domingo, 4 de dezembro de 2016

4 de Dezembro de 1980 - O dia em que não me cruzei com a História, por duas vezes


Durante algum tempo, no verão de 1980, trabalhei em várias diversões da Feira Popular de Lisboa. Ganhava-se mal, um ordenado mínimo nacional, que era curto. Mas era o que havia, em tempos de crise, para uma família retornada como a minha, chegados com três caixotes de madeira e as respectivas mãos, atrás e à frente.
Em finais do ano, estava nos escritórios da empresa, na Quinta do Figo Maduro. O ordenado era o mesmo, mas o trabalho fazia-se melhor. A única devantagem, para quem vivia em Odivelas, como eu, era a viagem de autocarro até lá.

De casa à Feira Popular, o trajecto era directo. Para chegar à Quinta do Figo Maduro, tinha que apanhar três autocarros, num percurso que durava quase duas horas e meia. Primeiro, ia de Odivelas até Entre-Campos, onde aproveitava para despachar uma bica e dois pastéis de nata, à laia de pequeno-almoço. Depois, tinha um tempo razoável de espera, até entrar noutro autocarro que me deixava na Rotunda do Relógio, já nos arredores do aeroporto.


O lance final era entre essa rotunda e uma rua que ficava a cerca de dois quilómetros dos escritórios da Sociedade Lusitana de Atrações. No Inverno, com a chuva acair a rodos, era pouco agradável. Pouco antes de Dezembro,os chefes encarregaram-me de ir ajudar a funcionária responsável pela actualização do resgisto do armazém de materiais.
Foi um trabalho chatíssimo, feito numa velha máquina mecanográfica que estava mais tempo avariada do que a funcionar. Essa tarefa tinha que ser feita fora do meu horário normal de trabalho. Daí que "pegasse" às 6h00 da tarde e trabalhasse entre uma a três horas, conforme a disposição e a fome.
Lembro-me que fui direito à casa da minha namorada da altura, minha futura mulher e mãe do meu primeiro filho. Quando entrei, reparei num estado de agitação enorme da minha futura (e muti, mas muito querida) e das minhas duas, também futuras cunhadas: "Morreu o prmeiro-ministro" - disse-me a sogra Judite.
Já não me lembro exactamente a que horas saí do trabalho, nesse dia 4 de Dezembro. Estava especialmente cansado, porque tinha passado os dois últimos meses a frequentar um curso nocturno de programação de computadores, numa empresa chamada Norma, o que me obrigava a chegar a casa extenuado e esfomeado, perto da meia-noite, com tanto o almoço como o jantar despachados à base de sandes e uma bejeca, que o dinheiro não dava para restaurantes de garfo e faca. Estava a sentar-me no sofá da sala quando telejornal começou. Ouvi o Raúl Durão dizer que o Primeiro-Ministro e o ministro da Defesa tinham morrido na queda de um avião, junto ao Aeroporto Militar de Lisboa, na zona da Quinta do Figo Maduro, e senti um violento arrepio. Dei um salto do sofá, numa explosão de fúria e berrei meia-dúzia de impropérios dirigidos esencialmente aos comunistas portugueses, familiares e seus simpatizantes, apaniguados, sequazes, etc, etc.
Lembrava-me perfeitamente de lhe ter perguntado se ele continuava decidido a ficar em Angola e não regressar a Portugal, a terra onde tinha nascido. Sem tirar os olhos da estrada, numa voz firme e segura, o meu pai repondeu-me numa só frase: "Filho, entre voltar pobre à terra de onde saí pobre, há 40 anos, prefiro morrer aqui".
Tendo passado os dois últimos anos, em Angola, no meio de tiros de G-3, explosões de RPG's e quedas de morteiros 80, eu não era propriamente um partidário de um modelo de convivência democrática com elementos que professassem ideologias de Esquerda. Verdade seja dita que continuo igual, talvez até ligeiramente melhor.... Voltei a sentar-me e ficámos ali, os quatro, na sala, a olhar em silêncio, para as imagens da televisão - que, depois disso, não foram mais repetidas - onde se viam nitidamente vários corpos carbonizados. Pouco tempo estive ali. Telefonei para minha casa e falei com a minha mãe, que estava em autêntico estado de choque. Com o meu pai não pude falar, porque ele continuava em Angola. Não o via há mais de quatro anos, quando me tinha levado, de carro, para o aeroporto de Luanda, para eu tomar o meu lugar na ponte aérea que todos os dias despejava milhares de portugueses de todas as cores no aeroporto da Portela.
Acabei por voltar para trás, à procura da namorada. Enquanto o funeral prosseguia, dei por mim a tentar imaginar o que teria acontecido se 40 ou 50 de nós - os apoiantes de Eanes não eram mais de centena e meia - tivéssemos conseguido lá chegar. Havia pancadaria da séria e não me lembro de polícia pela zona, a não ser o barrigudo pessoal do trânsito que controlava a circulação.
Nessa noite, enquanto subia até à Quinta do Mendes, pensava para comigo próprio que tinha falhado, por pouco, uma espécie de encontro com a História. Tivesse trabalho mais um ou duas horas e era testemunha daquela tragédia, ocorrida a pouco distância da empresa onde eu estava. Mas voltei a ter esa mesma sensação, pouco tempo depois. Fomos - eu a minha namorada - ao funeral de Sá Carneiro. Andámos quilómetros e quilómetros, a escassos 50 metros do carro funerário. A dada altura, sei que passámos por baixo de um viaduto onde se amontavam algumas dezenas de pessoas, com faixas e cartazes de apoio a Ramalho Eanes, o candidato contra quem Sá Carneiro queria montar uma maioria, um governo e um presidente.
Uma onda de fúria varreu a multidão que acompanhava o féretro. Algumas cabeças mais quentes - eu, incluído - começaram a correr, tentando encontrar uma estrada que desse acesso ao viaduto. Pelo caminho, íamos recolhendo todas as pedras de razoável dimensão que encontrávamos. Mas depois começámos a ouvir gritos de alerta, atrás de nós, a dizerem-nos para parar, para não caírmos em armadilhas, que aquilo era tudo uma provocação. A pouco e pouco, fomos parando.
Se nós tivéssemos chegado ao ajuste de contas, ali, com aquela miserável e nojenta provocação a um morto, talve as coisas tivessem sido diferentes. Talvez tivesse havido uma reacção mais forte, de todo o país, estimulado com os acontecimentos. Talvez o resultado das eleições tivesse sido outro. E, se calhar, aquela foi a segunda vez, em poucos dias, que eu falhei um cruzamento com a História...

