segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Inês SS: Feia Que Nem Estivador, Malcriada Que Nem Carroceiro


Será que, entre os meus amigos do Facebook e leitores - regulares e menos regulares - do meu blogue "O Ovo da Serpente" haverá alguém que conheça uma tolinha de Leiria chamada Inês Santos Silva? Tem 23 aninhos, frequentou o curso de Tradução e Interpretação de Português/Chinês no Instituto Politécnico de Leiria, esteve no Instituto Politécnico de Macau e, depois, na Universidade de Línguas e Cultura de Pequim e reside actualmente em Leiria.

A minha curiosidade àcerca desta tolinha de Leiria tem a ver com o facto de ela ter ido ao grupo "Portugueses em Macau", no Facebook - do qual eu também sou membro - no passado dia 26 de Novembro e ter feito um comentário desagradável, acintoso, rude, malcriado e ofensivo a um post meu. Não concordou, não discordou, não argumentou a favor, nem contra o que eu escrevi no meu post. Chegou e deixou esta frase: 


O meu post dizia apenas isto: "Ora aqui está um blogue que eu não conhecia, mas que me parece muito interessante, por razões óbvias e muito pessoais." Na linha abaixo coloquei o link para um blogue surgido recentemente, em Macau: "Leocardo - Um blogue de Macau, sobre Macau."

Qualquer pessoa que seja achincalhada da forma como eu fui, quer saber porquê. Depois de analisar diversos pormenores relacionados com o post, o seu conteúdo, as horas e comentários sequenciais ao da tolinha, como este aqui, tirei algumas conclusões, que me parecem lógicas, sobre o "enquadramento" do que a  tolinha de Leiria fez:

1 -  A tolinha colocou o seu comentário naquele post sete minutos depois do meu post. Em Macau, eram 22h46, em Portugal, onde a  tolinha de Leiria estava, eram14h39;
2 - A  tolinha de Leiria partiu do princípio de que eu não trabalho, embora não me conheça de lado nenhum, nunca tenha falado comigo, nunca nos tenhamos cruzado em Macau, onde ela esteve a estudar, e nunca tenha falado, sequer, com um amigo de um amigo meu (se o tivesse feito, qualquer um lhe diria que eu trabalho e em quê, uma vez que não é segredo);
3 - A  tolinha de Leiria não argumenta com nada, para lançar a atoarda que lança. Diz-me, por outras palavras: "vai trabalhar, malandro, se trabalhasses, já não passavas a vida no Facebook, a chatear outras pessoas, coitadinhas";
4 - Esta ideia que a tolinha de Leiria transmite - implicitamente, é certo - encaixa na perfeição com um "retrato"que me foi "aplicado", recentemente: eu teria, como "única actividade actual", isto numa "descrição exacta e completa, perseguir de forma "inquisitorial", todas a gente que não concorde com as minhas teorias da conspiração e, ao mesmo, publicar links em "páginas de grupos anti-imigração e anti-refugiados";
5 - A tolinha de Leiria decidiu ignorar esta mensagem, que lhe enviei via Facebook, pedindo-lhe que me explicasse porque razão tinha feito aquele desagradável comentário. Seguiu, nessa matéria, o conselho da mesma pessoa que lhe pediu para me "cascar", virtualmente, sempre que visse posts meus no Facebook a falar: a) Do blogue "Leocardo. Um blogue de Macau sobre Macau" (o novo blogue, que tem o mesmo nome que um blogue apagado em 2007 mas com endereço diferente: "leocardotemcacau.blogspot.com", enquanto que o velho blogue está neste endereço: "leocardoemmacau.blogspot.com"); b) Do "Leocardo", a.k.a. Luís Crespo

Confesso que apanhar com este insulto da tolinha de Leiria me irritou solenemente, por duas razões: primeiro, ela agiu tal e qual como uma cadelinha mal treinada de um vizinho meu, que anda por aí à solta, sem trela nem açaimo e que, quase todos os dias, vem fazer o seu cocózinho mesmo à porta do meu prédio, dando de frosques antes que o Diabo esfregue um olho. Postas as devidas diferenças entre as duas situações e respectivas protagonistas, o meu único objectivo com este post é que a tolinha de Leiriaa faça o favor de apanhar a caquinha que deixou no grupo "Portugueses em Macau". Como? Apresentando-me um pedido de desculpas, postado logo abaixo da desbragada afirmaçõa segunda a qual o meu veradeiro nome será "Paulo Faz-Nenhum Rei". Correcto, correcto, seria explicar porque fez aquilo. Mas isso eu sei que é impossível, para ela. E também não preciso. Tal como há muitas maneiras de esfolar um cabrito, também há muitas formas de descobrir certas coisas.

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, é um ditado popular muito giro. Mas eu gosto desta versão recente, uma espécie de "upgrade": mais depressa se apanha um Crespo do que um porco, mesmo não havendo qualquer diferença entre estas duas espécies animais, o Crespo e o porco. 

A segunda razão de a minha irritação para com a tolinha de Leiria ser ainda intensa tem a ver com o facto de ela, uma catraia de 23 anos que ainda agora acabou os estudos e  nem sequer trabalha, me vir chamar madraço e mandrião, "mandando-me" trabalhar!!! Vá lá, do mal o menos. A tolinha de Leiria só me ACONSELHOU  a ir trabalhar, recordando-me que o meu PROBLEMA (???) era a "FALTA DE DORES DE COSTAS" - obviamente por não andar a vergar a mola todos os dias, na douta opinião dela. Bem, cá a mim também me parece que esta menina não andará a vergar a mola todos os dias. Nem sequer dia sim, dia não, palpita-me.

Acontece - e isso a tolinha de Leiria se calhar não sabe, porque não lhe grunhiram toda ainformação, quando a mandaram comentar no meu post - que quando ela nasceu, em 1993, JÁ EU TRABALHAVA HÁ 18 ANOS e tinha um filho de oito anos - que agora tem já 32. Estou à beira dos 60 anos e continuo a trabalhar, não obstante as patranhas que o frenético suíno fedorento lhe meteu pelos ouvidos dentro. 

