de carácter legal. E esses ficheiros estão disponíveis e à ordem de qulquer tribunal.

Para exemplificar, veja-se o caso desse conhecido sociopata que dá pelo nome de Leocardo aka Luís Crespo, autor do blogue "Bairro do Oriente" e, também ele, um notório anti-semita. Antes desse blogue, o indivíduo tinha um outro, chamado "Leocardo em Macau". Ao fim de cerca de um ano, apagou completamente todos os posts e criou o "Bairro do Oriente". Acontece que, na Internet, nada se perde, nada se cria, tudo se copia e auto-copia. E com algumas horas de trabalho, ao computador, eu consegui ir buscar umas dezenas dos tais "posts" apagados. Um exemplo? Este:




O mesmo aconteceu, claro, com alguns "posts" do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, sobre os pérfidos judeus. Embora, naturalmente, eu tivesse arquivado já os "posts" nos quais baseei a notícia, fui buscar alguns em que nem sequer tinha reparado, já depois de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado tudo e fechado, inclusivé, a sua página no Facebook. Exemplo? Este:


Portanto, resumindo: o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, até ao passado dia 10 de Dezembro, achava que o gás Ziklon B não podia ter sido usado, em campos de extermínio nazis, para matar milhões de judeus. Chamava a isso uma "TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" mas "CIENTIFICAMENTE CONTROVERSA." O facto de, durante os julgamentos de Nuremberga, ter havido centenas, talvez milhares de testemunhas que disseram o contrário - que o Ziklon B matava e matava mesmo... - não aqueceu nem arrefeceu Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Que, aliás, nunca fundamentou a sua teoria, como bom negacionista do Holocausto e anti-semita.

Depois do dia 10 de Dezembro, encontrou a luz na estrada de Damasco e veio, num texto arrebatado, lamentar o Holocausto. Não teve uma palavra em relação aos textos vergonhosos que escreveu, no passado. Não os assumiu, não os repudiou nem lhes fez qualquer referência. Cobardia, é a mais correcta forma de classificar este tipo de comportamento. Quando à Sandra Lobo Pimentel e à restante escória que saltitou logo, em lambe-"posts" e loas ao Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, se são capazes de proteger um apoiante do extermínio de um povo, serão bem capazes de dar guarida, no futuro, a um verdadeiro assassino ou a um pedófilo. Basta que seja alguém das suas relações ou socialmente bem colocado, como o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Ele há gente para tudo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AMILCAR CARVALHO, PORTUGUESE HOLOCAUST DENIER LIVING IN MACAU, CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE" WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ACCEPTED BY HIS OWNER'S FAMILY




Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, is a Portuguese photographer and artist, living in Macau, China. On December last year, it was revealed that Mr. Amilcar Carvalho was an active anti-Semite and Holocaust denier. In dozens of texts published on his Facebook page, Mr. Amilcar Carvalho accused the Jews of controlling the world Media and wrote that Ziklon B, the gas used in Auschwitz,Treblinka and other death camps, was inoffensive for human beings. Mr. Carvalho wrote that the "version" that Ziklon B was used to kill Jews is "controversial". 

After these revelations were made public, Portuguese journalists in Macau (around 50) decided to set up a "pact of silence" and refused to mention the story in all 7 Portuguese language, 2 English language newspapers and a radio and TV channels (government owned). Also, the Chinese Media ignored the story. 

But Mr. Amilcar Carvalho, in his quest to show how strong is the Jewish control of the world, also explains that the "nomenklatura" (aka, the Jewish lobby in USA) chose Martin Luther King Jr to lead the Civil Rights movement, instead of Malcolm X - "the real leader" -  because King could be "classified as the domestic nigger that, due to his close contact with the (slave) owner has as ambition to be accepted in the family".
According to Mr. Amilcar Carvalho, "European-American (if there is african-americans...) always preferred the domestic slave that try, desperate, to imitate the master..."

