quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O Mistério da Caravela Desaparecida



Quinta-feira, 24 de novembro de 2016
(...)
"Para terminar este longo texto, resultante do meu azarento encontro virtual com essa tão desagradável figurinha, o tal "Leocardo" (que é o boçal escriba que assina com o mesmo nome no "Hoje Macau", periódico dirigido pelo conceituado jornalista Carlos Morais José) e a fim de lhe poupar trabalho, fica aqui a indicação: praticamente todos os dias, a meio da manhã, VOU ATÉ AO CAFÉ CARAVELA, ONDE LEIO O JORNAL e bebo uma Coca-Cola. Se o tal "Leocardo" achar que lhe devo alguma satisfação ou pretender pedir meças, por causa do aqui escrevo, hoje, já sabe onde me encontrar e mais ou menos a que horas."

Sexta-feira, 25 de novembro de 2016
(...)
"Isso, não me assusta, seu homenzinho ridículo, e já que faz questão em não distinguir o que é pessoal do restante, fique a saber também o seguinte: NÃO SEI QUE CAFÉ É ESSE QUE FREQUENTA, SÓ SEI QUE NÃO FREQUENTO NENHUM  e apesar de "viver não muito longe de mim", terei-o visto duas ou três vezes na minha vida, se tanto, mas pode ter a certeza que da próxima vez que se cruzar com o Luís Crespo, este vai inquiri-lo sobre aquilo que o aflige."


Segunda-feira, 24 de junho de 2013
(...)
"SOU UM CLIENTE HABITUAL DO ESPAÇO, muito por culpa da proximidade com o meu local de trabalho. Chego mesmo a passar por lá apenas para beber um café a meio do dia, mesmo já me tendo desabituado a essa tradição tão portuguesa da “bica” a horas incertas “porque sim” (...) OS MEUS COLEGAS CHINESES, POR EXEMPLO, CUJA MAIORIA JÁ LEVEI AO CARAVELA, consideram deixar uma nota de cem por um almoço “uma ocasião especial (...) Não sou um grande adepto da pastelaria, que considero apenas “razoável”, e em alguns casos os preços tornam-se quase probitivos."

A TRISTE HISTÓRIA DE COMO UM CAÇADOR FOI CAÇADO...


Desde há dois dias que alguém acede ao meu computador às minhas contas na Net (Gmail, Facebook, etc) com regularidade diária, a partir de um IP que não é o meu, utilizando um equipamento informático que não corresponde à marca e modelo do computador que uso.
Este misterioso "visitante" é bastante fraco, tecnicamente. Era de esperar maior qualidade por parte de funcionários da secção de Crimes Informáticos da Polícia Judiciária de Macau! Por exemplo, era de esperar que, antes de entrarem em contas de Gmail e Facebook de "eventuais suspeitos", esses funcionários da Polícia Judiciária de Macau verificassem que tipo de "browser" é que os "suspeitos" usam.
Não vou dizer qual é que uso, digo qual é que não uso: não uso o Internet Explorer (que os funcionários da PJ são obrigados a usar, por determinaçao interna) há muitos anos. Portanto, quando o programa de viglância da PJ detecta que eu faço uma determinada operaçao, liga automaticamente e vai "cheirar" o que eu estou a fazer. Acontece que vai fazê-lo com o Internet Explorer e eu recebo um alerta do meu sistema de segurança, via email, a dizer que alguém foi ver a minha conta de Gmail, por exemplo, utizando um "browser" diferente daquele que eu normalmente uso.
Nada disto me preocupa, por duas razões: primeira, quem não deve, não teme; segunda, ao que julgo saber com enorme grau de fiabilidade, esta investigação da PJ terá a ver com duas queixas do Luís Crespo, a.k.a. "Leocardo", que foi à PJ acusar-me de ter cometido um crime de gravação e fotografias ilícitas, e outro de devassa informática tendo alegado que eu fiz e aconteci, em termos informáticos, para conseguir aceder à caixa de correio de um email dele (leocardoemmacau@yahoo.com).
Recentemente, dizia o meu bom amigo (e primeiro chefe no jornalismo, em 1981!) José Rocha Dinis, que há quem pense que é Napoleão - isto a propósito das ideias grandiosas dessa figura incontornável da política local, o Vitório Cardoso, um grande amigo e correligionário "laranjinha" do "Leocardo".
Não sendo necessário um Wellington para derrotar o Vitório, uma vez que ele próprio se encarrega disso, já em relação ao Leocardo se colocam muitas outras e mais complicadas questões: se - repito - se, de facto a PJ me está a vigiar e a investigar, informaticamente, na sequência de uma denúncia de Luís Miguel Fernandes Crespo, que terá alegado que eu violei a privacidade da sua caixa de correio electrónica, que diabo de argumentos tão convincentes terá este indivíduo utilizado, na sua queixa?
Pergunto  isto porque não sendo "hacker", não sabendo ser "hacker" e nunca me tendo armado em "hacker", tenho conhecimentos suficientes de Direito e informática para ter uma ideia precisa sobre que tipo de indícios é necessário apresentar, junto da PJ, para que esta desencadeie um processo de intercepção de comunicações, que tem de ser previamente autorizado por despacho de um juiz...
Aguardemos, tranquilamente, a evolução dos acontecimentos.
E terminada esta curta lição de Informática, se os responsáveis da PJ quiserem, estou disponível para dar uns cursos acelerados de formação ao pessoal da secção de Crimes Informáticos (uns tostões extra, dão sempre jeito...)