Recomendo-lhe vivamente que deixe de brincar com cerdos. Primeiro que tudo, são animais, não são pessoas. Segundo, cheiram mal, porque não tomam banho. Terceiro nunca, mas nunca são animais em quem se confie. Se você algum dia encarar a sério a hipotese de vir a ler um livro, recomendo-lhe este: "O Triunfo dos Porcos". Não é muito grande e não tem palavras muito complicadas, É assim uma espécie de "Anita no Campo", só que em vez da Anita você tem um porco, o Napoleão, que é muito simpático para toda a gente, ao princípio, mas depois acaba por enganar a todos.

Entretanto, há uma frase de George Bernard Shaw, um escritor e dramaturgo (aqueles senhores que escrevem peças de teatro) inglês que lhe recomendo: "Never wrestle with pigs. You get dirty and, besides, the pig likes it". Dou-lhe uma versão com ligeiras alterações e, embora em Ingês, adaptada à realidade de Macau "Never play games with Crespo Big Pig. He doesn't know how to play, so he will always try to cheat you."

domingo, 27 de novembro de 2016

NOTA DO EDITOR DO BLOGUE "O OVO DA SERPENTE"


O blogue "O Ovo da Serpente" publicou, no passado dia 25 de Novembro do corrente ano, a foto-montagem que se pode ver no topo desta página e onde estão incluídas duas pequenas fotos do autor do blogue "Bairro do Oriente", Luís Crespo a.k.a."Leocardo", bem como uma terceira imagem de um suíno, em grande plano. Numa dessas fotos, Luís Crespo fuma, placidamente, uma cachimbada. Na outra foto, onde Luís Crespo pode ser visto a fazer um gesto obsceno com o dedo, inclui-se ainda uma legenda - "SEU PALHAÇO, CRIMINOSO" - no cimo da foto. 

O Editor deste blogue entende conveniente esclarecer publicamente algumas legítimas preocupações que muitos dos seus leitores lhe transmitiram (o que agradece, mais uma vez) ao longo dos últimos dois dias. Assim, após consultar os vários advogados locais que, simpaticamente e "pro bono", se ofereceram para prestar todo o apoio jurídico necessário a este blogue, logo que se aperceberam da existência de um contencioso entre o "O Ovo da Serpente" e o "Bairro do Oriente", esclarece-se o seguinte:

1 - A foto de pequena dimensão, no canto inferior direito da foto-montagem mencionada, onde Luís Crespo, a.k.a."Leocardo", faz um gesto obsceno, foi retirada de um vídeo da autoria do mesmo, colocado na plataforma de acesso público "YouTube";

2 - O vídeo em questão aborda vários assuntos, de forma atabalhoada e desconexa, como é norma do seu autor. A imagem onde Luís Crespo, a.k.a. "Leocardo," surge "giving the finger", como se diz em língua inglesa, com a legenda "SEU PALHAÇO, CRIMINOSO", é enquadrada por um comentário dele sobre o ex-Primeiro-Ministro José Sócrates - daí, pelos vistos, a lógica da legenda, ao que presumo;

3 - O Editor responsável pelo blogue "O Ovo da Serpente" considera (sendo esta a opinião de todos os advogados consultados) que absolutamente nehuma determinação legal foi ferida, como resutado da publicação desta foto-montagem;

4 - Não houve aqui qualquer violação de direitos de autor. A reprodução, por parte de "O Ovo da Serpente", das duas fotos de Luís Crespo, a.k.a."Leocardo", colocadas, respectivamente, no "YouTube" e no seu blogue "Bairro do Oriente", ambas de acesso totalmente livre a qualquer utilizador da Internet, inseriu-se numa prática que se traduz por uma livre reprodução e divulgação dos textos e fotos que são colocados na Internet, com a indicação, sempre que necessário, conveniente ou legalmente obrigatório, da sua origem/autoria;

5 - Sendo assim, a reprodução das fotos, por parte de "O Ovo da Serpente", até se conformou, pode dizer-se, a legítimos interesses do próprio autor das fotos, nelas auto-retratado (voluntariamente, claro!!!), que claramente pretendeu obter a maior divulgação possível, ao não limitar, nos termos da lei e de forma expressa, a reprodução do material que coloca no seus blogues;

6 - A ideia de que o conjunto de escritos publicados no blogue "O Ovo da Serpente" e na página pessoal do Facebook do Editor deste blogue, o jornalista profissional Paulo Reis, conteria violações de direitos juridicamente protegidos, daí resultando a prática de diversos crimes previstos no Código Penal de Macau, mais específicamente nos Capítulo V (Crimes contra a ordem e tranquilidade públicas), Capítulo VI (Crimes contra a honra), Capítulo VII (Crimes contra a reserva da vida privada) e Título III do mesmo CPM (Crimes contra a paz e a humanidade), concretamente os crimes previstos nos artºs 186º, 187º, 233º e 294º (Devassa da vida privada; Devassa por meio de informática; Ameaça com prática de crime e Discriminação racial) não faz qualquer sentido;

7 - Salientando apenas alguns dos pressupostos necessários à concretização de crimes referenciados em acusações avulsas divulgadas em escritos de acesso público e dirigidas a Paulo Reis por Luís Crespo a.k.a. "Leocardo", nomeadamente neste escrito, o Editor do blogue "O Ovo da Serpente" seria responsável, concretamente, pela prática de uma "Ameaça com prática de crime", crime previsto no artº 294º, Capítulo V (Crimes contra a Ordem e a Tranquilidade Públicas) do Código Penal de Macau;

8 - Acontece que não é perceptível que a população de Macau esteja actualmente a ser afectada por algum tipo de "alarme" ou "inquietação", resultantes de "ameaça com a prática de crime", por parte de Paulo Reis ou devido ao facto de o mesmo Paulo Reis ter feito "crer simuladamente que um crime vai ser cometido" aqui no Território;

