segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Jornalistas portuguese de cócoras perante o Xeque Munir?

Já lá vai um ano, mais ou menos, que foi publicada a última notícia sobre a alegada agressão do xeque Munir à sua mulher. Na altura, não ouve ninguém que não referisse o facto, com imagens da senhora a sangrar do nariz. Soube-se, dias depois, que a mulher do xeque Munir tinha sido expulsa da Mesquita de Lisboa, onde residia com o marido. E a seguir, uma pesada cortina de silêncio caiu sobre o assunto. Nunca mais houve uma notícia, sequer, a dar conta da evolução do caso. Nenhum jornalista ficou curioso? Nenhum tentou saber o que aconteceu? Houve divórcio? Amigável? Litigioso? Como ficou a agressão? O que concluiu a polícia? Que houve agressão? Que Munir foi o agressor? A senhora é bipolar, como acusou o xeque Munir? Foi auto-agressão? Tentaram saber mas foram amordaçados? Mandaram-os ajoelhar e colocaram-lhes uma coleira? Fizeram-nos sentar no chão, abanar o rabo e deitar a língua de fora?

Acho (pouca) piada que este silêncio se estenda de uma ponta à outra da nossa Comunicação Social e abranja, até, jornais como o Correio da Manhã que, muitas vezes, "mija fora do penico". Neste caso, terá apontado a sua "caneta" ao mesmo recipiente que os outros. Quem lançou esta cortina de silêncio sobre um assunto extremamente incómodo para o xeque Munir e para o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Karim Vakil? Quem conseguiu, de forma tão abrupta, contundente e eficaz, enterrar esta história da alegada agressão do xeque Munir à sua mulher? Quem conseguiu meter no mesmo saco jornais como O Diabo e o Correio da Manhã, televisões como a impiedosa TVI e a sedenta SIC?

Tenho alguma experiência pessoal da capacidade, persistência e determinação do lobi muçulmano português, quando alguma notícia coloca em causa a fachada da sua comunidade, tão àrduamente construída. Deu-se o caso de, n'O Independente, ter publicado algumas notícias pouco agradáveis para eles. Por exemplo, uma notícia sobre a recomendação do angélico xeque Munir, aos crentes, após as orações na mesquita, de um livro que era a "Bíblia" de um grupo de extremistas. Ainda a tinta dessa edição não tinha secado e já um familiar de Abdool Karim Vakil telefonava à directora d'O Independente, a oferecer-se para imprimir o jornal, muito mais barato - imagina-se a troco de quê...


Eu gostava muito de conhecer a lista de jornalistas avençados pelo BES, que nos foi prometida há mais de 100 dias, pelos jornalistas encarregues, em Portugal, da investigação dos "Papéis do Panamá". Mas também gostava muito de saber o que é que aconteceu ao caso da alegada agressão do iman da Mesquita de Lisboa, xeque Daud Munir à sua esposa, Nazira Barakzay.

domingo, 31 de julho de 2016

O triunfo final do terrorismo islâmico

O contra-ataque do Islamismo, perante a reacção do Ocidente ao terrorismo, desenvolveu-se em duas etapas. Na primeira, criou-se o conceito de Islamofobia, como instrumento para impedir toda e qualquer crítica ao Islão. Com a colaboração activa da Esquerda, dos Liberais e de franjais marginais da sociedade, extremamente agressivas, como as organizações LGTB e os movimentos racistas negros, generalizou-se a utilização desse conceito para silenciar não só as críticas ao Islão como também qualquer conclusão que apontasse para uma ligação entre Islamismo e terrorismo.

A segunda fase, com os mesmos intervenientes, teve início há pouco menos de uma semana e, para já, concentra-se na Europa. Fernanda Câncio, uma jornalista atenta e veneranda a todas as causas de Esquerda, Liberais ou LGTB, resumiu bem os objectivos desta campanha de destruição da Liberdade de Imprensa e de Expressão na sua coluna de opinião no Diário de Notícias: "Ontem, vários media franceses anunciaram que vão deixar de mostrar a cara dos perpetradores de ataques de terror e, até, deixar de publicar os seus nomes. A ideia, sustentam, é evitar a "glorificação póstuma" e não "colocar as vítimas e algozes no mesmo plano". E, digo eu, tentar impedir o efeito contaminação/mimetismo."