TIREM-ME DESTE FILME, DEPRESSA E EM FORÇA!!!



1 - RETRATO DETALHADO DE PERIGOSÍSSIMO PSICOPATA, RESIDENTE EM MACAU, A NECESSITAR DE INTERNAMENTO URGENTE PARA AVALIAÇÃO E CONSEQUENTE INTERDIÇÃO TOTAL, DEVIDO A ANOMALIA PSÍQUICA GRAVE (a.k.a. LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO")

2 - O FIM DE ALGO QUE NUNCA TEVE SEQUER PRINCÍPIO: O MEU RELACIONAMENTO COM LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", CONTACTOS (EXCLUSIVAMENTE DE SUA INICIATIVA) E MENSAGENS RECEBIDAS ENTRE DIA 5 DE SETEMBRO E DIA 3 DE DEZEMBRO DE 2016 (ÀS 21H30)

3 - LISTA DE ARTIGOS PUBLICADOS NO BLOGUE "BAIRRO DO ORIENTE", DA AUTORIA DE LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", ONDE SOU REFERIDO

4 - LISTA DE INSULTOS COLOCADOS NA MINHA PÁGINA DE FACEBOOK POR LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", NO ESPAÇO DE 48 HORAS (DIAS 1 E 2 DE DEZEMBRO DE 2016)

5 - TENTATIVA ( COMPLETAMENTE FRACASSADA!!!) DE COLOCAR UM PONTO FINAL NA POLÉMICA COM O LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO"

6 - EXEMPLOS DA QUALIDADE LITERÁRIA DOS TEXTOS DO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO":

     - "CONA, tu és a nossa mãe/ CONA, és de onde a vida vem";
     - "A golpes de Kung Fu (E DE CONA)";
     - "A maior bicha-doida-da História (a.k.a."Síndroma de desabituação de piça");

7 - VÍDEO DEDICADO A MIM, ENVIADO PARA A MINHA PÁGINA DO FACEBOOK, PRODUZIDO E MONTADO PELO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO" E INTITULADO: "VAI LÁ FODER OUTRO...":




8 - PÉROLAS DE ESPECIAL QUALIDADE PRODUZIDAS PELO LUÍS CRESPO a.k.a "LEOCARDO", NO BLOGUE "BAIRRO DO ORIENTE", EM MATÉRIA DE COITO ANAL ENTRE ELEMENTOS DO SEXO MASCULINO E OUTROS TEMAS DE CARÁCTER SEXUAL:

    - "Tu (leitora que comentou no "Bairro do Oriente") precisas de um mangalho pela rata acima só que com esse trombil de fufa ninguém te pega";
     - Idem: "Passei o tarolo pela rata e temos... temos PSICOPUTA. Ainda tens um bocado de dasss no canto da boca, filha";
    - "Deviam era metê-los a todos (aos "Trumpistas") numa ilha onde pudessem ir à bilha uns aos outros o dia todo, de tão "bonitos" e "puros" que são, benzósdeus";
   - Comentário colocado num post de terceiros, onde o autor apenas lamenta não ter aderido ao PNR há mais tempo: "AI SIM? A PIÇA DE LÁ ALIVIA-TE MAIS, É ISSO?";
   - Sugere ao autor de um comentário sobre emigração, no Facebook, que "enquanto não chega o Abdul Enrabate Jaki", meta "a vassoura pelo cú acima, que pode ser que alivie a comichão";

9 - A INSUSTENTÁVEL INFLUÊNCIA DO LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO" NOS MEDIA DE MACAU

    - Autor, de há cerca de nove anos a esta parte (anónimo, durante a maior parte do tempo) de dois blogues, "Leocardo Emmacau" e "Bairro do Oriente";
    -  Cronista no "Hoje Macau", dirigido por Carlos Morais José e em "A Voz", boletim da Associação dos Macaenses, presidida por Miguel de Senna Fernandes;
    -  Relacionamento próximo com a maioria dos jornalistas portugueses de Macau;

10 - TRANSTORNO DE PERSONALIDADE PARANÓIDE, O PROBLEMA MENTAL QUE AFECTA LUÍS CRESPO, a.k.a.. "LEOCARDO"

11 - COMO TUDO COMEÇOU E QUANDO É QUE EU ENCHI COMPLETAMENTE O SACO COM O LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO"

12 - WAITING TO BE KILLED (while thinking about the possibility of killing, in order to avoid being killed): AN OPEN LETTER TO THE SECRETARY FOR SECURITY, WONG SIO CHAK

Continua - To be continued






MY COUSIN JOSÉ MAÇANITA WILL NEVER COME MARCHING HOME AGAIN...

PICTURE FROM PORTUGUESE SPECIAL FORCES SOLDIERS (STOCK PHOTOS)
It was April and weather was as hot and humid as it can be on a month of April, in Angola, Western Africa. I was 13 years old and my world was breaking apart. Paul McCartney just announced, a few days ago, he was leaving the Beatles. After lunch, I went to my room, upstairs, turn the radio on and listened to “Rádio Comercial”, eager to know more about what was happening in London with the Beatles.´

I heard a car driving fast in the street, something strange in that Samba’s quiet area, a residential neighborhood of middle-class people, with nice two-floor houses. I run to the window and saw my uncle’s Bento car. He had the door of the car open and he was just there, standing, both hands in his waist, head down. I also saw my mother, standing at the gate, and I hear her voice:

“Bento, what happened? You are not working? Why are you here?”

My uncle came to the gate, still silent, opened it and put both hands at my mother shoulders.

“Zé is dead. He was shot early this morning, during an operation near Maria Teresa’s village.” – he said, his voice no more than a whisper, I barely could hear his words. My mother was terribly shaken. She had to sit down on the stairs before the gate, unable to walk. She covered her face with both hands and cried silently for what seemed to be a long, long time, for me.

COMMANDO COMBAT GROUP "OS VAMPIROS" - GUINÉ-BISSAU (1966)

My uncle took her hand and help her to stand up. They walk back home and we came to the living room at the same time, as I went down from my room in the first floor. My mother looked and me and said what I already knew.

“Zé is dead, Paulo. He was killed this morning.” – Than, she stopped, as she remembered something even more tragic – “Oh my God! His mother! The other son was sent to Mozambique, two months ago! João is in Pemba, is also a very dangerous area!”

We stay there in silence, I can’t remember for how long. The mother of José Maçanita was my mother's cousin. My uncle and my mother were older than him. He was something like a younger brother for them. When he was drafted to the Colonial War, raging since 1961, he volunteered for the “Comandos”, the famous Portuguese Special Forces. My mother’s voice broke the silence.

“I’ have to call Quim, I have to tell him to call headquarters in Mozambique. They must send the other boy to Lisbon, immediately. Imagine if he also dies!”

“Quim” was the nickname of my father Joaquim. He was a civil servant and, at that time, he was working at SCCIA, the local military intelligence services in charge of counter-terrorism. He had access to the military communications system, so he could call people in charge at the Portuguese Army headquarters in Mozambique and explain them, quickly, the situation, in order to have our second cousin back home, alive.



My mother went to the dinner room to call my father. My uncle broke down, suddenly and start to cry.

“I saw him, one hour ago. They phoned me and asked me to go to the Mlitary Hospital, they flew him there, by helicopter.” – he said.

“How did he died? He was shot, how?” – I asked him, with that morbid curiosity that only kids can have, when facing this kind of situation.

“He had only one shot, a single shot over the heart” – my uncle answered, poiting to his own chest, with his finger – “It was a so small hole, smaller than a 50 cents coin.”