9 - Note-se que esse alegado crime teria que ter uma determinada dimensão, para chegar, em termos de conhecimento, a largas faixas da população, por um lado; por outro, deveria ser algo de muito grave, por forma a cumprir os pressupostos do artigo 294º e alcançar os alegados intentos criminosos de Paulo Reis. Saliente-se que o artigo atrás citado está inserido no Capítulo referente aos "Crimes contra a Ordem e a Tranquilidade Públicas", cuja moldura de factos, para serem dados com provados, requer o cumprimentos de determinadas condições; 

10 - Para terminar, o Editor deste blogue recomenda vivamente a Luís Crespo a.k.a. "Leocardo" que consulte um advogado e peça que este lhe explique o conteúdo e consequências (caso haja lugar a prática do crime ali previsto) do artigo 329º (Capítulo IV - Crimes contra a realização da Justiça) do Código Penal de Macau. Quando se é, em termos de conhecimentos jurídicos, semi-analfabeto e se junta a isso problemas de literacia, como acontece a Luís Crespo a.k.a. "Leocardo", está-se perante a tragi-comédia do sapateiro que quer tocar rabecão. O sapateiro, normalmente, não tem unhas em boas condições (requerem-se finas e afiladas) de tanto cortar couro, coser solas e, vez por outra, acertar com o martelo nos desdo, ao pregar pregos. As unhas são essenciais para tocar qualquer instrumento de cordas, excepto os que são percurtidos mediante a utilização de um arco, como o violino e o violoncelo. Estes casos, geralmente, terminam com um rabecão destruído e um sapateiro desiludido, obrigado a regressar a uma profissão onde passa a vida com as mãos no sítio onde os outros metem os pés. 

Paulo Reis
pjcv.reis@gmail.com

sábado, 26 de novembro de 2016

Ernesto "Ku-Klux-Klan" Che Guevara: Blacks are "indolent" and "spend their meager wage (...) on drink"

"The black is indolent and a dreamer; spending his meager wage on frivolity or drink; the European has a tradition of work and saving, which has pursued him as far as this corner of America and drives him to advance himself, even independently of his own individual aspirations. The European has a tradition of work and saving, which has pursued him as far as this corner of America and drives him to advance himself, even independently of his own individual aspirations (...) Given the prevailing lack of discipline, it would have been impossible to use Congolese machine-gunners to defend the base from air attack: they did not know how to handle their weapons and did not want to learn (...) We're going to do for blacks exactly what blacks did for the revolution. By which I mean: nothing."

by Ernesto Che Guevara

" Sim! Fuzilámos! Fuzilámos e continuaremos a fuzilar, enquanto for necessário!"

Hasta nunca, Fidel!

"Temos que dizer aqui aquilo que é uma verdade conhecida, e que temos expressado sempre, perante o mundo: Fuzilamentos? Sim! Fuzilámos! Fuzilámos e continuaremos a fuzilar, enquanto for necessário! A nossa luta é uma luta de morte! Nós sabemos qual seria o resultado de uma batalha perdida! E os "gusanos" (1) também têm que saber qual é o resultado da batalha perdida, hoje, em Cuba! Vivemos nestas condições por imposição do imperialismo norte-americano. Mas, isto é verdade, não cometemos assassínios, como está a cometer, neste momento, a polícia política venezuelana!"

Che Guevara, representante do Governo cubano, discursando na Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 1964

(1) Vermes  - Termo usado na Cuba de Fidel Castro e Che Guevara para designar todos aqueles que não estivessem cegamente ao lado da "Revolução". 

Mais Depressa Se Apanha Um Crespo do Que Um Porco (I)


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PUBLICADO NO DIA 27 DE NOVEMBRO DE 2016 (06H09 am)

NOTA DO EDITOR E AUTORES DO BLOGUE "O OVO DA SERPENTE"

O blogue "O Ovo da Serpente" publicou, no passado dia 25 de Novembro do corrente ano, a foto-montagem que se pode ver no topo desta página e onde estão incluídas duas pequenas fotos do autor do blogue "Bairro do Oriente", Luís Crespo a.k.a."Leocardo", bem como uma terceira imagem de um suíno, em grande plano. Numa das fotos, Luís Crespo fuma, placidamente, uma cachimbada. Na outra foto, onde Luís Crespo pode ser visto a fazer um gesto obsceno com o dedo, inclui-se ainda uma legenda - "SEU PALHAÇO, CRIMINOSO" - no cimo da foto. 

O Editor e os autores deste blogue entendem conveniente esclarecer publicamente algumas legítimas preocupações que muitos dos seus leitores lhes transmitiram (o que agradecemos, mais uma vez) ao longo dos últimos dois dias. Assim, após consultarmos os vários advogados locais que, simpaticamente e "pro bono", se ofereceram para prestar todo o apoio jurídico necessário ao nosso blogue, logo que se aperceberam da existência de um sério contencioso entre os responsáveis de "O Ovo da Serpente" e do "Bairro do Oriente", esclarece-se o seguinte:

1 - A foto de pequena dimensão, no canto inferior direito da foto-montagem mencionada, onde Luís Crespo, a.k.a."Leocardo", faz um gesto obsceno, foi retirada de um vídeo da autoria do mesmo, colocado na plataforma de acesso público "YouTube";

2 - O vídeo em questão aborda vários assuntos, de forma atabalhoada e desconexa, como é norma do seu autor. A imagem onde Luís Crespo, a.k.a. "Leocardo," surge "giving the finger", como se diz em língua inglesa, com a legenda "SEU PALHAÇO, CRIMINOSO", é enquadrada por um comentário dele sobre o ex-Primeiro-Ministro José Sócrates - daí, pelos vistos, a lógica da legenda, ao que nós presumimos;

3 - O Editor responsável pelo blogue "O Ovo da Serpente" considera (sendo esta, obviamente a opinião de todos os advogados consultados) que absolutamente nehuma determinação legal foi ferida, como resutado da publicação desta foto-montagem;