Fernanda Câncio alinha, obviamente, com os objectivos desta segunda campanha de contra-ataque do Islamismo (o que não é novidade): "Perguntemos, então: é interesse público incrementar a histeria, fazer o favor ao Daesh de propalar o seu nome e o seu poder, fornecendo-lhe "mártires" e "soldados" antes mesmo de este os reivindicar como seus?" Claro que não, garante a (de vez em quando...) perspicaz jornalista: "Diria que não; que o interesse público é não deixar que o terror nos consuma, que demagogos, cavalgando o medo e prometendo muros e apartheids, nos levem a querer pôr em causa o essencial: democracia, liberdade, igualdade, Estado de direito.


O último argumento desta jornalista, (mais conhecida por ter sido namorada de José Sócrates) no seu afã de ver aplicadas as directivas traçadas pelo Islamismo, é bem elucidativo do preço que ela aceita que a sociedade ocidental pague, como penhor para aplacar os terroristas islâmicos: "Interesse público não é gritar fogo num teatro cheio." Pois não. Para Fernanda Câncio, interesse público é dar uma mãozinha aos terroristas islâmicos, ajudando-os a fechar as portas do teatro, de forma a garantir que todos os espectadores acabem carbonizados. Fernanda Câncio esqueceu-se de explicar se as mesmas medidas que alucinadamente defende, em relação aos terroristas islâmicos, também deveriam ser aplicadas aos terroristas de extrema-direita. Mas isso, percebe-se. Favores, só aos amigos.

domingo, 24 de julho de 2016

The Munich Killer: A Most Wanted Conclusion

The Munich killer, Ali Daud (a.k.a. David) Sonboly, had "an 'obvious' link" with the fifth anniversary of Breivik's massacre, said Hubertus Andrae, Munich police chief. No other evidence was mentioned, apart the fact that the Munich killings took place 5 years after the Breivik's massacre. Ali Daud Sonboly had also a image of Breivik in his WhatsApp account, according to former non-identified classmates, quoted by German newspapers. No image of his profile in WhatsApp was seen, in the Media. These details were the most mentioned in all mainstream Media, with the obvious conclusion: Ali Daud was not a islamic terrorist but a deranged young man, with an obsession by mass killings and inspired by a extreme-right assassin - a most wanted conclusion for all leftists and Islam-lovers.

Some question need answers. A Glock 17 is one the most powerful and efficient guns, used by many law-enforcement agencies, all over the world. Germany has the most stringent and draconian laws about gun ownership, in all the world. It makes guns and ammunition very, but very expensive, in the black market. How did Ali Daud Sonboly, a young student, son of a modest taxi driver, got money to buy a Glock 17 and 300 bullets? How did he got contacts in the black market, in order to purchase such a gun, the kind of deal that black market operators only do with "trustable" people?

Ali Daud Sonboly was born in Munich but has been living there only since the last two years. Where was he, before? Was he alone or with his family? 
Ali Daud Sonboly shot 36 persons (9 died, 26 were injured), while walking through the corridors of the Olympic mall. Anyone with experience of firearms knows how difficult it is to shoot while moving and the amount of training hours needed to be able to master that ability. Where did Ali Daud Sonboly acquired that capacity?
Why did German police referred that the he"has been identified 'within the framework of Interpol"?

domingo, 17 de julho de 2016

Movimento negro quer abolir a PSP e a GNR

Um grupo que se auto-identifica como "portugueses e imigrantes não-brancos residentes em Portugal" subscreve hoje um documento, no jornal Público, onde afirma estar disposto a "todos os combates que for necessário travar", usando "todos os meios" ao seu alcance, incluindo "um combate sem tréguas", a fim de extirpar o "racismo branco da sociedade portuguesa".