O MEU ÚLTIMO RECADO PARA O LEOCARDO, aka LUÍS MIGUEL FERNANDES CRESPO

Já que estás nas Filipinas, de férias (e agora percebo porque foste tão inesperadamente...) e só te posso chegar de email ou msg electrónica, vai esta nota, através do meu blogue, do Facebook e também para o teu email (leocardoemmacau@yahoo.com)
Assim, ficam a saber, tu e também os teus capangas (todos eles anónimos e a vomitar INSULTOS E AMEÇAS,  CONTRA MIM, na Internet - COMO SE PODE VER AQUI - todos os dias, de manhã à noite) de uma coisa: 
tu, Leocardo, há alguns dias (só hoje soube...!!!) ultrapassaste barreiras que NUNCA SE ULTRAPASSAM, no tipo de conflito que armaste comigo. Uma coisa é DE HOMEM PARA HOMEM E APENAS ENTRE NÓS OS DOIS, outra coisa É METER OS FILHOS AO BARULHO (e sabes EXACTAMENTE como e quando o fizeste - sabes tão bem como eu!!)


Agora, Leocardo, vê e ouve com atenção esse vídeo, que tem uma música fabulosa, "El Deguello". Ainda por cima, não tem letra, o que o torna mais fãcil de entender para ti. É de um grande "western" chamado "Rio Bravo". Pede também a alguém para te traduzir este curto texto em Inglês, que ilustra o vídeo: A PARTIR DE AGORA, É ASSIM!!!!!

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El Degüello
El Degüello is a bugle call, notable in the US for its use as a march by Mexican Army buglers during the 1836 Siege and Battle of the Alamo[1] to signal that the defenders of the garrison would receive no quarter by the attacking Mexican Army under General Antonio Lopez de Santa Anna. 
"Toque a Degüello" was introduced to the Americas by the Spanish armies and was later adopted by the patriot armies fighting against them during the Spanish American wars of independence. It was also widely used by Simon Bolivar's armies, notably during the Battle of Junin[2] and the Battle of Ayacucho.
"Degüello" is a Spanish noun from the verb "degollar", to describe the action of throat-cutting. More figuratively, it means "give no quarter."[1] It "signifies the act of beheading or throat-cutting and in Spanish history became associated with the battle music, which, in different versions, meant complete destruction of the enemy without mercy.






YEEEEEESSSSSS!!!!!!


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Amilcar Carvalho, a Macau Portuguese artist who worked for Jewish businessman Sheldon Adelson's company, "The Venetian Macao", is a Holocaust denier and anti-semitic activist