4 - Não houve aqui qualquer violação de direitos de autor. A reprodução, por parte de "O Ovo da Serpente", das duas fotos de Luís Crespo, a.k.a."Leocardo",  colocadas, respectivamente, no "YouTube" e no seu blogue "Bairro do Oriente", ambas de acesso totalmente livre a qualquer utilizador da Internet, inseriu-se numa prática que se traduz por uma livre reprodução e divulgação dos textos e fotos que são colocados na Internet, com a indicação, sempre que necessário, conveniente ou legalmente obrigatório, da sua origem/autoria;

5 - Sendo assim, a reprodução das fotos, por parte de "O Ovo da Serpente", apenas se conformou, pode dizer-se, a legítimos interesses do próprio autor das fotos, nelas auto-retratado (voluntariamente, claro!!!), que claramente pretendeu obter a maior divulgação possível, ao não limitar, nos termos da lei e de forma expressa, a reprodução do material que coloca no seus blogues;

6 - A ideia de que o conjunto de escritos publicados no blogue "O Ovo da Serpente" e na página pessoal do Facebook do Editor deste blogue, o jornalista profissional Paulo Reis, conteria violações de direitos juridicamente protegidos, daí resultando a prática de diversos crimes previstos no Código Penal de Macau, mais específicamente nos Capítulo V (Crimes contra a ordem e tranquilidade públicas), Capítulo VI (Crimes contra a honra), Capítulo VII (Crimes contra a reserva da vida privada) e Título III do mesmo CPM (Crimes contra a paz e a humanidade), concretamente os crimes previstos nos artºs 186º, 187º, 233º e 294º (Devassa da vida privada; Devassa por meio de informática; Ameaça com prática de crime e Discriminação racial) não faz qualquer sentido;

7 - Salientando apenas alguns dos pressupostos necessários à concretização de crimes referenciados em acusações avulsas divulgadas em escritos de acesso público e dirigidas a Paulo Reis por Luís Crespo a.k.a. "Leocardo", nomeadamente neste escrito, o Editor do blogue "O Ovo da Serpente" seria responsável, concretamente, pela prática de uma "Ameaça com prática de crime", crime previsto no artº 294º, Capítulo V (Crimes contra a Ordem e a Tranquilidade Públicas) do Código Penal de Macau;

8 - Acontece que não é perceptível que a população de Macau esteja actualmente a ser afectada por algum tipo de "alarme" ou "inquietação", resultantes de "ameaça com a prática de crime", por parte de Paulo Reis ou devido ao facto de o mesmo Paulo Reis ter feito "crer simuladamente que um crime vai ser cometido" aqui no Território;

9 - Note-se que esse alegado crime teria que ter uma determinada dimensão, para chegar, em termos de conhecimento, a largas faixas da população, por um lado; por outro, deveria ser algo de muito grave, por forma a cumprir os pressupostos do artº 294 e alcançar os alegados intentos criminosos de Paulo Reis. Saliente-se que o artigo atrás citado está inserido no Capítulo referente aos "Crimes contra a Ordem e a Tranquilidade Públicas", cuja moldura factual, para serem dados com provados, requer o cumprimentos de determinadas condições; 

10 - Para terminar, o Editor e os autores deste blogue recomendam a Luís Crespo a.k.a. "Leocardo" que consulte um advogado e peça que este lhe explique o conteúdo e consequências do Artigo 329º (Capítulo IV - Crimes contra a realização da Justiça) do Código Penal de Macau. Quando se é, em termos de conhecimentos jurídicos, semi-analfabeto e se junta a isso problemas de literacia, como acontece a Luís Crespo a.k.a. "Leocardo", está-se perante a tragédia do sapateiro que quer tocar rabecão. O sapateiro, normalmente, não tem unhas em boas condições, finas e afiladas, de tanto cortar couro, coser solas e, vez por outra, acertar com o martelo nos desdo, ao pregar pregos. As unhas são essenciais para tocar qualquer instrumento de cordas, excepto os que são percurtidos mediante a utilização de um arco, como o violino e o violoncelo. Estes casos, geralmente, terminam com um rabecão destruído e um sapateiro desiludido, obrigado a regressar a uma profissão onde anda sempre com as mãos onde os outros põem os pés.

Paulo Reis
pjcv.reis@gmail.com

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Quinta-feira, 24 de novembro de 2016
(...)
"Para terminar este longo texto, resultante do meu azarento encontro virtual com essa tão desagradável figurinha, o tal "Leocardo" (que é o boçal escriba que assina com o mesmo nome no "Hoje Macau", periódico dirigido pelo conceituado jornalista Carlos Morais José) e a fim de lhe poupar trabalho, fica aqui a indicação: praticamente todos os dias, a meio da manhã, VOU ATÉ AO CAFÉ CARAVELA, ONDE LEIO O JORNAL e bebo uma Coca-Cola. Se o tal "Leocardo" achar que lhe devo alguma satisfação ou pretender pedir meças, por causa do aqui escrevo, hoje, já sabe onde me encontrar e mais ou menos a que horas."

Sexta-feira, 25 de novembro de 2016
(...)
"Isso, não me assusta, seu homenzinho ridículo, e já que faz questão em não distinguir o que é pessoal do restante, fique a saber também o seguinte: NÃO SEI QUE CAFÉ É ESSE QUE FREQUENTA, SÓ SEI QUE NÃO FREQUENTO NENHUM  e apesar de "viver não muito longe de mim", terei-o visto duas ou três vezes na minha vida, se tanto, mas pode ter a certeza que da próxima vez que se cruzar com o Luís Crespo, este vai inquiri-lo sobre aquilo que o aflige."

Segunda-feira, 24 de junho de 2013
(...)
"SOU UM CLIENTE HABITUAL DO ESPAÇO, muito por culpa da proximidade com o meu local de trabalho. Chego mesmo a passar por lá apenas para beber um café a meio do dia, mesmo já me tendo desabituado a essa tradição tão portuguesa da “bica” a horas incertas “porque sim” (...) OS MEUS COLEGAS CHINESES, POR EXEMPLO, CUJA MAIORIA JÁ LEVEI AO CARAVELA, consideram deixar uma nota de cem por um almoço “uma ocasião especial (...) Não sou um grande adepto da pastelaria, que considero apenas “razoável”, e em alguns casos os preços tornam-se quase probitivos."