Começando por referir a recente conquista do Campeonato Europeu de Futebol, os subscritores do comunicado reivindicam "orgulhosamente os triunfos de atletas" com os quais se identificam: "O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches, de William Carvalho, de Éder, de Nani e de Ricardo Quaresma - filhos e netos de criadas, empregadas de limpeza, trabalhadores da construção civil."

No entanto, os triunfos desportivos de "tantos portugueses não-brancos está a ser posto ao serviço da reprodução de narrativas mitológicas, descrevendo um país multicultural e não racista, que não existe e nunca existiu (...)", recuperando um passado "glorioso dos Descobrimentos" que é classificado apenas como uma "pilhagem colonial e de redução dos nossos povos à indignidade da escravidão".

Os subscritores do documento acusam Portugal de ser um país "cujo currículum educativo deprecia a população não-branca" e que "pratica o terrorismo de Estado (...) nos bairros periféricos de Lisboa (...) onde se conccentram as populações não-brancas" e onde a polícia "se comporta como um exército ocupante levando a cabo, com total impunidade, execuções extra-judiciais". Portugal é, ainda, "um país cujo hino e bandeira celebram a conquista e a vitória sobre os nossos antepassados" (sic).

Para "passar da celebração a um combate sem tréguas, por um país que ofereça a todos os seus habitantes real igualdade de oportunidades", João Delgado, Kitty Furtado, Mamadou Ba e Sadiq S. Habbib exigem, entre outras coisas:

- o fim do direito de exclusividade para os brancos, na saúde, na função pública, nos órgãos de comunicação social, escolas e universidades;

- o fim imediato das operações do Corpo de Intervenção Rápida "nos nossos bairros" (sic);

- a "abolição total da PSP e da GNR e sua substituição por mecanismos de garantia da segurança colectiva, baseados nas comunidades";

- "uma comissão de inquérito independente aos assassinatos perpetrados pela polícia";

- "a exclusão de conteúdos racialmente discriminatórios dos manuais escolares e do Plano Nacional de Leitura";

- "o direito à nacionalidade e cidadania plena" para todos os nascidos em Portugal e "para todos os habitantes no território nacional que a requeiram";

- "o direito ao voto para todos os residentes em Portugal";

O grupo de subscritores deste texto, intitulado "Da celebração ao combate", termina com uma promessa: a fim de alcançar os seus objectivos, "estamos aqui para todos os combates que for necessário travar (...) usando todos os meios ao nosso alcance. Ainda não conquistámos nada".

sábado, 25 de junho de 2016

O Brexit visto pelo MEC, um merdoso com cheiro a nazi

Miguel Esteves Cardoso é, sem dúvida, um dos mais brilhantes escritores da sua geração. Junta a isso uma costela de gastrónomo, perceptível nas suas inúmeras crónicas e apontamentos sobre a boa mesa, os melhores restaurantes, os vinhos de maior qualidade e, para rematar os melhores cafés de todo o mundo. Mas Miguel Esteves Cardoso reagiu com especial sensibilidade ao Brexit, que levará o Reino Unido a sair da União Europeia. Na minha opinião, reagiu como um merdoso, algo que nunca teria acontecido aos residentes em Downtown Abbey, se fossem mais do que personagens de uma série televisiva. 

Numa crónica no Público, MEC diz sentir-se “triste que uma pequena maioria tenha decidido sair da União Europeia”. A Democracia, pelos vistos, é um bom sistema político, excepto quando o nosso lado perde. Os votantes da sua cor são considerados uma “imensa minoria” que integra aqueles que “são mais bem educados, mais cosmopolitas, mais jovens, mais liberais – e obviamente os mais privilegiados”.

Os 52 % vencedores deste referendo, para Miguel Esteves Cardoso, são “os ingleses, escoceses, galeses e irlandeses do Norte que são os menos simpáticos - incluindo os mais repugnantes (…)” Para o sempre bem-disposto Miguel Esteves Cardoso, esta faixa da população parece ser uma “gentinha” que tem mais de 40 anos, deixou de estudar aos 16 anos e não saberá vestir outra coisa que não sejam calças de fato de treino.