Ziklon B, the lethal gas used to kill people, most of them Jews, at dozens of Nazi death camps all over Germany and occupied Europe, has been widely utilized "since 1929, for body disinfection of Mexicans that cross the border with USA", according to Mr. Amilcar Carvalho, a Portuguese artist and highly regarded photographer, living in Macau.
On his Facebook page, Mr. Carvalho has written a post stating that “the theory (Ziklon B) was used by the III Reich, as an execution method, even if officially imposed it´s scientifically controversial.” On the other side, as he refers, it is “widely documented” that Ziklon B was used to prevent typhus on Mexican immigrants coming to USA – “even if the registered cases of that disease in Mexico were only two, on a shantytown at El Paso.”
Mr. Amílcar Carvalho, also known as "Mica Costa-Grande", is the owner and manager of a company called - "Republic of Arts" - that was hired by "The Venetian Macau", for the last 15 years, to organize cultural events during the Chinese New Year in Macau.
One of the most important of those cultural events was the “Creative Creatures – Art and the Chinese Zodiac”, a brainchild idea from Amilcar Carvalho, for more than15 years.
In March 2016, a total of 25 local artists hand-decorated fiberglass monkeys with their own inimitable style, according to a Press-Release from The Venetian Macau. The project offered visitors the chance to see a total of 25 monkey sculptures, 13 of which at the outdoor lagoon area at The Venetian Macao.
The Venetian Macau, like the Las Vegas Sands Corporation, belongs to Shelden Adelson, a well known Jewish businessman in USA, and one of the big casino tycoons of Las Vegas
Mr. Adelson is also a staunch supporter of Benjamin Netanyahu and was one of the main donors for the campaign of Donald Trump. Mr. Adelson's company, Las Vegas Sands Corporation, is the owner of one of six gambling licenses the Macau government made available to foreign companies, through a public tender, in 2001.
Mr. Amilcar Carvalho, while working for Mr. Sheldon Adelson during the Chinese New Year festivities, is a committed activist supporting the so-called “Holocaust Denial Theory”. Holocaust and six million Jews killings never happened – is the main point of his theory. But, all over his Facebook page, Mr. Amilcar Carvalho also defends other very controversial theories, including clear expressions of racial prejudice against black people like Martin Luther King Jr.

domingo, 4 de dezembro de 2016

4 de Dezembro de 1980 - O dia em que não me cruzei com a História, por duas vezes


Durante algum tempo, no verão de 1980, trabalhei em várias diversões da Feira Popular de Lisboa. Ganhava-se mal, um ordenado mínimo nacional, que era curto. Mas era o que havia, em tempos de crise, para uma família retornada como a minha, chegados com três caixotes de madeira e as respectivas mãos, atrás e à frente.
Em finais do ano, estava nos escritórios da empresa, na Quinta do Figo Maduro. O ordenado era o mesmo, mas o trabalho fazia-se melhor. A única devantagem, para quem vivia em Odivelas, como eu, era a viagem de autocarro até lá.

De casa à Feira Popular, o trajecto era directo. Para chegar à Quinta do Figo Maduro, tinha que apanhar três autocarros, num percurso que durava quase duas horas e meia. Primeiro, ia de Odivelas até Entre-Campos, onde aproveitava para despachar uma bica e dois pastéis de nata, à laia de pequeno-almoço. Depois, tinha um tempo razoável de espera, até entrar noutro autocarro que me deixava na Rotunda do Relógio, já nos arredores do aeroporto.