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Os textos do Facebook onde Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, simpatizante Nazi, demonstra que o Holocausto nunca existiu, que os Judeus dominam a Comunicação Social mundial e que o cônsul Aristides de Sousa Mendes nunca salvou Judeus da morte



Americanos fumigando Mexicanos com Ziklon B

Mais pormenores técnicos sobre o Ziklon B
O heroísmo do consul Aristides de Sousa Mendes, um "mito"...
Uma dúzia de Judeus controla todos os Media do mundo
Mrtin Luther King Jr pode ser classificado como um escravo preto doméstico, apoiado pela "nomenklatura" (??) porque a sua maior ambição era apenas poder viver na mesma casa em que viviam os seus donos
Quanto a Tora foi alterada, permitindo a prática da usura,
os Judeus passaram a dominar o mundo

Mais ataques ao cônsul de Portugal em Bordéus
Aristides de Sousa Mendes

No dia 10 de Dezembro, cinco dias depois de eu ter publicado este artigo, a denunciar o facto de Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, ser anti-semita e negar o Holocausto (factos amplamente provados com dezenas de posts assinados por si e publicados no Facebook)  o artista português radicado em Macau fez um comunicado violento contra mim, onde mete os pés pelas mãos, como diz o povo. 

Por um lado, acusa-me de estar lúcido e na posse de faculdades mentais suficientes para o vilipendiar com "técnicas de injúria em tudo semelhantes à propaganda nazi". Aqui, comete um pequeno lapso - propositado - referindo-me apenas como blogger e deixando de lado o facto de eu ter carteira profissional de jornalista desde 1981.

Logo a seguir, Amílcar Carvalho diz que eu sofro de uma gravíssima doença mental crónica, "devastadora" para a minha família e punição suficiente para o facto de eu ter escrito tais falsidades sobre ele - daí que, frisa, não tencione queixar-se em tribunal contra mim.

Perante uma colectânea de imbecilidades tão grandes, inseridas em escassos 4 ou 5 parágrafos, convém lembrar que o Amílcar Carvalho me ligou, no dia 6 de Dezembro, exigindo que eu apagasse o texto onde denuncio o seu anti-semitismo e as suas teses de negação do Holocausto (textos que reproduzo, acima). Perante a minha recusa, prometeu processar-me, por difamação e em processo cível, por lhe ter sido já comunicado pela Venetian que o contrato com a sua empresa não ia ser renovado.

O Amílcar Carvalho, pelos vistos, é tão generoso que não me vai processar. Infelizmente (para ele) eu tenho mau feitio. O processo que vou colocar ao Amílcar Carvalho tem a ver, especificamente, com dois pontos: o Ziklon B e o "mito" do cônsul Aristides de Sousa Mendes ter salvo milhares de judeus, como escreveu.

No primeiro caso, Amilcar Carvalho alegou que o Ziklon B, o gás que os países vencedores da II Guerra Mundial declararam, sob inúmeras formas legais (incluindo nas sentenças dos julgamentos de Nuremberga) ter sido usado no extermínio dos judeus, era, afinal, inofensivo para o ser humano, como ele próprio escreve, no início deste post. 

Graças ao apoio de várias instituições, nomeadamente do Museu Yad Vashem, terei a possibilidade de levar ao conhecimento de Amílcar Carvalho, nesse julgamento em que será ele o réu, os depoimentos de sobreviventes de Auschwitz que assistiram à utilização do Ziklon B, para matar judeus.

E terei também os depoimentos - entre outros - de Sheldon Adelson, Steve Wynn e Jorge Sampaio, na qualidade de membros de um povo que esteve à beira do extermínio e para quem a preservação da memória do Holocausto é algo de fundamental, nomeadamente perante os persistentes esforços de indivíduos como Amílcar Carvalho, que tentam, falsificando e manipulando a História, apresentar o Holocausto como inexistente.

Da parte da Funndação Aristides de Sousa Mendes, dos seus descendentes e, mais uma vez, do Museu Yad Vashem, o Museu do Holocausto, terei todo o apoio necessário para tentar fazer perceber ao Amílcar Carvalho que a actuação daquele diplomata português salvou milhares de vidas.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Facebook strikes again (this time, Shakespeare is “collateral damage”)

After a seven days suspension, for reasons I ignore (1), Facebook gave me another 30 days suspension. This time, they explained why. A post from this blog, "O Ovo da Serpente" ("The Serpent's Egg", the name of the Ingmar Bergman movie about the "birth" of Nazism in Germany, in 1920's) was the reason. That post was the first one I wrote on April 2016, when I started this blog. The title? "The Murderous Among Us" - same title of the biography of Simon Wiesenthal, the legendary Nazi hunter and a man who survived evil at its darkest form - Auschwitz!
 