Talking about those details seemed to make him more comfortable. He kept on.

“They told me his company was sent to attack a village where they thought around 20/30 terrorists were hiding. They had to march for 10 km, before reaching the area. As they start to cross a small river, Zé was chosed to go first, because he had a big ‘shotgun’, good for firing dozens of pellets into the bushes, as a counter-attack.”

My mother came back, after talking to my father, on the phone.

“Quim is doing it, now. After, he will call his mother, it's better to be him to tell her.”

She broke again and started to cry. I went out to the yard, feeling somehow stressed. I still could remember very well the lunch last Sunday, on the big table we had at that same yard. The all family was there, together, my cousin dressing his “Commando” uniform, his red beret shining. After lunch, he went back to headquarters, as his company was scheduled to go on a operation the next day.

He was a young, tall and amazingly strong man. Whenever he came to my home, I had always doubts if his broad shoulders could go through the narrow door of the kitchen of my mother. I liked when he pulled me with both hands and just threw me up in the air, my heart full of fear, as I saw the ceiling so close to my head.

Never before, in my short life, I knew somebody who died. And I could not remember to see my mother crying like that, before. At the large yard in the back of my home, I called the dog.

“White’, ‘White’, come here!”

He was big, lousy, crazy and playful dog, a German Sheppard, all black – the reason for his name, “White”. He jumped over me, his head well above my head. I padded him and suddenly, it was my time to have tears coming to my eyes, as I could not control my feelings. A quick image came to my mind: my cousin sitting down at the table of my grandmother’s dining room, with a small silver plate, something like 10 centimeters long, three wide, with a chain.



He was using a large knife, his “Commando” combat knife, carefully, to scratch a name in the silver plate: “White”. It was his dog, he got it from a friend of my family, in Luanda. My grandmother’s house, near the well know cinema Restauração, the most luxurious in the capital of Angola, had a very small yard. So “White”, my cousin’s war dog, came to my home, to live with us. I looked at the dog and I found myself thinking that my cousin José Maçanita would never come marching home again. And as I stayed there, my arms around the neck of what was now my dog, tears kept coming to my eyes.

sábado, 3 de dezembro de 2016

PONTO FINAL NA POLÉMICA COM O SR. LUÍS CRESPO


Quem me conhece sabe que não sou cobarde. Mas também não sou suicida e, acima de tudo, não tenho o direito de colocar em risco a vida de familiares meus, por causa da polémica em que me envolvi, desde Setembro passado, com este indivíduo completamente desiquilibrado - pormenor que, na altura, eu ignorava!

Assim, a partir deste momento, dou por encerrada a minha polémica com o sr. Luís Miguel Fernandes Crespo a.k.a. "Leocardo", que pode ver-se nas fotos acima publicadas. Aproveito para agradecer a intervenção que terceiras pessoas tiveram, nesta desagradável situação. Depois de me ter sido explicada, em detalhe, a natureza do problema que tenho vindo a enfrentar,  concordei em seguir os conselhos dessas mesmas pessoas que, tendo sido próximas do indivíduo em questão, têm um melhor conhecimento das suas motivações e forma como funciona a sua "psique".

Além disso, trata-se também de uma situação idêntica à exemplificada numa das mais célebres citações do dramaturgo George Bernard Shaw: "Nunca lutes com um porco. Ficas todo sujo e, pior ainda, o porco até gosta." Para citar o que disse uma dessas pessoas, o sr. Luís Crespo apenas me "deixará em paz" quando eu não lhe "der mais luta", ignorando-o completamente.

Foi este o conselho dado "ao último 'infeliz' que caiu no goto" do sr. Luís Crespo, disse-me a mesma pessoa, garantindo-me que a "receita" nesse caso, "funcionou". Sendo assim, não me importo de tentar, também. Mas reservo-me, obviamente, o direito de aplicar, posteriormente, a minha própria receita, caso a agora recomendada não produza resultados. E quanto a esse tipo de receitas de medidas de prevenção contra o crime, estou totalmente de acordo com a National Rifle Association: o melhor método é um revolver 38, carregado e dentro de um coldre, à cintura. Em Macau, este método requer, naturalmente, algumas adaptações às especificidades locais...