O lance final era entre essa rotunda e uma rua que ficava a cerca de dois quilómetros dos escritórios da Sociedade Lusitana de Atrações. No Inverno, com a chuva acair a rodos, era pouco agradável. Pouco antes de Dezembro,os chefes encarregaram-me de ir ajudar a funcionária responsável pela actualização do resgisto do armazém de materiais.
Foi um trabalho chatíssimo, feito numa velha máquina mecanográfica que estava mais tempo avariada do que a funcionar. Essa tarefa tinha que ser feita fora do meu horário normal de trabalho. Daí que "pegasse" às 6h00 da tarde e trabalhasse entre uma a três horas, conforme a disposição e a fome.
Lembro-me que fui direito à casa da minha namorada da altura, minha futura mulher e mãe do meu primeiro filho. Quando entrei, reparei num estado de agitação enorme da minha futura (e muti, mas muito querida) e das minhas duas, também futuras cunhadas: "Morreu o prmeiro-ministro" - disse-me a sogra Judite.
Já não me lembro exactamente a que horas saí do trabalho, nesse dia 4 de Dezembro. Estava especialmente cansado, porque tinha passado os dois últimos meses a frequentar um curso nocturno de programação de computadores, numa empresa chamada Norma, o que me obrigava a chegar a casa extenuado e esfomeado, perto da meia-noite, com tanto o almoço como o jantar despachados à base de sandes e uma bejeca, que o dinheiro não dava para restaurantes de garfo e faca. Estava a sentar-me no sofá da sala quando telejornal começou. Ouvi o Raúl Durão dizer que o Primeiro-Ministro e o ministro da Defesa tinham morrido na queda de um avião, junto ao Aeroporto Militar de Lisboa, na zona da Quinta do Figo Maduro, e senti um violento arrepio. Dei um salto do sofá, numa explosão de fúria e berrei meia-dúzia de impropérios dirigidos esencialmente aos comunistas portugueses, familiares e seus simpatizantes, apaniguados, sequazes, etc, etc.
Lembrava-me perfeitamente de lhe ter perguntado se ele continuava decidido a ficar em Angola e não regressar a Portugal, a terra onde tinha nascido. Sem tirar os olhos da estrada, numa voz firme e segura, o meu pai repondeu-me numa só frase: "Filho, entre voltar pobre à terra de onde saí pobre, há 40 anos, prefiro morrer aqui".
Tendo passado os dois últimos anos, em Angola, no meio de tiros de G-3, explosões de RPG's e quedas de morteiros 80, eu não era propriamente um partidário de um modelo de convivência democrática com elementos que professassem ideologias de Esquerda. Verdade seja dita que continuo igual, talvez até ligeiramente melhor.... Voltei a sentar-me e ficámos ali, os quatro, na sala, a olhar em silêncio, para as imagens da televisão - que, depois disso, não foram mais repetidas - onde se viam nitidamente vários corpos carbonizados. Pouco tempo estive ali. Telefonei para minha casa e falei com a minha mãe, que estava em autêntico estado de choque. Com o meu pai não pude falar, porque ele continuava em Angola. Não o via há mais de quatro anos, quando me tinha levado, de carro, para o aeroporto de Luanda, para eu tomar o meu lugar na ponte aérea que todos os dias despejava milhares de portugueses de todas as cores no aeroporto da Portela.
Acabei por voltar para trás, à procura da namorada. Enquanto o funeral prosseguia, dei por mim a tentar imaginar o que teria acontecido se 40 ou 50 de nós - os apoiantes de Eanes não eram mais de centena e meia - tivéssemos conseguido lá chegar. Havia pancadaria da séria e não me lembro de polícia pela zona, a não ser o barrigudo pessoal do trânsito que controlava a circulação.
Nessa noite, enquanto subia até à Quinta do Mendes, pensava para comigo próprio que tinha falhado, por pouco, uma espécie de encontro com a História. Tivesse trabalho mais um ou duas horas e era testemunha daquela tragédia, ocorrida a pouco distância da empresa onde eu estava. Mas voltei a ter esa mesma sensação, pouco tempo depois. Fomos - eu a minha namorada - ao funeral de Sá Carneiro. Andámos quilómetros e quilómetros, a escassos 50 metros do carro funerário. A dada altura, sei que passámos por baixo de um viaduto onde se amontavam algumas dezenas de pessoas, com faixas e cartazes de apoio a Ramalho Eanes, o candidato contra quem Sá Carneiro queria montar uma maioria, um governo e um presidente.
Uma onda de fúria varreu a multidão que acompanhava o féretro. Algumas cabeças mais quentes - eu, incluído - começaram a correr, tentando encontrar uma estrada que desse acesso ao viaduto. Pelo caminho, íamos recolhendo todas as pedras de razoável dimensão que encontrávamos. Mas depois começámos a ouvir gritos de alerta, atrás de nós, a dizerem-nos para parar, para não caírmos em armadilhas, que aquilo era tudo uma provocação. A pouco e pouco, fomos parando.
Se nós tivéssemos chegado ao ajuste de contas, ali, com aquela miserável e nojenta provocação a um morto, talve as coisas tivessem sido diferentes. Talvez tivesse havido uma reacção mais forte, de todo o país, estimulado com os acontecimentos. Talvez o resultado das eleições tivesse sido outro. E, se calhar, aquela foi a segunda vez, em poucos dias, que eu falhei um cruzamento com a História...

TIREM-ME DESTE FILME, DEPRESSA E EM FORÇA!!!



1 - RETRATO DETALHADO DE PERIGOSÍSSIMO PSICOPATA, RESIDENTE EM MACAU, A NECESSITAR DE INTERNAMENTO URGENTE PARA AVALIAÇÃO E CONSEQUENTE INTERDIÇÃO TOTAL, DEVIDO A ANOMALIA PSÍQUICA GRAVE (a.k.a. LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO")

2 - O FIM DE ALGO QUE NUNCA TEVE SEQUER PRINCÍPIO: O MEU RELACIONAMENTO COM LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", CONTACTOS (EXCLUSIVAMENTE DE SUA INICIATIVA) E MENSAGENS RECEBIDAS ENTRE DIA 5 DE SETEMBRO E DIA 3 DE DEZEMBRO DE 2016 (ÀS 21H30)

3 - LISTA DE ARTIGOS PUBLICADOS NO BLOGUE "BAIRRO DO ORIENTE", DA AUTORIA DE LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", ONDE SOU REFERIDO