After the title, my post had a quotation from William Shakespeare's Julius Ceaser (Act 2, Scene 1, Page 2): “And therefore think him as a serpent’s egg - Which, hatched, would as his kind grow mischievous - And kill him in the shell.” This was the image, just above the quotation (the image is from advertisement material used for Ingmar Bergman’s movie):

 
Then, at the bottom of the post, another image – this time a picture that went viral, a couple of years ago. Two women with burkas carry a poster saying “God Bless Hitler”. So, that’s it. Facebook considered I violated the community rules and put me on hold for 30 days. You know what came across my mind, at that moment? Martin Niemöller famous poem, about those "they" came for, in the beginning. With some small adjustments:
 
"First, Facebook came for the Socialists..
 
First, Facebook came for the Socialists, and I did not speak out - Because I was not a Socialist.
Then, Facebook came for the Trade Unionists, and I did not speak out - Because I was not a Trade Unionist.
Then, Facebook came for the Jews, and I did not speak out - Because I was not a Jew.
Then, Facebook came for me - and there was, already, no one left to speak for me.
Then, Facebook even came for William Shakespeare - and there was, really, really, no one left to speak for him…"
 
(1)  Note:
 
Before this 30 days suspension, I wasn’t able to post or receive messages, at my page, for seven days. Facebook told me that a text I published was removed, because it broke those famous community rules and it brought with you the seven days suspension. 
 
As the text had 6.000 characters, I asked them to be more precise and tell me exactly what, from my writing, was a violation of their standards. They never replied to me. This was the second time Facebook removed something I published. First time, they removed pictures of survivors of a concentration camp (Auschwitz) claiming those pictures had "nudity…”
 
I know Mr. Mark Zuckerberg is Jew. It seems I must believe that these “small” problems with Facebook are nothing more than that, they will not grow up and we don’t need to worry. Right. That’s exactly the opposite of what Martin Niemöller pictured, in the first verses of his poem. When first (and necessary...) small things happen, we just say “Oh, it’s all right, just a mistake, staff that is not well trained, some algorithm that is not yet fine tuned..”
 
Than, one day, they will come for us. And, at that time, there will be no one left to speak for us, as Martin Niemöller was well aware of, when he wrote this powerful poem.

"Post" dedicado a dois palhaços e a uma tontinha



Este "post" é especialmente dedicado ao palhação do Amilcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, que inventou que a minha família estava "devastada" com a gravidade da minha alegada "perturbação mental crónica". O mesmo quanto ao palhacito do António Mil-Homens, que achou por bem vir ladrar para uma página do meu Facebook, sugerindo-me, em tom paternalista, que acabasse com "os disparates" relacionados com o Amílcar Carvalho. A tontinha da jornalista da TDM alinhou pelo mesmo diapasão e teceu comentários abaixo de cão, em relação a mim, para defender o indefensável. Nunca pensei que houvesse tantos neo-Nazis no seio da comunidade portuguesa de Macau.

Um dia destes, ó pessoal, vocês têm que ir todos em peregrinação a Auschwitz e fazer o mesmo  que o vosso amigo Tayeb Habib fez - medir a largura das portas dos fornos crematórios para chegar à conclusão de que não podiam ter sido ali mortos tantos judeus. E já agora, quando o Amílcar Carvalho escreve que o Ziklon B era usado para matar os piolhos dos emigrantes mexicanos que vinham para os Estados Unidos, e que era um gás inofensivo para os seres humanos, isto é o quê? É uma manifestação de repúdio perante esse crime hediondo que foi o Holocausto?