Paulo Reis
pjcv.reis@gmail.com

PS - Além disso, háa muitas maneiras de esfolar um cabrito...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

LISTA DE INSULTOS SELECCIONADOS, QUE ME FORAM ENVIADOS POR LUÍS CRESPO a.k.a. "LEOCARDO", VIA FACEBOOK, NAS ÚLTIMAS 48 HORAS

és uma ratazana nojenta
cobarde de mão cheia
palhaço
nojento
bardasco
bicudo
desceste à fossa séptica da loucura
cacareja à vontade aí na alma do ridículo
não fazes uma pausa no disparate?
palhaço
traste
bardamerdas
pareces um rabo
seu merdas
és uma anedota ambulante
metes nojo
ratazana de esgoto
débil mental
amostra de lagartixa
NAZI
cobarde 
merdas
tuberculoso
avô tangas
ladra aí à vontade que eu tenho mais que fazer
tenta abrir os olhinhos de cima
o homem está louco
tás é a precisar de ir a Shell ver se te trocam as velas, ó choné
Já te mudaram a fraldinha hoje, ó esclerosado?
Retornado
xenófobo 
anti-refugiado
"As Ilações legais de um eclipsado"
Mais ranho nazi...
E quanto a ti, ó meu nazi badameco, toma o herbicida antes de ires dormir.
...a sua situação conjugal propriamente dita, ou a outra que tem com Lúcifer?
Queres dizer isto, ó palhaço anormal?
Vê lá se não encontras o que andas a pedir ó seu palhaçoide. 
Por enquanto ainda vou rindo das tuas macacadas.
Vai levar na peida nazi! 
Isso tudo é para quê, para eu te chegar a roupa ao pêlo? 
Sua pega reles. 
Olha bem para ti e para a bela figura de palhaço que andas a fazer. 
Seu merdas, seu evaporado mental 
seu dejecto ambulante
Reles. 
Continua praí a ladrar
cão nazi
Inútil
demente
drama queen
Pareces uma pega, ó Paulinho
Aqui o Paulinho doente é que desatou a marcar encontros lá na Caravela a qualquer hora 
O gajo gosta de mim, ou isso, blergh
A própria Caravela abriu uma espécie de filial aqui na Barra (edifícios ONDE EU HABITO!!!)
Deixa lá o Paulinho a ladrar, faz-lhe bem à bicharada
Quer "parecer muitos", quando é somente o mesmo paspalho de sempre
És um imbecil dos grandes

MACAU AND THE SHADOWS OF THE THIRD REICH

“Far-Right and Nazi-Sympathizers Among the Portuguese Community of Macau: Leading Roles, ‘Contract Killers’, International Connections & Financing, Media Strategy and China's Related Political Targets.”

To be published today, on my Facebook page ("Paulo Reis") and on this blog ("O Ovo da Serpente"), in Portuguese, English and French.)

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Contacts
Email: pjcv.reis@gmail.com
Twitter: pjreis
Facebook: Paulo Reis
Skype: pjcvreis
Blog: O Ovo da Serpente

Freelance Journalist (Press Card nº 734)

Professional References
Index on Censorship (Committee to Protect Journalists)
Volume 24, 1995 - Issue 3: Rewriting History

By Clara Gomes

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

NA RAMADA, UM "NAZI" FEITO À CHAPADA, INVENTADO A PARTIR DO NADA


José Antunes, professor de Biologia na Escola Secundária da Ramada, em Odivelas, foi 
acusado de ser um simpatizante e militante nazi, sem que tivesse sido  apresentado qualquer tipo de prova desses dois factos.  Num texto publicado no passado dia 28 de Outubro no blogue “Bairro do Oriente” e assinado com o pseudónimo de “Leocardo” – Luís Miguel Fernandes Crespo, funcionário público residente em Macau – refere-se que, em matéria de filiação política, o docente “é membro do Partido Nacional Renovador (PNR)” e concorreu “como cabeça de lista do partido às legislativas do ano passado, pelo círculo do Algarve”.

Mais adiante, são mostradas imagens de “Screen Saver” onde surgem “trocas de galhardetes” com diversas ameaças – umas, veladas, outras nem tanto – entre o referido professor e o próprio autor do texto. A dada altura, a troca de galhardetes transfere-se para a página de Facebook de José Antunes, com Luís Crespo a acusar o docente da Escola Secundária de Odivelas de o ter bloqueado “cobardemente”, sem se inibir de “prosseguir a sua manobra de intimidação nazi na sua própria página do Facebok”. O resto do texto é uma mescla de comentários, constatações e acusações de carácter pessoal, sem qualquer conexão lógica, relação factual ou organização temática com o que aparenta ser o assunto principal, a alegada filiação nazi do professor do ensino secundário.

Por exemplo, a dado passo, Luís Crespo refere que José Antunes reside há vários anos entre o Alentejo e o Algarve, mais exactamente na Ramada, onde já tinha concorrrido a uma colocação, no ano lectivo de 21012/2103. E a seguir, acrescenta: “Ah, Odivelas...os chaparros...as amendoeiras em flor...” Ao longo de vários parágrafos, Luís Crespo dirige uma série de insultos ao docente, a quem acusa da tal nunca minimamente provada filiação nazi. Para o autor do texto, José Antunes faz parte de “uma corja” que recorre “à intimidação, delação, coacção e ameaça”, chegando a apelidar o docente de “Goebbels da Ramada”.