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Porque expulsei um negacionista do Holocausto das minhas páginas do Facebook e decidi esclarecer melhor quem é que ali pode comentar (1)

“Americans are so enamored of equality, they would rather 
be equal in slavery than unequal in freedom"
Alexis de Tocqueville

Na minha página pessoal e na página "Portuguese for Trump" (da qual sou o fundador e único administrador) não se discute nem se debate com ou entre Nazis, Neo-Nazis, Negacionistas do Holocausto, Negacionistas do Genocídio Arménio, Anti-Semitas, Hammerskins, Skinheads, Pedófilos, Supremacistas Brancos, Supremacistas Negros, Supremacistas Hispânicos, Supremacistas Cor-de-Rosa (e Supremacistas de todas as restantes cores do catálogo da Pantone...) membros do Black Lives Matter, membros do La Raza, da Nation of Islam, dos Black Panthers, dos New Black Panthers e da Ku Klux Klan (e, claro, também não se discute com deficientes mentais)

Não se discute nem se debate com ou entre  Muçulmanos Extremistas (embora até hoje não tenha encontrado um único Muçulmano moderado...) com membros do MEChA ("Movimiento Estudiantil Chicano de Aztlan"), do Aztlán, do MALDEF ("Mexican American Legal Defense and Educational Fund") - grupos extremistas de cidadãos Americanos (?) de origem mexicana que advogam a "reconquista" da Califórnia, Arizona, Nevada, Novo México e de partes do Colorado e do Texas, para resconstruir a "grande nação mexicana de há séculos atrás". Isto tudo é gente com quem não se conversa e a quem apenas se combate. Com todos eles, não há diálogo. Não se pode coexistir nem conversar com quem nos quer liquidar ou destruir. Sou cristão, mas não dou a outra face. Nessa matéria, prefiro o "olho por olho, dente por dente" do Velho Testamento. Ensinei isso aos meus dois filhos (que já são ambos adultos, crescidos e criados) e mostrei-lhes que não há almoços grátis e que "Outside it's a jungle" - na vida, ou matas ou morres, ou vences ou és derrotado. Expliquei-lhes também que nunca devem abrir ou aceitar uma guerra que não seja essencial para a sua própia sobrevivência - uma lição que me foi transmitida pelo meu grande amigo Miguel Lemos, já falecido.

Mas também lhes disse para aplicarem, em tudo, na vida, um princípio que o meu falecido pai, me inculcou e que concentra em si toda a as normas e regras éticas, morais e sociais da civilização judaico-cristã: "Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti". Graças a Deus - porque isso é coisa que ou nasce com as pessoas, ou não se encontra - os meus dois filhos nunca morrerão nem de parto nem de medo. A nenhum deles será feita "a cova com merda", o que acontece àqueles que "morrem de medo", como diz um ditado popular português, muito citado na aldeia onde nasceu o meu pai. Tal como em casa própria, quanto a páginas de Facebook, cada um manda na sua. Ninguém vai ensinar aos outros como devem governar a respectiva casa, sob risco de serem corridos à pedrada e ao pontapé. À lista de gente com quem não se deve discutir (mas estes não se combatem, porque não se justifica, devido a razões de vária ordem) devem juntar-se ainda os Bêbedos, os Vegans e os Supremacistas Animais (caso das pessoas que valorizam mais a vida de um cão, gato, boi, cabra ou galinha, do que a vida de um ser humano, seja em que situação for).

Aos Bêbedos, posso admitir que se lhes dê bons conselhos e Guronsans, caso estejamos especialmente bem dispostos e pacientes, durante algum encontro casual. Na minha página pessoal e no grupo "Portuguese for Trump", defendem-se valores muito claros e simples, como os atrás detalhados e que se podem sintetizar numa única frase: "Liberdade para todos, menos para os inimigos da Liberdade". Repito, mais uma vez: "Não se pode coexistir nem conversar com aqueles que nos querem liquidar". Nesses casos, ou se mata ou se morre. Cito aqui a única coisa inteligente que ouvi dizer ao Presidente da República Jorge Sampaio, falando de Portugal e dos Portugueses: "É preciso que aquilo que nos une seja mais do que aquilo que nos separa". Daí que eu nunca possa olhar para um muçulmano, mesmo que ele seja titular de documentos de identificação emitidos pelo Estado português, como alguém que esteja ao meu lado, sem hesitações, na defesa da Constituição da República Portuguesa, da Carta Universal dos Direitos do Homem (coisa que os muçulmanos destestam ao ponto de terem criado a sua própria "Declaração IslâmicaUniversal dos Direitos Humanos" - um título que é uma imbecilidade, porque "Islâmica" e "Direitos Humanos" são incompatíveis) e do Código Penal Português, se antes ele não declarar publicamente que rejeita as Suras do Corão que apelam à violência, à morte dos infiéis e ao espancamento das mulheres e sem rejeitar, também e totalmente, a Sharia, a Lei Islâmica - um conjunto de "princípios" (?) cujo único lugar aceitável é o cano de esgoto da História da Humanidade. 

Para ser justo, tenho que salientar que Jorge Sampaio, enquanto Presidente, fez outra coisa com que concordo: foi extremamente pressionado para condecorar essa caricata figurinha do Tenente-General de Engenharia, Rocha Vieira, com a mais alta condecoração do Estado português, a Ordem Militar da Torre e Espada, mas recusou. De facto, seria cuspir em heróis como João Bacar Djaló, capitão comando, morto em combate na Guiné, Almeida Bruno, Marcelino da Mata, Lobato Faria que, julgo eu, estão ainda vivos, mais essa lenda da Guerra Colonial, Alpoim Calvão, recentemente falecido. E seria também cuspir nas dezenas de Portugueses condecorados com esta Ordem Militar da Torre e Espada, entre 1963 e 1973, a maior parte dos quais caíram em combate.