Manifestação por manifestação, fiquem-se com esta manifestação de apurado sentido de humor, da parte do vosso ídolo e mentor, Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, ao glosar o tema "Arbeit Machts Frei", com toques de Monty Python:





sábado, 17 de dezembro de 2016

Portuguese journalists of Macau set up a pact of silence to protect a Nazi sympathizer

Starting on December 5th, all Portuguese language Media outlets in Macau (three daily newspapers, one weekly newspaper and the Portuguese channels of Government-owned TDM, TV and Radio station) refused to publish a line or broadcast a word about a local Portuguese artist and photographer who is a vocal Holocaust denier and Nazi sympathizer.
Mr. Amilcar Carvalho could be considered a local version of John Galliano, the Christian Dior designer who, in 2011, was dismissed from his role as creative director at the Paris fashion house, after a video surfaced with him making drunken anti-Semitic comments at a Paris "bistrot."

But while the French and international Media didn’t spare any effort to publicize the racist words of Galliano, in 2011, Mr. Amilcar Carvalho enjoys the full protection and support of Portuguese journalists of Macau (his wife was a TDM/TV journalist for a couple of years...) who are helping him to escape public criticism and, at the same time, working hand in hand to set up a violent and scathing campaign against the journalist who revealed Mr Amilcar Carvalho Nazi connections – me, Paulo Reis, professional journalist since 1981, freelance journalist and blogger at “O Ovo da Serpente”.
The story of this Holocaust denier was first (and only...) published at my blog, in English, on December 5th. There is a peculiar aspect in the story: Mr. Amilcar Carvalho company "Republic of Arts" had a contract, for the last 15 years, with "The Venetian (Macau)", a company owned by Sheldon Adelson, the Jewish American businessman - staunch supporter of Benjamin Netanyahu - who is a gambling tycoon both in Las Vegas and Macau. Mr. Carvalho's company was in charge of organizing cultural events and performances during Chinese New Year.

The pact of silence that has been on place since December 5th covers the work of more than 50 Portuguese journalists. The agreement was reached after "intense discussions” among Portuguese Media professionals in Macau, including editors of newspapers and the Editorial Desk of TDM, the radio and TV government-owned broadcasting company.
The first contacts and discussions defending a total blackout of the story I published at my blog about Mr. Amílcar Carvalho sympathy for the Nazis, took place on that same day - December 5th - and were successful, as no reference at all was published or broadcasted on December 6th, and on the following days, and until now.
The "blackout initiative", as some of my "comrades" say, or the "pact of silence" - another expression used by those same "colleagues" of mine - came from a small but very active group of journalists - including a outsider, a well-know but until recently anonymous blogger. That group of people thinks I've put myself out of the professional, legal and ethical boundaries of journalism, since I start to "radicalize", years ago, by "plunging into a Islamophobia delirium" and, worst, when I declared my support for Donald Trump and set up a Facebook page - "Portuguese for Trump" - last September.

The decision to set up a pact of silence about Mr. Amilcar Carvalho heavely Nazi-influenced ideas is also justified, by the journalists above mentioned, with the fact that I have a "personal hatred" concerning Mr. Amilcar Carvalho - something the local Nazi sympathizer confirmed to many people who have been asking him about it, since December 5th. However, Mr. Amilcar Carvalho also refused to elaborate about the origin of this alleged "personal hatred" I have, directed against him.
Mr Amilcar Carvalho called me on the phone, the day after I published the story about his critics against Allied Forces and Governments who "officially imposed" the version that Ziklon B was used to kill people in the gas chambers of Nazi death camps - something that Mr. Amilcar Carvalho considered "scientifically controversial", because - he wrote on a Facebook post - the use of Ziklon B by USA sanitary authorities, since 1920, was “widely documented" and there was irrefutable evidence that Ziklon B was perfectly safe and innocuous to human beings, even when directly applied to the skin of human beings, to kill lice.

We knew each for 30 years, as we both came to Macau in 1986. The only episode in our relationship that deserves to be mentioned, took place one year, more or less, before this phone call of December 6st. The episode consisted of a very unpleasant, rude and uneducated way for Mr. Amilcar Carvalho finish a debate online with me, through Facebook. We were exactly debating the "existence" (?) of the Jewish people, following a post from him at his Faceboook page, with "evidence" that there was no such thing as a "Jewish People" from Palestine or Israel  - it was a invention.. guess from who??? Yes, "Jewish People from what is today called Israel" does not exist, it is a myth created by the Jews, according to Mr. Amilcar Carvalho who, on that specific day, decided to finish our chat with this message: "Instead of using your brains to write, you are using your guts".