No ultimo parágrafo, Luís Crespo altera ligeiramente a abordagem feita e concluiu dizendo que lhe causa ”espécie” que a Escola Secundária da Ramada, que ele supunha “ser um núcleo educativo multi-cultural e etnicamente diversificado” tenha como docente “um nazi destes”, garante – novamente, sem reveler qualquer tipo de indício que aponte para a veracidade das suas acusações.

Autor: “Leocardo”/Luís Miguel Fernandes Crespo”

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

AS PÉROLAS DO PORCO CRESPO (1)



Apresento-vos aqui ao vivo e em exclusivo a descoberta de uma enferemidade quem nem a comunidade científica imaginou sequer ser possível existir: o síndroma de desabituação de PIÇA. Depois de algumas horas (minutos?) sem um FALO masculino pela BUFA acima, ou um enchido com as medidas oficiais que o substitua (os enchidos são a metadona dos viciados em PIÇA, caso deste menino), a bicha começa a ressacar, e em menos de nada, a delirar.
(…)
Pois, pois, o primeiro "é mais ofensivo", porquê? Como o próprio diria, "porque aquela parva ficou com o preto só para ela e eu aqui a assobiar com as correntes de ar que me passam pela gruta, ai estúpida, não é justo!". Está explicado. Depois começa com um discurso algo enigmático sobre a "emasculação do nativo em relação ao alógeno", o que provavelmente será um "flashback" até ao dia em que viu um moreno avantajado, pôs-se de quatro quase que mecanicamente, levado pelo instinto, e no fim mudou de nome para Maria Afonsina Souto Datua Metelo Peloregassima Filho.


(1) Selecção dos melhores trabalhos literários publicados no blogue “Bairro do Oriente”, da autoria de Luís Crespo a.k.a. “Leocardo”, colunista do jornal diário Hoje Macau, dirigido pelo jornalista Carlos Morais José e “opinon-maker” do boletim da Associação dos Macaense, presidida pelo advogado Miguel de Senna Fernandes.

" CONA, tu és a nossa mãe/ CONA, és de onde a vida vem"

AS PÉROLAS DO PORCO CRESPO (1)


Este é um dos meus vídeos preferidos dos Ena Pá 2000, "Dona", de 2005, do disco "És muita linda". "Dona" é obviamente uma canção dedicada à CONA, mas um título "honesto" significaria a censura das rádios e das televisões, mas quem ouve e presta atenção apercebe-se que este é um hino à vagina. Instrumento de prazer, buraquinho mole, escuro, húmido e discreto, o triângulo amoroso por excelência, é a origem da vida, à entrada e à saída, e enfim, não passa um dia em que um homem normal não pense nela. E apesar de estar sempre tão perto, está às vezes tão longe do nosso alcance. Brindemos à CONA, e indiferentes ao expediente que os Ena Pá usaram para divulgar a mensagem, cantemos alto e bom som: " CONA, tu és a nossa mãe/ CONA, és de onde a vida vem".

(1) Selecção dos melhores trabalhos literários publicados no blogue “Bairro do Oriente”, da autoria de Luís Crespo a.k.a. “Leocardo”, colunista do jornal diário Hoje Macau, dirigido pelo jornalista Carlos Morais José e “opinon-maker” do boletim da Associação dos Macaenses.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

Luís Miguel Fernandes Crespo a.k.a. "Leocardo", Para a Cadeia, Já!

Prendam também o Tayeb Habib e o Renato Teixeira 
antes que comece a morrer gente!!!

CRIMES COMETIDOS

1) Luís Crespo

- Repetidas imputações, feitas através da publicação de notas e comentários nas páginas do Facebook, acusando várias pessoas, tanto em Macau como em Portugal, (a) de professarem a ideologia nazi, uma ideologia cuja prática é proibida e punida por lei, em ambos os ordenamentos jurídicos, constituindo isso, per si, um crime;  

- Repetidas imputações, acusando diversas pessoas de serem islamófobas, não no sentido corrente e normal deste termo (alguém que "tem aversão ao Islão ou àquilo que é islâmico"), mas no sentido de se tratar de pessoas que actuam, premeditadamente, com cúmplices, na constituição de organizações cujo objectivo seria, alegadamente, proceder à concretização de "acordo com vista à prática do genocídio", "incitamento ao genocídio" e à própria "prática do ggenocídio" - crimes claramente previstos nos artºs 230º, 231º e 232º do Código Penal de Macau;

Em todos esses casos, as pessoas vítimas dessas acusações sem fundamento rejeitaram e rejeitam essas imputações que, por sua vez são tidas, por esses mesmos visados como constituindo prática comprovaada dos crimes de difamação e injúria, punidos pelo Códigos Penais de Portugal e Macau;