Uma nota especial, em relação ao grupo "Portuguese for Trump". A intenção inicial era fazer deste grupo um ponto de encontro, discussão, apoio e promoção apenas da candidatura de Donald Trump. Vencida esta primeira batalha, outros combates se vislumbram, no horizonte. A França será o próximo e, provavelmente, teremos a Holanda, a seguir. Este grupo vai continuar, porque uma parte importante destas batalhas na guerra de defesa da civilização ocidental (2) trava-se hoje na Internet. A violentíssima e estalinística reacção à eleicão de Donald Trump, nos Estados Unidos, mostrou que a serpente não perdeu o veneno. Antes pelo contrário, tenta agora morder mais acima do que os calcanhares.

Já fui menos optimista do que sou hoje. Imagino, num futuro próximo, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde se sentam cinco membros permanentes com poder de veto das decisões daquele órgão, designados pelos seguintes países: EUA, Rússia, China, Inglaterra e França. Estarão lá em breve, embora representados por interpostas pessoas, Donald Trump, Vladimir Putin, Xi Jinping, Theresa May e Marine Le Pen. Pensando nisto, assim de repente, o mundo parece-me muito mais seguro.

(1) "Why did I blocked a Holocaust negacionist at my Facebook pages" and "Disclaimer for my personal Facebook page and for the Facebook group "Portuguese for Trump" - being translated to English, to be published soon.


(2) Sobre esta matéria, recomenda-se a leitura da obra de Jean Raspail, "Le Champs des Saints" (versão inglesa "The Camp of The Saints"; o título da versão portuguesa era foleiro à brava: “Mortos, todos nós – 200 milhões”). Li este livro em 1974, um ano depois de ter sido publicado, ainda eu estava en Angola. Em 2011, a obra regressou à lista de best-sellers, em França.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

La France se reveille, encore une fois!

Mais, maintenant, c'est une femme qui porte le drapeau: Marine Le Pen. Houve tempos em que a França teve homens e mulheres à altura da sua História. Numa época de enorme incerteza e perturbação, as vozes que nos chegam da Europa profunda, a Europa cristã, a Europa dos nossos antepassados, construída à espadeirada no costado dos malditos turcos, nas Portas de Viena, dizem-nos que essa alma não morreu.
No dia 27 de Maio de 1943, reuniu pela primeira o Conselho Nacional da Resistência francesa, em Paris. Para dirigir aquela estrutura, um ideia do general de Gaulle, exilado em Inglaterra, foi escolhido o ex-presidente da Câmara de Paris, Jean Moulin, 44 anos de idade. No dia 21 de Junho do mesmo ano, numa operação chefiada pelo sinistro Klaus Barbie, chefe da Gestapo de Lyon, Jean Moulin foi preso, num bairro dos arredores daquela cidade. Durante semanas, os torcionários da Gestapo massacraram o ainda jovem "marchand d'art", proprietário de uma galeria, "Romanin", que lhe servia de cobertura. 
A  férrea vontade de Jean Moulin e a sua inacreditável resistência física levaram-no a aguentar torturas inimagináveis, de dia e de noite, sem que uma palavra saísse da sua boca. Os esbirros da Gestapo desistiram, derrotados neste combate entre o ódio e a coragem. Jean Moulin foi metido num comboio de transporte de gado, no meio de milhares de judeus, com destino a Auschwitz. Morreu na noite de 8 de Julho de 1943, durante uma curta paragem na estação de Metz , sem ter ainda abandonado a sagrada terra da sua amada França.
Olhando para trás, para este passado recente, quando a Europa ainda era uma terra de Nações e não a conspurcada "Europa" (?) sem fronteiras e sem alma que hoje é, podemos dizer que esse foi o tempo em que homens como Jean Moulin não eram raros. É chocante pensar na quantidade de oxigénio que hoje em dia se desperdiça, ao ser introduzido em algunspulmões humanos que, se fossem cheios de água, nenhuma diferença daí viria, para o mundo...

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Barak Hussein, still a President and, yet, a killer?

To pour gasoline on the fire is something not expected from the President of a nation. Unless that President has hidden inside his heart, since childhood, a deep hatred for most of his fellow Americans, including his own mother, who's existence he completely ignores, because she was white. Remember that this despicable creature was able to write a book about his father's dreams (his father was a Black man...) but he only met his father once, for a few days, when he was 10 years old.

President Obama praised and stimulated the violence that rages in many American cities, with thousands of demonstrators requesting Donald Trump to step down and give up his right to be the next American President: "I would not advise people who feel strongly or who are concerned about some of the issues that have been raised during the course of the campaign, I wouldn’t advise them to be silent.”

For those who may be surprised with this act of pouring gasoline on the fire, don't forget the words of Jeremiah Wright, the Pastor of Obama's church. Take a look at the video and you will heard what Obama heard (and agreed with...) during dozens of years, on Sunday services at that church: hate, hate and more hate, directed against White people.

Two Trump supporters have already been murdered by anti-Trump activists. We can expect more victims, after this. With that encouragement for political violence against his opponents, proffered during his visit to Germany, Barak Hussein shows his real face: the face of a killer, who just sits down and enjoys, while his country burns with the help of his message. At the end, like Pilates, he will try to wash the blood from his hands. But the blood of innocents is very difficult, almost impossible to wash out...

O legado de Obama no que toca à comunidade negra


- 73% das crianças negras crescem numa família sem pai (72% são filhos de mães solteiras); 
- o desemprego geral entre a comunidade negra atinge 20% (51% entre os 17 e 20 anos, de acordo com dados citados pelo próprio Bernie Sanders);
- o desemprego entre os brancos é de 7%; 
- estatísticas do DOJ mostram que os negros são 13% da população e 50% das vítimas de homicídio
- os negros do sexo masculino são 6% da população e 50% da população prisional
- 44% das mães solteiras negras vivem abaixo do limiar da pobreza; 
- apenas 56% dos jovens negros termina o ensino secundário (78% dos brancos fazem-no). 