Until then, we had quite a few exchanges of opinion, following postings at his Facebook page. Mr. Amilcar Carvalho never was shy or afraid of discussing his neo-Nazi views of the world, including the fact that "the religious-ethnic group that controls world Media" (sic) created the myth of the Holocaust", as he once told me, during one of those chats. Or the idea that the same group is responsible for keeping alive the fraud that is the "official" story of the Portuguese diplomat in Bordeaux, Aristides de Sousa Mendes - another subject for another chat between me and Mr. Amilcar Carvalho.


Our talk, on December 6st, was unreal. Mr. Amilcar Carvalho begin playing the role of a victim, a innocent man crucified by me. "You see what you have done to me? From now on, I will never be able to walk the streets without fear of being chased and spanked by a group of Jews that believe in what you wrote" - he told me, just as a starting argument. During the talk, what was more visible was a certain "state of confusion" coming from Mr. Amilcar Carvalho, who couldn't accept the idea he was the first responsible for what was written in the posts of his own Facebook page.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

UM "LEOCARDO" EXTREMAMENTE PREOCUPADO!!




O "Leocardo", aka Luis Crespo, gosta mesmo de mim!

Gosta tanto (oh, Diabo!!!) que nem sequer consegue deixar de pensar em mim durante um segundo que seja, mesmo em férias. Vejam só este belo texto, do seu "Bairro do Oriente" onde se vê tanta e tão sincera preocupação para comigo...



"O avariado do Paulo Reis foi neste texto da caverna onde pratica bruxaria acusar-me de uma série de coisas (...)" queixa-se o rapazito, desatando a chamar-me "anormal" e "Capitão Malucão", ao mesmo tempo que me acusa de "tentar convencer meio mundo de uma treta que nem uma criança de 6 anos engolia" - Uau! Pelo menos, ó Leocardo, tenho a coragem de t entar fazer coisas destas...

Escreve o nosso amigo Tal (Troglodita Andante Lobotomizado): "Pegando num comentário pessoal muito 'livre' (e despropositado) de um jornalista do Público a propósito de uma reportagem feita em 2008 na Mesquita de Lisboa, Paulo Reis  a  lega que 'existe um sistema jurídico paralelo' em Portugal, sugerindo de seguida que o 'Sheik' Munir 'decepou mãos' a quem foi julgado pelo 'tribunal da Sharia."

Xiça, que é burro!!! Não consegue perceber o que é ironia, não sabe ler português - língua em que o jornal Público é escrito, nem consegue ir ao Google para ver o original da reportagem. Enfim, de facto, o dr. Egas Moniz ganhou um prémio Nobel de Medicina por ter inventado a técnica da "lobotomia". Mas a evolução científica mostrou, anos depois, que a "lobotomia" era um desastre. Luís Crespo está aí, para não deixar ninguém dizer o contrário.

Cntinuando com a simpática descrição da minha personaalidade, feita pelo Leocardo: eu, Paulo Reis, sou o tipo doentio que "vê' anti-semitismo' em toda a parte, incluindo o Correio da Manhã! E tudo por causa de uma notícia que menciona o país de origem de uma arma usada num crime de faca e alguidar." Imagine-se! Alguma vez viram uma notícia no Correio da Manhã onde se falasse emtiros, feridos e mortos e não se identificasse a "nacionalidade" dasarmas?

Claro que não, e dou-vos alguns exemplos tirados das próprias páginas do CM: "Traficante de droga morto com caçadeira espanhola"; "Espingarda alemã fere turista escandinavo"; "Punhal turco serviu para assaltar ingleses em Quarteira"! Viram? O Leocardo tem toda a razão, quando diz que eu não tenho razão, só porque apenas se viu UMA VEZ, em toda a história do CORREIO DA MANHÂ, referir uma arma identificando o país de fabrico: foi numa primeira página onde se escreveu que "fulano" foi morto com uma arma israelita (uma "Uzi").