2) Renato Teixeira

3) Tayeb Habib: Incitamento ao genocídio, negação da existência do Holocausto, tentativa declarada publicamente, de substituição do sistema politico português e sua base fundamental, a Constituição, alicerçados nna Declaração Universal dos Direitos Humanos e Carta das Nações Unidas, bem como na Lei e no Estado de Direito, por um sistema religioso, baseado no Islão e na Sharia, a Lei Islâmica; apoiante público e confesso da prática de actos terroristas, através da sua defesa dos princípios e objectivos de Said Outb, o ideólogo da organização terrorista Al Qaeda (a)

(a) Todos estes actos, declarações e comportamentos constituem, pela sua natureza, crimes públicos, cabendo ao Ministério Público com tutela penal sobre eles, dados os llocais diferentes onde foram cometidos, a obrigação de proceder criminalmente contra os seus autores, sem necessidade de apresentação de queixa formal por parte de terceiros;



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

NOVA SÉRIE DE TELEVISÃO ESTREIA HOJE EM PORTUGAL

NÃO PERCA - ACÇÃO E SUSPENSE


NA TV "SÁBIOS SÃO SÓ OS DO SIÃO" - ESTREIA ESTA NOITE ÀS 22H30

Uma produção conjunta de "QueroÉCacauQu'istoTáCadaVezMaisMau" e "Horseman Looking for a Nice Second-Hand Horse With a New Set of Horseshoes If Possible",a série de televisão há mais anos em exibição em todo o mundo árabe, baseada no relato histórico fidedigno de como os Beus

AS AVENTURAS FANTÁSTICAS DE CUIS LE RESPO
O FAMOSO CAÇADOR DE ISLAMOFÓS

Resumo do Primeiro Episódio

Cui Le Respo, um implacável porco-cinzento de meia-idade, com toda uma vida dedicada a caçar islamofobós, é enviado para uma batalha sem quartel e sem fim contra fanáticos islamofobós no território da Região Pouco Produtiva de Cacau, um paraíso de jogo, prostituição e drogas, perdido algures nos Mares do Sul da China. Le Respo é um porco luso-francês, nascido nos arredores do Monti

gémeas, junto à Estrada Nacional Nº 26, à saída do Montijo.

Inês SS: Feia Que Nem Estivador, Malcriada Que Nem Carroceiro


Será que, entre os meus amigos do Facebook e leitores - regulares e menos regulares - do meu blogue "O Ovo da Serpente" haverá alguém que conheça uma tolinha de Leiria chamada Inês Santos Silva? Tem 23 aninhos, frequentou o curso de Tradução e Interpretação de Português/Chinês no Instituto Politécnico de Leiria, esteve no Instituto Politécnico de Macau e, depois, na Universidade de Línguas e Cultura de Pequim e reside actualmente em Leiria.

A minha curiosidade àcerca desta tolinha de Leiria tem a ver com o facto de ela ter ido ao grupo "Portugueses em Macau", no Facebook - do qual eu também sou membro - no passado dia 26 de Novembro e ter feito um comentário desagradável, acintoso, rude, malcriado e ofensivo a um post meu. Não concordou, não discordou, não argumentou a favor, nem contra o que eu escrevi no meu post. Chegou e deixou esta frase: 


O meu post dizia apenas isto: "Ora aqui está um blogue que eu não conhecia, mas que me parece muito interessante, por razões óbvias e muito pessoais." Na linha abaixo coloquei o link para um blogue surgido recentemente, em Macau: "Leocardo - Um blogue de Macau, sobre Macau."

Qualquer pessoa que seja achincalhada da forma como eu fui, quer saber porquê. Depois de analisar diversos pormenores relacionados com o post, o seu conteúdo, as horas e comentários sequenciais ao da tolinha, como este aqui, tirei algumas conclusões, que me parecem lógicas, sobre o "enquadramento" do que a  tolinha de Leiria fez:

1 -  A tolinha colocou o seu comentário naquele post sete minutos depois do meu post. Em Macau, eram 22h46, em Portugal, onde a  tolinha de Leiria estava, eram14h39;
2 - A  tolinha de Leiria partiu do princípio de que eu não trabalho, embora não me conheça de lado nenhum, nunca tenha falado comigo, nunca nos tenhamos cruzado em Macau, onde ela esteve a estudar, e nunca tenha falado, sequer, com um amigo de um amigo meu (se o tivesse feito, qualquer um lhe diria que eu trabalho e em quê, uma vez que não é segredo);
3 - A  tolinha de Leiria não argumenta com nada, para lançar a atoarda que lança. Diz-me, por outras palavras: "vai trabalhar, malandro, se trabalhasses, já não passavas a vida no Facebook, a chatear outras pessoas, coitadinhas";
4 - Esta ideia que a tolinha de Leiria transmite - implicitamente, é certo - encaixa na perfeição com um "retrato"que me foi "aplicado", recentemente: eu teria, como "única actividade actual", isto numa "descrição exacta e completa, perseguir de forma "inquisitorial", todas a gente que não concorde com as minhas teorias da conspiração e, ao mesmo, publicar links em "páginas de grupos anti-imigração e anti-refugiados";
5 - A tolinha de Leiria decidiu ignorar esta mensagem, que lhe enviei via Facebook, pedindo-lhe que me explicasse porque razão tinha feito aquele desagradável comentário. Seguiu, nessa matéria, o conselho da mesma pessoa que lhe pediu para me "cascar", virtualmente, sempre que visse posts meus no Facebook a falar: a) Do blogue "Leocardo. Um blogue de Macau sobre Macau" (o novo blogue, que tem o mesmo nome que um blogue apagado em 2007 mas com endereço diferente: "leocardotemcacau.blogspot.com", enquanto que o velho blogue está neste endereço: "leocardoemmacau.blogspot.com"); b) Do "Leocardo", a.k.a. Luís Crespo

Confesso que apanhar com este insulto da tolinha de Leiria me irritou solenemente, por duas razões: primeiro, ela agiu tal e qual como uma cadelinha mal treinada de um vizinho meu, que anda por aí à solta, sem trela nem açaimo e que, quase todos os dias, vem fazer o seu cocózinho mesmo à porta do meu prédio, dando de frosques antes que o Diabo esfregue um olho. Postas as devidas diferenças entre as duas situações e respectivas protagonistas, o meu único objectivo com este post é que a tolinha de Leiriaa faça o favor de apanhar a caquinha que deixou no grupo "Portugueses em Macau". Como? Apresentando-me um pedido de desculpas, postado logo abaixo da desbragada afirmaçõa segunda a qual o meu veradeiro nome será "Paulo Faz-Nenhum Rei". Correcto, correcto, seria explicar porque fez aquilo. Mas isso eu sei que é impossível, para ela. E também não preciso. Tal como há muitas maneiras de esfolar um cabrito, também há muitas formas de descobrir certas coisas.

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, é um ditado popular muito giro. Mas eu gosto desta versão recente, uma espécie de "upgrade": mais depressa se apanha um Crespo do que um porco, mesmo não havendo qualquer diferença entre estas duas espécies animais, o Crespo e o porco. 

A segunda razão de a minha irritação para com a tolinha de Leiria ser ainda intensa tem a ver com o facto de ela, uma catraia de 23 anos que ainda agora acabou os estudos e  nem sequer trabalha, me vir chamar madraço e mandrião, "mandando-me" trabalhar!!! Vá lá, do mal o menos. A tolinha de Leiria só me ACONSELHOU  a ir trabalhar, recordando-me que o meu PROBLEMA (???) era a "FALTA DE DORES DE COSTAS" - obviamente por não andar a vergar a mola todos os dias, na douta opinião dela. Bem, cá a mim também me parece que esta menina não andará a vergar a mola todos os dias. Nem sequer dia sim, dia não, palpita-me.

Acontece - e isso a tolinha de Leiria se calhar não sabe, porque não lhe grunhiram toda ainformação, quando a mandaram comentar no meu post - que quando ela nasceu, em 1993, JÁ EU TRABALHAVA HÁ 18 ANOS e tinha um filho de oito anos - que agora tem já 32. Estou à beira dos 60 anos e continuo a trabalhar, não obstante as patranhas que o frenético suíno fedorento lhe meteu pelos ouvidos dentro. 

Recomendo-lhe vivamente que deixe de brincar com cerdos. Primeiro que tudo, são animais, não são pessoas. Segundo, cheiram mal, porque não tomam banho. Terceiro nunca, mas nunca são animais em quem se confie. Se você algum dia encarar a sério a hipotese de vir a ler um livro, recomendo-lhe este: "O Triunfo dos Porcos". Não é muito grande e não tem palavras muito complicadas, É assim uma espécie de "Anita no Campo", só que em vez da Anita você tem um porco, o Napoleão, que é muito simpático para toda a gente, ao princípio, mas depois acaba por enganar a todos.

Entretanto, há uma frase de George Bernard Shaw, um escritor e dramaturgo (aqueles senhores que escrevem peças de teatro) inglês que lhe recomendo: "Never wrestle with pigs. You get dirty and, besides, the pig likes it". Dou-lhe uma versão com ligeiras alterações e, embora em Ingês, adaptada à realidade de Macau "Never play games with Crespo Big Pig. He doesn't know how to play, so he will always try to cheat you."