Parabéns, Obama!!!!

Um Porco Triunfante (Jornal Tribuna de Macau, 18 de Novembro de 2016)


A nova solução final

O combate à liberdade de expressão aumentou de intensidade, nas redes sociais, na sequência de decisões tomadas após a vitória de Donald Trump. Estas decisões têm um objectivo fundamental: permitir que a campanha anti-Trump, em curso nas redes sociais desde o início da campanha eleitoral, não tenha opositores, garantindo, ao mesmo tempo, que a expressão de ideias semelhantes às dos apoiantes de Trump é quase completamente apagada da Internet. 
O Twitter deu o pontapé de saída, apagando inúmeras contas de pessoas que considera serem de extrema-direita. O Google vai aplicar um filtro que retira publicidade (com o seu sistema AdSense) aos sites que considera serem de extrema-direita e produtores de notícias falsas. 
O Facebook fez o mesmo, em relação à publicidade. Ambos (Facebook e Google) estão a preparar uma nova versão dos seus "Terms of Service", onde os utilizadores terão que assumir o compromisso de "não apoiar, difundir ou defender ideologias de extrema-direita, anti-democráticos, racistas, misóginas, etc, etc". 
O poder de decidir quem tem direito a utilizar as redes sociais, para exprimir as suas ideias políticas, passa a ser controlado por três empresas (Twitter, Google e Facebook), cujo único objectivo é maximizar os lucros dos seus accionistas. Um pequeno núcleo de decisores, nestas empresas, trabalhando de forma coordenada, definirá quem é apagado das redes e quem não é, de acordo com critérios e formas de análise que são desconhecidas do público, dos utilizadores das redes e da maioria dos políticos - neste caso, o Google tem ligações específicas a determinados grupos políticos. De uma só penada, "1984", "O Triunfo dos Porcos" e o "Admirável Mundo Novo" tornados realidade. 



Martin Niemoller (1892-1984), pastor protestante alemão, adversário de Hitler, que passou sete anos num campo de concentração nazi (texto adaptado)

First they came for the Socialists, and I did not speak out -
Because I was not a Socialist.
Then they came for the Trade Unionists, and I did not speak out - 
Because I was not a Trade Unionist.
Then they came for the Jews, and I did not speak out - 
Because I was not a Jew.
Then they came for the "Fake News" Website authors, and I did not speak out - 
Because I was not a "Fake News" Website author.
Then they came for the "Right-Wing" Website authors, and I did not speak out - 
Because I was not a "Right-Wing" Website author.
Then they came for me - and there was no one left to speak for me!


Fernanda Câncio, uma potencial assassina estalinista

A ex-namorada de José Sócrates faz parte das fileiras daquele tipo de gente que sonha com o Gulag, admira os campos de concentração e adorava viver nos tempos da Inquisição. Lendo o que ela aqui escreve, corre-me um arrepio pela espinha abaixo. Fosse a Fernanda Câncio alguém com mais poder do que é, teríamos programas especiais para examinar as crenças de professores evangélicos, psicólogos católicos e médicos testemunhas de Jeová.
A Fernanda Câncio é um nojo tão grande, tão grande que, neste seu texto, desanca em católicos, evangélicos, Testemunhas de Jeová mas, vergonhosamente, quando chega a vez dos muçulmanos, faz de conta que não existem:
"Como se não houvesse ainda países, e não assim tão poucos (mais de 70), em que a homossexualidade é crime e 10 onde a pena prevista é a morte; como se essa criminalização da homossexualidade não estivesse, sempre, ligada a ditames religiosos." - Perceberam?
Fazem ideia de quais são estes 70 países em que a homossexualidade é crime e estes 10 (são 12, por acaso) onde é punida com pena de morte? A Fernanda Câncio não o diz, porque são todos países muçulmanos. E um dos objectivos de vida e de jornalismo da Fernanda Câncio é branquear, camuflar e desculpar os crimes do Islão, para quesa seita possa crescer e aumentar o seu poder em Portugal. Será que gente como a Fernanda Câncio merece ser titular dos direitos que uma sociedade democrática concede aos seus cidadãos, dada a persistência com que ela tenta destruir esses direitos? O que dizer de uma jornalista (?) que é totalmente contra a "a defesa desmiolada da "liberdade de expressão"?

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

The Apocalypse of the American Mainstream Media


Some rules have changed, for the USA 2016 presidential elections. The changes were decided by a loosely-affiliated group of organizations from mainstream Media, shadowy politicians, large social media companies, big financial players, foreign NGO's (Non-Governmental Organizations) top-positioned government members and staff from one of the candidates.
They agreed to follow special guidelines for covering Trump's campaign. To justify the changes and the existence of the new guidelines, they used the same arguments that neo-nazis use to take the blame of the Holocaust out of Hitler's regime: it was the Jews fault, they brought it upon themselves, with their own segregationist behavior and lack of integration in the German society.
Some journalists elaborated, later, in order to make those guidelines more clear. Many of them used their own newspapers to explain to colleagues why and how they were allowed to liquidate Trump. New York Times columnist Nicholas Kristof, for example, referred that applying "fairness" to the billionaire candidate could risk "normalizing Donald Trump", without the public "fully acknowledging what an abnormal candidate he was".
BuzzFeed News published a memo telling it's reporters that it was fine to call Trump "a mendacious racist" on social media. Donald Trump received a "different, harsher treatment than any candidate in memory", according to Ezra Klein, from Vox news site - something that "he deserves", she stressed.
"Trump is the most dangerous major candidate for president in memory", the columnist of Vox news site said. To Erza Klein, the different nature of Donald Trump made "members of the media think he is a threat to the free press as an institution" and believe "there is something abnormal about him, about his campaign".
The above specific characteristic made Trump "too dangerous for normal rules" - meaning, applying principles of truthfulness, accuracy, objectivity, impartiality, fairness and public accountability was no more possible, wrote Howard Kurtz, a Fox News analyst.
The same opinion had journalist Gleen Greenwald, who told Slate magazine that “the U.S. media is essentially 100 percent united, vehemently, against Trump, and preventing him from being elected president” - a strategy that Greenwald has no problem with.
Michael Kinsley, from Vanity Fair, considered that "treating Donald Trump seriously was a serious problem". The billionaire "is utterly unqualified to be president of the United States", for the Vanity Fair journalist. This assertion took "Media outlets and candidates alike" to ponder "how to take down Trump", revealed Kinsley.
Another prestigious journalist (Liz Spayd), from a highly considered newspaper - New York Times - analysed the problem from another point of view. She considered that it was not possible to "belief that Hillary's mistakes (...) were even close to par with Trump's".
Doing that, would be to distort the reality and create what is called "false balance": to present each side of a debate as equally credible (both presidential candidates) when Trump was a abnormal person, completely unqualified to be president.
So, during this presidential campaign, American mainstream journalists acted like a lynching mob, carrying torches and following orders instead of principles taken from a Handbook of Journalism. But they failed to tie the noose around the neck of the victim. It's only a question of time until they find themselves hanging from a tree, as their utility, after this failure, was greatly reduced.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Contention in Victory, Dignity in Defeat, Fury if Cheated!