Mas, para eu nãpo me ficar a rir, o Leocardo dispara a última salva: "O mesmo Paulo Reis que leva a cabo estes autos-de-fé, e onde aí sim, decorrem actos difamatórios graves - este COBARDE até apagou aquele comentário que podem ver no link, cheinho de nhufinha." - afirma - "No fundo, o mesmo PauloReis que não sabe o que diz, e que depois daquele discurso que se pode descrever de "circense", desbaratou na pobre miúda ao estilo do mais ordinário e reles que há, e tudo porque ela lhe disse na frente o que toda a gente lhe diz nas costas. "Ai eu trabalhei, nha nha nha". "Sou velho, oiçam o meu relho". Vai-te tratar, Paulo Reis!

Ó Leocardo, se não fosse eu, com que é que tu ocupavas a tua vida????

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

TWO HOLOCAUST DENIERS AND A ANTI-SEMITIC ACTIVIST TAKE A MACAU JOURNALIST (ME...) TO COURT


I was informed, this week, that I will have to face, soon, four charges in court. I will have to answer to three criminal cases (two accusations of defamation and one of aggression with intention to harm) and a fourth case that refers to a request of an a compensation payment of 200,000 US Dollars. This last case is based on a recent story I published, about a Portuguese resident in Macau that is a Holocaust denier and an anti-Semitic activist. He was hired, for almost 10 years, by "The Venetian Macau", a company from Sheldon Adelson, a USA and Macau gambling tycoon and one of the most well known Jewish businessman in the world (a staunch supporter of 'Bibi' Netanyahu).

That gentleman that told me, yesterday, he will file complaints against me is Mr. Amílcar Carvalho, a local artist, a highly regarded photographer and a Portuguese citizen living in Macau. He is responsible for the civil case and compensation payment request, but also for one of the criminal cases above mentioned, as he considers that the story I wrote about him is defamatory. The other cases were the respective lawyers who informed me.

The criminal case where I am accused of aggression with intent to harm was filled by another anti-Semitic activist, Mr. Luís Crespo, a.k.a. “Leocardo”. Since almost nine years, he is the “NumberOne” blogger of Macau, with his blog “Bairro do Oriente”. Mr. Crespo is also a columnist at “Hoje Macau”, the most influential Portuguese daily newspaper (Editor, Mr. Carlos Morais José) and at “A Voz”, a publication from one the most important Macanese local associations –“Associação dos Macaenses” - headed by lawyer Miguel Senna Fernandes, a descendant from what may be the most important Macanese family in the territory.

Mr. Amílcar Carvalho usually goes straight to the jugular, when it comes to talk or write about the Holocaust. He wrote, on his Facebook page, that Ziklon B was a gas inoffensive for humans. As evidence, he said use of Ziklon B by USA sanitary units, at the Mexican border, to disinfect and kill lice in the body of Mexican immigrants was “widely documented”, since 1920. The “theory” that Ziklon B “was used by the III Reich, as an execution method, even if officially imposed, it’s scientifically controversial”, wrote Mr. Carvalho, also at his Facebook page (this afternoon, both his Facebook page and Twitter pages went down)


The all story of Mr. Aristides de Sousa Mendes, a Portuguese diplomat who ruined his career by giving visas to thousands of Jews in France, against his government orders is “a myth”, states Mr. Carvalhol still on his FB page (Mr. Sousa Mendes is honored, nowadays, at Yad Vashem, as a “Righteous Among the Nations”).

Mr. Luís Crespo is, sometimes, more subtle, other times much more blunt as Mr. Carvalho, while exposing his theories, about Holocaust and Jews. On a comment during an exchange of point of views with me, in Facebook, Mr. Crespo just wrote: "All Jewds are thieves" and explained that they were specialist at stealing land from the Palestinians. Once he mentioned the case of a teacher, in Brasil, who asked his students to answer a questions: "Who's worst, Nazis or Israelis?" 

Mr.Luis Crespo opts to answer himself, with a "joke" (?): there could be two correct answers - he wrote at his blog "Bairro do Oriente" - "the Nazis can be worst, because the Israelis have not transformed the Palestinians in soap bars"; or, second answer, "the Jews can be the worst because, just look how this scourge reproduced itself and attacked, when only a few of them were left out of the crematorium oven..."