4 - LISTA DE INSULTOS COLOCADOS NA MINHA PÁGINA DE FACEBOOK POR LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", NO ESPAÇO DE 48 HORAS (DIAS 1 E 2 DE DEZEMBRO DE 2016)

5 - TENTATIVA ( COMPLETAMENTE FRACASSADA!!!) DE COLOCAR UM PONTO FINAL NA POLÉMICA COM O LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO"

6 - EXEMPLOS DA QUALIDADE LITERÁRIA DOS TEXTOS DO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO":

     - "CONA, tu és a nossa mãe/ CONA, és de onde a vida vem";
     - "A golpes de Kung Fu (E DE CONA)";
     - "A maior bicha-doida-da História (a.k.a."Síndroma de desabituação de piça");

7 - VÍDEO DEDICADO A MIM, ENVIADO PARA A MINHA PÁGINA DO FACEBOOK, PRODUZIDO E MONTADO PELO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO" E INTITULADO: "VAI LÁ FODER OUTRO...":




8 - PÉROLAS DE ESPECIAL QUALIDADE PRODUZIDAS PELO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", NO BLOGUE "BAIRRO DO ORIENTE", EM MATÉRIA DE COITO ANAL ENTRE ELEMENTOS DO SEXO MASCULINO E OUTROS TEMAS DE CARÁCTER SEXUAL:

    - "Tu (leitora que comentou no "Bairro do Oriente") precisas de um mangalho pela rata acima só que com esse trombil de fufa ninguém te pega";
     - Idem: "Passei o tarolo pela rata e temos... temos PSICOPUTA. Ainda tens um bocado de dasss no canto da boca, filha";
    - "Deviam era metê-los a todos (aos "Trumpistas") numa ilha onde pudessem ir à bilha uns aos outros o dia todo, de tão "bonitos" e "puros" que são, benzósdeus";
   - Comentário colocado num post de terceiros, onde o autor apenas lamenta não ter aderido ao PNR há mais tempo: "AI SIM? A PIÇA DE LÁ ALIVIA-TE MAIS, É ISSO?";
   - Sugere ao autor de um comentário sobre emigração, no Facebook, que "enquanto não chega o Abdul Enrabate Jaki", meta "a vassoura pelo cú acima, que pode ser que alivie a comichão";

9 - A INSUSTENTÁVEL INFLUÊNCIA DO LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO" NOS MEDIA DE MACAU

    - Autor, de há cerca de nove anos a esta parte (anónimo, durante a maior parte do tempo) de dois blogues, "Leocardo Emmacau" e "Bairro do Oriente";
    -  Cronista no "Hoje Macau", dirigido por Carlos Morais José e em "A Voz", boletim da Associação dos Macaenses, presidida por Miguel de Senna Fernandes;
    -  Relacionamento próximo com a maioria dos jornalistas portugueses de Macau;

10 - TRANSTORNO DE PERSONALIDADE PARANÓIDE, O PROBLEMA MENTAL QUE AFECTA LUÍS CRESPO, a.k.a.. "LEOCARDO"

11 - COMO TUDO COMEÇOU E QUANDO É QUE EU ENCHI COMPLETAMENTE O SACO COM O LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO"

12 - WAITING TO BE KILLED (while thinking about the possibility of killing, in order to avoid being killed): AN OPEN LETTER TO THE SECRETARY FOR SECURITY, WONG SIO CHAK

Continua - To be continued






MY COUSIN JOSÉ MAÇANITA WILL NEVER COME MARCHING HOME AGAIN...

PICTURE FROM PORTUGUESE SPECIAL FORCES SOLDIERS (STOCK PHOTOS)
It was April and weather was as hot and humid as it can be on a month of April, in Angola, Western Africa. I was 13 years old and my world was breaking apart. Paul McCartney just announced, a few days ago, he was leaving the Beatles. After lunch, I went to my room, upstairs, turn the radio on and listened to “Rádio Comercial”, eager to know more about what was happening in London with the Beatles.´

I heard a car driving fast in the street, something strange in that Samba’s quiet area, a residential neighborhood of middle-class people, with nice two-floor houses. I run to the window and saw my uncle’s Bento car. He had the door of the car open and he was just there, standing, both hands in his waist, head down. I also saw my mother, standing at the gate, and I hear her voice:

“Bento, what happened? You are not working? Why are you here?”

My uncle came to the gate, still silent, opened it and put both hands at my mother shoulders.