Whatever the result of this elections, there is a main task to be accomplished. The Republican Party needs to be rebuild. Around 200 years BC, Roman legions were fighting a merciless war, in what are today the mountains of Serra da Estrela and the plains of Alentejo.
Their enemy was a "very strange people" that, according to a letter to the emperor, sent by Roman general Galba, "does not accept to be ruled and it's not able to rule themselves". That people were the Lusitanians, ancestors of my people, the Portuguese, resisting to Rome in Iberia, which is today the territory of Portugal and Spain.
The Lustanian leader, Viriatus, was one of the most successful generals to ever have opposed the powerful Roman legions. During the decades he fought the Roman empire, he was defeated in battle only once.
On 131 BC, Viriatus sent three of his trusted aids, Audax, Ditalcus and Minurus, to the camp of Quintus Servilius Caepio, Iberia's Governor and military commander. They had instructions to try to negotiate a peace agreement with the Roman general.
But Quintus Servilius Caepio bribed the three ambassadors. They returned to Viriatus camp and killed him, while he was sleeping. Then, they went back to the governor of Iberia and ask him the payment for their services.
Quintus Servilius Caepio gave them an answer that is still widely used, nowadays, in Portugal: "Rome does not pay to the assassins of their own generals".
The Republican Party must gather and expel from it's ranks the so many candidates to assassins of their general, Donald Trump. People like Paul Ryan has no place in that party. And the man best suited to organize and carry forward this cleaning task is Ted Cruz.

It's Justified to Kill your Political Opponent if his Name is Donald Trump

What is the difference between voting Trump and having incest with your 9-years-old-daughter? None. Both acts - according to Hillary Clinton supporters - are against human nature, a violation of thousand years old taboos, a crime against man's law and a terrible breach of moral and ethical standards. It's understandable that those negative aspects apply to incest with a 9-years-old-daughter. It's more difficult to realize why Donald Trump is put, side by side, and compared with that horrific practice of sex with a child - worst of all, your own child.

Quite a few movie stars, singers and personalities, all over USA, have pledged to leave United States and run to several places (Africa, Canada, Mars, etc) if Trump wins. A few minutes ago, I watched BBC interviewing several American citizens and asking what were they planning to do if Trump wins this election.

"Run to the Canadian border", said a woman on her 30s. A Portuguese journalist, Alexandra Lucas Coelho, wrote yesterday, in a opinion column on newspaper Público, that Donald Trump was "garbage" and if he wins, "we (she, her friends and her political allies...) have to go for the guerrilla warfare".
Another Portuguese journalist, Teresa de Sousa, also at the Público, wrote that, if elected, Trump "can be more destructive that the wars of George Bush". Fernanda Câncio (one more woman, another Portuguese journalist...) said that Trump is a "impulsive and compulsive yokel" and hopes he "gets the most humiliating defeat".

During Second World War, the ghetto of Lodz, in Poland,was the last one to be liquidated. When German troops invaded Poland and took control of the city, the ghetto was a motive of curiosity. SS officers and their wife's used to drive to the gates of the ghetto and stay there, inside their cars, looking at the the old and long-bearded Jews, with amazement.

But, one day, the officer in command of the city garrison ordered a group of Polish workers to go to the main gate of the ghetto and take out the cobblestone that paved the streets. It was beginning of winter and, every day, rain felled on the city. Soon, mud covered the all area and the Jews fought hard to walk around.

Their clothes were wet and full of mud, as their legs went down, deep until the hips, in the soft land. The German officers and their wife's kept coming, but with a different mood. Before, when they saw those proud Jews, dignified even in misery, they looked a little bit worried, even afraid.

Now, watching those men and women, all covered with mud, carrying children, striving for walking a few meters, Germans laughed and took pictures. Those were the Jews they knew, from their childhood, from the leaflets, school books and posters: "untermenchen", sub-humans, more close to animals than human beings.

Once you degrade your enemy and consolidate the idea that he doesn't have the necessary qualities to be admitted as a political opponent; once you made clear - not with arguments, but with accusations and insults - that your enemy does not deserve to be placed among normal people; once you convinced enough of your supporters that your enemy is a clear and present danger for the survival of Democracy in your country, you may have won a battle.

But you sure will lost the war, because soon or later, people starts to think and ask questions. People will want to know why Trump is "garbage". Why so many Hollywood stars need to run away from America, if Trump wins. Why is he so dangerous for Democracy that people has no other option, if he is elected President of USA, unless fight him, arms in hand, until he is killed.

"Look well / There ain't only seagulls ashore / When a man starts to think..." - These are the first verses of a well-know Portuguese revolutionary song from José Afonso (Not my genre of music and/or ideology. But wise words that can work as a example, here)