One the questions concerning the Holocaust were Mr. Luís Crespo, a.k.a." Leocardo" has a more violent stance, is the attitude he classifies as a "zionist (...) paranoia", a authentic "persecution mania": "every time it appears a image or there is a reference to the name of Adolf Hitler or any other reference to Nazism, there they came the 'zionists', ready to censor or 'beat' the little naughty boys" (...)  there they came the "zealot Hebrews and their spanking paddles".

O Mistério da Caravela Desaparecida



Quinta-feira, 24 de novembro de 2016
(...)
"Para terminar este longo texto, resultante do meu azarento encontro virtual com essa tão desagradável figurinha, o tal "Leocardo" (que é o boçal escriba que assina com o mesmo nome no "Hoje Macau", periódico dirigido pelo conceituado jornalista Carlos Morais José) e a fim de lhe poupar trabalho, fica aqui a indicação: praticamente todos os dias, a meio da manhã, VOU ATÉ AO CAFÉ CARAVELA, ONDE LEIO O JORNAL e bebo uma Coca-Cola. Se o tal "Leocardo" achar que lhe devo alguma satisfação ou pretender pedir meças, por causa do aqui escrevo, hoje, já sabe onde me encontrar e mais ou menos a que horas."

Sexta-feira, 25 de novembro de 2016
(...)
"Isso, não me assusta, seu homenzinho ridículo, e já que faz questão em não distinguir o que é pessoal do restante, fique a saber também o seguinte: NÃO SEI QUE CAFÉ É ESSE QUE FREQUENTA, SÓ SEI QUE NÃO FREQUENTO NENHUM  e apesar de "viver não muito longe de mim", terei-o visto duas ou três vezes na minha vida, se tanto, mas pode ter a certeza que da próxima vez que se cruzar com o Luís Crespo, este vai inquiri-lo sobre aquilo que o aflige."


Segunda-feira, 24 de junho de 2013
(...)
"SOU UM CLIENTE HABITUAL DO ESPAÇO, muito por culpa da proximidade com o meu local de trabalho. Chego mesmo a passar por lá apenas para beber um café a meio do dia, mesmo já me tendo desabituado a essa tradição tão portuguesa da “bica” a horas incertas “porque sim” (...) OS MEUS COLEGAS CHINESES, POR EXEMPLO, CUJA MAIORIA JÁ LEVEI AO CARAVELA, consideram deixar uma nota de cem por um almoço “uma ocasião especial (...) Não sou um grande adepto da pastelaria, que considero apenas “razoável”, e em alguns casos os preços tornam-se quase probitivos."

A TRISTE HISTÓRIA DE COMO UM CAÇADOR FOI CAÇADO...