“Zé is dead. He was shot early this morning, during an operation near Maria Teresa’s village.” – he said, his voice no more than a whisper, I barely could hear his words. My mother was terribly shaken. She had to sit down on the stairs before the gate, unable to walk. She covered her face with both hands and cried silently for what seemed to be a long, long time, for me.

COMMANDO COMBAT GROUP "OS VAMPIROS" - GUINÉ-BISSAU (1966)

My uncle took her hand and help her to stand up. They walk back home and we came to the living room at the same time, as I went down from my room in the first floor. My mother looked and me and said what I already knew.

“Zé is dead, Paulo. He was killed this morning.” – Than, she stopped, as she remembered something even more tragic – “Oh my God! His mother! The other son was sent to Mozambique, two months ago! João is in Pemba, is also a very dangerous area!”

We stay there in silence, I can’t remember for how long. The mother of José Maçanita was my mother's cousin. My uncle and my mother were older than him. He was something like a younger brother for them. When he was drafted to the Colonial War, raging since 1961, he volunteered for the “Comandos”, the famous Portuguese Special Forces. My mother’s voice broke the silence.

“I’ have to call Quim, I have to tell him to call headquarters in Mozambique. They must send the other boy to Lisbon, immediately. Imagine if he also dies!”

“Quim” was the nickname of my father Joaquim. He was a civil servant and, at that time, he was working at SCCIA, the local military intelligence services in charge of counter-terrorism. He had access to the military communications system, so he could call people in charge at the Portuguese Army headquarters in Mozambique and explain them, quickly, the situation, in order to have our second cousin back home, alive.



My mother went to the dinner room to call my father. My uncle broke down, suddenly and start to cry.

“I saw him, one hour ago. They phoned me and asked me to go to the Mlitary Hospital, they flew him there, by helicopter.” – he said.

“How did he died? He was shot, how?” – I asked him, with that morbid curiosity that only kids can have, when facing this kind of situation.

“He had only one shot, a single shot over the heart” – my uncle answered, poiting to his own chest, with his finger – “It was a so small hole, smaller than a 50 cents coin.”

Talking about those details seemed to make him more comfortable. He kept on.

“They told me his company was sent to attack a village where they thought around 20/30 terrorists were hiding. They had to march for 10 km, before reaching the area. As they start to cross a small river, Zé was chosed to go first, because he had a big ‘shotgun’, good for firing dozens of pellets into the bushes, as a counter-attack.”

My mother came back, after talking to my father, on the phone.

“Quim is doing it, now. After, he will call his mother, it's better to be him to tell her.”

She broke again and started to cry. I went out to the yard, feeling somehow stressed. I still could remember very well the lunch last Sunday, on the big table we had at that same yard. The all family was there, together, my cousin dressing his “Commando” uniform, his red beret shining. After lunch, he went back to headquarters, as his company was scheduled to go on a operation the next day.

He was a young, tall and amazingly strong man. Whenever he came to my home, I had always doubts if his broad shoulders could go through the narrow door of the kitchen of my mother. I liked when he pulled me with both hands and just threw me up in the air, my heart full of fear, as I saw the ceiling so close to my head.

Never before, in my short life, I knew somebody who died. And I could not remember to see my mother crying like that, before. At the large yard in the back of my home, I called the dog.

“White’, ‘White’, come here!”

He was big, lousy, crazy and playful dog, a German Sheppard, all black – the reason for his name, “White”. He jumped over me, his head well above my head. I padded him and suddenly, it was my time to have tears coming to my eyes, as I could not control my feelings. A quick image came to my mind: my cousin sitting down at the table of my grandmother’s dining room, with a small silver plate, something like 10 centimeters long, three wide, with a chain.



He was using a large knife, his “Commando” combat knife, carefully, to scratch a name in the silver plate: “White”. It was his dog, he got it from a friend of my family, in Luanda. My grandmother’s house, near the well know cinema Restauração, the most luxurious in the capital of Angola, had a very small yard. So “White”, my cousin’s war dog, came to my home, to live with us. I looked at the dog and I found myself thinking that my cousin José Maçanita would never come marching home again. And as I stayed there, my arms around the neck of what was now my dog, tears kept coming to my eyes.

sábado, 3 de dezembro de 2016

PONTO FINAL NA POLÉMICA COM O SR. LUÍS CRESPO


Quem me conhece sabe que não sou cobarde. Mas também não sou suicida e, acima de tudo, não tenho o direito de colocar em risco a vida de familiares meus, por causa da polémica em que me envolvi, desde Setembro passado, com este indivíduo completamente desiquilibrado - pormenor que, na altura, eu ignorava!