Para o cronista dos bons prazeres da vida, devia criar-se um novo estado soberano, com capital em Birmingham (em Swansea, nos meses de Verão) para onde se deportassem “todos os ingleses e galeses que quiseram sair da União Europeia. Para as “áreas menos lindas do Sul”, onde a maioria votou também por sair da UE, Miguel Esteves Cardoso propõe que fossem “doadas com alívio e sinceridade a quem quisesse viver independentemente sem quaisquer contactos com estrangeiros de qualquer espécie.”

A crónica de Miguel Esteves Cardoso termina com um lamento a cheirar ao Reichsfurer Himmler, quando se debruçou sobre o mapa da Polónia recém-conquistada, a planear a forma de tornar esse país “Judenfrei” (livre de Judeus…): “Que pena não se poderem aproveitar os resultados deste referendo para redistribuir as populações do Reino Unido de maneira a juntar pessoas que partilham a mesma mentalidade insular e inglesinha e impedir que fossem incomodadas por alienígenas.” Abbey Road de um lado, camponeses do outro. A chatice é que, depois, comiam merda, provavelmente, por não have gente para cultivar a terra.

Não sei se Miguel Esteves Cardoso não terá dito, entre dentes, “Sieg Heil”, ao teclar estas últimas frases da sua crónica abjecta. Ter-lhe-á passado pela cabeça a enorme dificuldade em levar a cabo uma deportação em massa com esta dimensão? Heinrich Himmler também se viu perante esse desafio e acabou por optar pela construção de vários campos de extermínio na própria Polónia. Será que Miguel Esteves Cardoso pensou nas consequências desta deportação em massa? Como é que seria possível garantir que, nos locais marcados para habitação da raça escolhida – os “mais bem educados, mais cosmopolitas, mais jovens, mais liberais – e obviamente os mais privilegiados” – haveria empregados de mesa suficientes para garantir um bom serviço nos restaurantes que o Miguel Esteves Cardoso gosta de frequentar?

A mesma questão se pode levantar em relação aos empregados de cozinha. Talvez o cronista devesse pensar na hipótese de transferir alguns dos “mais repugnantes” apoiantes do Brexit para lavarem os pratos e os copos nos mesmo restaurantes. Claro que teriam de residir em zonas pré-definidas, de forma a que o seu odor não provocasse terríveis enjôos aos membros da “imensa minoria” que saiu derrotada do referendo. Mas isso também não seria impossível. Bastava recolher-se a experiência dos nazis com os trabalhadores-escravos.

Penso que a melhor de todas as soluções, tanto para o Miguel Esteves Cardoso como para a “imensa minoria”, seria exterminar os “menos simpáticos (…) incluindo os mais repugnantes”, garantindo que esses 17 milhões não voltariam a votar, sobretudo agora que a parte derrotada tenta obrigar a um segundo referendo. Isso também não seria difícil. Há uma série de artigos e gráficos, publicados por pró-europeístas,que explicam bem a clivagem do voto etário.

A maioria dos idosos com mais de 65 anos, por exemplo, votou Brexit. Neste conjunto de artigos e gráficos também se rejeita esse direito ao voto, clamando que os velhos de 65 anos viverão apenas mais 10 ou 15 anos suportando as consequências do seu voto. Como os jovens de 25 anos, que votaram maioritariamente contra o Brexit, terão de viver mais 50 ou 60 anos com os resultados deste referendo, estes teóricos de segunda volta afirmam que os resultados não são aceitáveis, por causa disto.

Se o direito a voto dependesse do número de anos de vida sob as medidas em discussão, seria fácil exterminar, nem que fosse apenas eleitoralmente, 5 ou 6 milhões de apoiantes do Brexit. E pronto: a “imensa minoria” de Miguel Esteves Cardoso, composta por cidadãos “mais bem educados, mais cosmopolitas, mais jovens, mais liberais” passaria a mandar na “pequena maioria”  de “menos simpáticos - incluindo os mais repugnantes”, uma “gentinha” que tem mais de 40 anos, deixou de estudar aos 16 anos e não saberá vestir outra coisa que não sejam calças de fato de treino.