Desde há dois dias que alguém acede ao meu computador às minhas contas na Net (Gmail, Facebook, etc) com regularidade diária, a partir de um IP que não é o meu, utilizando um equipamento informático que não corresponde à marca e modelo do computador que uso.
Este misterioso "visitante" é bastante fraco, tecnicamente. Era de esperar maior qualidade por parte de funcionários da secção de Crimes Informáticos da Polícia Judiciária de Macau! Por exemplo, era de esperar que, antes de entrarem em contas de Gmail e Facebook de "eventuais suspeitos", esses funcionários da Polícia Judiciária de Macau verificassem que tipo de "browser" é que os "suspeitos" usam.
Não vou dizer qual é que uso, digo qual é que não uso: não uso o Internet Explorer (que os funcionários da PJ são obrigados a usar, por determinaçao interna) há muitos anos. Portanto, quando o programa de viglância da PJ detecta que eu faço uma determinada operaçao, liga automaticamente e vai "cheirar" o que eu estou a fazer. Acontece que vai fazê-lo com o Internet Explorer e eu recebo um alerta do meu sistema de segurança, via email, a dizer que alguém foi ver a minha conta de Gmail, por exemplo, utizando um "browser" diferente daquele que eu normalmente uso.
Nada disto me preocupa, por duas razões: primeira, quem não deve, não teme; segunda, ao que julgo saber com enorme grau de fiabilidade, esta investigação da PJ terá a ver com duas queixas do Luís Crespo, a.k.a. "Leocardo", que foi à PJ acusar-me de ter cometido um crime de gravação e fotografias ilícitas, e outro de devassa informática tendo alegado que eu fiz e aconteci, em termos informáticos, para conseguir aceder à caixa de correio de um email dele (leocardoemmacau@yahoo.com).
Recentemente, dizia o meu bom amigo (e primeiro chefe no jornalismo, em 1981!) José Rocha Dinis, que há quem pense que é Napoleão - isto a propósito das ideias grandiosas dessa figura incontornável da política local, o Vitório Cardoso, um grande amigo e correligionário "laranjinha" do "Leocardo".
Não sendo necessário um Wellington para derrotar o Vitório, uma vez que ele próprio se encarrega disso, já em relação ao Leocardo se colocam muitas outras e mais complicadas questões: se - repito - se, de facto a PJ me está a vigiar e a investigar, informaticamente, na sequência de uma denúncia de Luís Miguel Fernandes Crespo, que terá alegado que eu violei a privacidade da sua caixa de correio electrónica, que diabo de argumentos tão convincentes terá este indivíduo utilizado, na sua queixa?
Pergunto  isto porque não sendo "hacker", não sabendo ser "hacker" e nunca me tendo armado em "hacker", tenho conhecimentos suficientes de Direito e informática para ter uma ideia precisa sobre que tipo de indícios é necessário apresentar, junto da PJ, para que esta desencadeie um processo de intercepção de comunicações, que tem de ser previamente autorizado por despacho de um juiz...
Aguardemos, tranquilamente, a evolução dos acontecimentos.
E terminada esta curta lição de Informática, se os responsáveis da PJ quiserem, estou disponível para dar uns cursos acelerados de formação ao pessoal da secção de Crimes Informáticos (uns tostões extra, dão sempre jeito...)

O MEU ÚLTIMO RECADO PARA O LEOCARDO, aka LUÍS MIGUEL FERNANDES CRESPO

Já que estás nas Filipinas, de férias (e agora percebo porque foste tão inesperadamente...) e só te posso chegar de email ou msg electrónica, vai esta nota, através do meu blogue, do Facebook e também para o teu email (leocardoemmacau@yahoo.com)
Assim, ficam a saber, tu e também os teus capangas (todos eles anónimos e a vomitar INSULTOS E AMEÇAS,  CONTRA MIM, na Internet - COMO SE PODE VER AQUI - todos os dias, de manhã à noite) de uma coisa: 
tu, Leocardo, há alguns dias (só hoje soube...!!!) ultrapassaste barreiras que NUNCA SE ULTRAPASSAM, no tipo de conflito que armaste comigo. Uma coisa é DE HOMEM PARA HOMEM E APENAS ENTRE NÓS OS DOIS, outra coisa É METER OS FILHOS AO BARULHO (e sabes EXACTAMENTE como e quando o fizeste - sabes tão bem como eu!!)


Agora, Leocardo, vê e ouve com atenção esse vídeo, que tem uma música fabulosa, "El Deguello". Ainda por cima, não tem letra, o que o torna mais fãcil de entender para ti. É de um grande "western" chamado "Rio Bravo". Pede também a alguém para te traduzir este curto texto em Inglês, que ilustra o vídeo: A PARTIR DE AGORA, É ASSIM!!!!!

---------------------------------------------------------------
El Degüello
El Degüello is a bugle call, notable in the US for its use as a march by Mexican Army buglers during the 1836 Siege and Battle of the Alamo[1] to signal that the defenders of the garrison would receive no quarter by the attacking Mexican Army under General Antonio Lopez de Santa Anna. 
"Toque a Degüello" was introduced to the Americas by the Spanish armies and was later adopted by the patriot armies fighting against them during the Spanish American wars of independence. It was also widely used by Simon Bolivar's armies, notably during the Battle of Junin[2] and the Battle of Ayacucho.
"Degüello" is a Spanish noun from the verb "degollar", to describe the action of throat-cutting. More figuratively, it means "give no quarter."[1] It "signifies the act of beheading or throat-cutting and in Spanish history became associated with the battle music, which, in different versions, meant complete destruction of the enemy without mercy.