Assim, a partir deste momento, dou por encerrada a minha polémica com o sr. Luís Miguel Fernandes Crespo a.k.a. "Leocardo", que pode ver-se nas fotos acima publicadas. Aproveito para agradecer a intervenção que terceiras pessoas tiveram, nesta desagradável situação. Depois de me ter sido explicada, em detalhe, a natureza do problema que tenho vindo a enfrentar,  concordei em seguir os conselhos dessas mesmas pessoas que, tendo sido próximas do indivíduo em questão, têm um melhor conhecimento das suas motivações e forma como funciona a sua "psique".

Além disso, trata-se também de uma situação idêntica à exemplificada numa das mais célebres citações do dramaturgo George Bernard Shaw: "Nunca lutes com um porco. Ficas todo sujo e, pior ainda, o porco até gosta." Para citar o que disse uma dessas pessoas, o sr. Luís Crespo apenas me "deixará em paz" quando eu não lhe "der mais luta", ignorando-o completamente.

Foi este o conselho dado "ao último 'infeliz' que caiu no goto" do sr. Luís Crespo, disse-me a mesma pessoa, garantindo-me que a "receita" nesse caso, "funcionou". Sendo assim, não me importo de tentar, também. Mas reservo-me, obviamente, o direito de aplicar, posteriormente, a minha própria receita, caso a agora recomendada não produza resultados. E quanto a esse tipo de receitas de medidas de prevenção contra o crime, estou totalmente de acordo com a National Rifle Association: o melhor método é um revolver 38, carregado e dentro de um coldre, à cintura. Em Macau, este método requer, naturalmente, algumas adaptações às especificidades locais...

Paulo Reis
pjcv.reis@gmail.com

PS - Além disso, háa muitas maneiras de esfolar um cabrito...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

LISTA DE INSULTOS SELECCIONADOS, QUE ME FORAM ENVIADOS POR LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO", VIA FACEBOOK, NAS ÚLTIMAS 48 HORAS

és uma ratazana nojenta
cobarde de mão cheia
palhaço
nojento
bardasco
bicudo
desceste à fossa séptica da loucura
cacareja à vontade aí na alma do ridículo
não fazes uma pausa no disparate?
palhaço
traste
bardamerdas
pareces um rabo
seu merdas
és uma anedota ambulante
metes nojo
ratazana de esgoto
débil mental
amostra de lagartixa
NAZI
cobarde 
merdas
tuberculoso
avô tangas
ladra aí à vontade que eu tenho mais que fazer
tenta abrir os olhinhos de cima
o homem está louco
tás é a precisar de ir a Shell ver se te trocam as velas, ó choné
Já te mudaram a fraldinha hoje, ó esclerosado?
Retornado
xenófobo 
anti-refugiado
"As Ilações legais de um eclipsado"
Mais ranho nazi...
E quanto a ti, ó meu nazi badameco, toma o herbicida antes de ires dormir.
...a sua situação conjugal propriamente dita, ou a outra que tem com Lúcifer?
Queres dizer isto, ó palhaço anormal?
Vê lá se não encontras o que andas a pedir ó seu palhaçoide. 
Por enquanto ainda vou rindo das tuas macacadas.
Vai levar na peida nazi! 
Isso tudo é para quê, para eu te chegar a roupa ao pêlo? 
Sua pega reles. 
Olha bem para ti e para a bela figura de palhaço que andas a fazer. 
Seu merdas, seu evaporado mental 
seu dejecto ambulante
Reles. 
Continua praí a ladrar
cão nazi
Inútil
demente
drama queen
Pareces uma pega, ó Paulinho
Aqui o Paulinho doente é que desatou a marcar encontros lá na Caravela a qualquer hora 
O gajo gosta de mim, ou isso, blergh
A própria Caravela abriu uma espécie de filial aqui na Barra (edifícios ONDE EU HABITO!!!)
Deixa lá o Paulinho a ladrar, faz-lhe bem à bicharada
Quer "parecer muitos", quando é somente o mesmo paspalho de sempre
És um imbecil dos grandes

MACAU AND THE SHADOWS OF THE THIRD REICH

“Far-Right and Nazi-Sympathizers Among the Portuguese Community of Macau: Leading Roles, ‘Contract Killers’, International Connections & Financing, Media Strategy and China's Related Political Targets.”

To be published today, on my Facebook page ("Paulo Reis") and on this blog ("O Ovo da Serpente"), in Portuguese, English and French.)

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Contacts
Email: pjcv.reis@gmail.com
Twitter: pjreis
Facebook: Paulo Reis
Skype: pjcvreis
Blog: O Ovo da Serpente

Freelance Journalist (Press Card nº 734)

Professional References
Index on Censorship (Committee to Protect Journalists)
Volume 24, 1995 - Issue 3: Rewriting History

By Clara Gomes

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

NA RAMADA, UM "NAZI" FEITO À CHAPADA, INVENTADO A PARTIR DO NADA


José Antunes, professor de Biologia na Escola Secundária da Ramada, em Odivelas, foi 
acusado de ser um simpatizante e militante nazi, sem que tivesse sido  apresentado qualquer tipo de prova desses dois factos.  Num texto publicado no passado dia 28 de Outubro no blogue “Bairro do Oriente” e assinado com o pseudónimo de “Leocardo” – Luís Miguel Fernandes Crespo, funcionário público residente em Macau – refere-se que, em matéria de filiação política, o docente “é membro do Partido Nacional Renovador (PNR)” e concorreu “como cabeça de lista do partido às legislativas do ano passado, pelo círculo do Algarve”.

Mais adiante, são mostradas imagens de “Screen Saver” onde surgem “trocas de galhardetes” com diversas ameaças – umas, veladas, outras nem tanto – entre o referido professor e o próprio autor do texto. A dada altura, a troca de galhardetes transfere-se para a página de Facebook de José Antunes, com Luís Crespo a acusar o docente da Escola Secundária de Odivelas de o ter bloqueado “cobardemente”, sem se inibir de “prosseguir a sua manobra de intimidação nazi na sua própria página do Facebok”. O resto do texto é uma mescla de comentários, constatações e acusações de carácter pessoal, sem qualquer conexão lógica, relação factual ou organização temática com o que aparenta ser o assunto principal, a alegada filiação nazi do professor do ensino secundário.

Por exemplo, a dado passo, Luís Crespo refere que José Antunes reside há vários anos entre o Alentejo e o Algarve, mais exactamente na Ramada, onde já tinha concorrrido a uma colocação, no ano lectivo de 21012/2103. E a seguir, acrescenta: “Ah, Odivelas...os chaparros...as amendoeiras em flor...” Ao longo de vários parágrafos, Luís Crespo dirige uma série de insultos ao docente, a quem acusa da tal nunca minimamente provada filiação nazi. Para o autor do texto, José Antunes faz parte de “uma corja” que recorre “à intimidação, delação, coacção e ameaça”, chegando a apelidar o docente de “Goebbels da Ramada”.


No ultimo parágrafo, Luís Crespo altera ligeiramente a abordagem feita e concluiu dizendo que lhe causa ”espécie” que a Escola Secundária da Ramada, que ele supunha “ser um núcleo educativo multi-cultural e etnicamente diversificado” tenha como docente “um nazi destes”, garante – novamente, sem reveler qualquer tipo de indício que aponte para a veracidade das suas acusações.

Autor: “Leocardo”/Luís Miguel Fernandes Crespo”

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

AS PÉROLAS DO PORCO CRESPO (1)



Apresento-vos aqui ao vivo e em exclusivo a descoberta de uma enferemidade quem nem a comunidade científica imaginou sequer ser possível existir: o síndroma de desabituação de PIÇA. Depois de algumas horas (minutos?) sem um FALO masculino pela BUFA acima, ou um enchido com as medidas oficiais que o substitua (os enchidos são a metadona dos viciados em PIÇA, caso deste menino), a bicha começa a ressacar, e em menos de nada, a delirar.
(…)
Pois, pois, o primeiro "é mais ofensivo", porquê? Como o próprio diria, "porque aquela parva ficou com o preto só para ela e eu aqui a assobiar com as correntes de ar que me passam pela gruta, ai estúpida, não é justo!". Está explicado. Depois começa com um discurso algo enigmático sobre a "emasculação do nativo em relação ao alógeno", o que provavelmente será um "flashback" até ao dia em que viu um moreno avantajado, pôs-se de quatro quase que mecanicamente, levado pelo instinto, e no fim mudou de nome para Maria Afonsina Souto Datua Metelo Peloregassima Filho.


(1) Selecção dos melhores trabalhos literários publicados no blogue “Bairro do Oriente”, da autoria de Luís Crespo a.k.a. “Leocardo”, colunista do jornal diário Hoje Macau, dirigido pelo jornalista Carlos Morais José e “opinon-maker” do boletim da Associação dos Macaense, presidida pelo advogado Miguel de Senna Fernandes.