Já agora, para que o Miguel Esteves Cardoso não fique frustado com a impossibilidade física de “redistribuir as populações do Reino Unido”, de acordo com os resultados deste referendo, deixo-lhe aqui uma sugestão para ocupar o tempo, sobretudo naqueles seus almoços que duram até à hora do jantar. Trata-se de um jogo tipo monopólio, bastante antigo – foi lançado no mercado em 1936 – e que garante um divertimento semelhante à redistribuição territorial de ingleses, galeses, irlandeses e escoceses, divididos em apoiantes e oponentes do Brexite, que o Miguel Esteves Cardoso tanto gostaria de poder fazer. Neste caso trata-se do jogo “Juden Raus” (Judeus Fora!). A lógica do jogo é simples: movimentar peças (os Judeus) de forma a colocá-las fora das muralhas da Alemanha, em locais de onde fossem transportados para a Palestina.

Basta que o Miguel Esteves Cardoso, como bom merdoso que demonstra ser, nesta crónica, substitua “Juden” por “Brexit” e faça umas pequenas alterações geográficas para poder satisfazer os seus sinistros desejos lambuzados de bosta nazi, seleccionando seres humanos aos milhões e transportando-os de comboio “de maneira a juntar pessoas que partilham a mesma mentalidade insular e inglesinha e impedir que fossem incomodadas por alienígenas.”

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Anti-semitismo no Correio da Manhã

Fiel aos seus pergaminhos, o jornal mais vendido de Portugal retoma, na edição de 22 de Junho, o seu tom anti-semita. Num editorial assinado pelo Editor da secção “Mundo”, Francisco J. Gonçalves, levanta-se a interrogação sobre qual será o país que mais apoia o terrorismo. O Editor do “Mundo” explica que os Estados Unidos colocam o Irão no topo da lista de países terroristas.

Francisco J. Gonçalves discorda disso. Porque o Irão apenas apoia “o Hezbollah, grupo radical que é o verdadeiro poder no Líbano e que é também o mais forte contra-poder à expansão de Israel.” Para além disso, o Irão apoia ainda Bashaar Assad, o ditador sírio, não parecendo vir daí nenhum mal ao mundo. Por último, frisa Francisco J. Gonçalves, Teerão apoia “o Hamas, que usa métodos terroristas numa luta nacionalista contra Israel”.

Explicado tudo isto, o Editor do “Mundo” do Correio da Manhã concluiu que há algo que, para a Casa Branca, “tem mais peso que a segurança da Europa e dos EUA: a segurança de Israel.” Ou seja, depois de legitimar a luta do Hezbollah e do Hamas contra Israel (não considerando estes dois grupos como terroristas) Francisco J. Gonçalves utiliza um dos argumentos mais queridos da estirpe anti-semita e neo-nazi: o mito de que os Judeus dominam o mundo, começando pelos EUA.

O mesmo “jornalista” já antes tinha mostrado os seus dotes de autêntico candidato a Reichsführer de umas futuras Schutzstaffel (SS) palestinianas, num texto de opinião datado de 14 de Outubro de 2015, onde classifica Israel como um país “criado em terras roubadas (...) com contas por saldar com a História”. Isto a propósito de uma guerra em Israel que agora se faz à faca – disse - embora o governo judaico classifique “os agressores como terroristas”. Coisa que, na óptica de Francisco J. Gonçalves, não parece ser verdade.

Por outro lado, o Correio da Manhã também é useiro e veseiro em distorcer os episódio de confrontos entre terroristas palestinianos e israelitas, na chamada “Intifada das facas”. Neste caso, um texto do CM não se esquece de mencionar que os ataques podem ser “presumíveis ataques”, por exemplo, resultando, quiçá, de mais uma sinistra montagem dos terríveis judeus e não de uma realidade visível e perceptível.

A propósito da afirmação de Francisco J. Gonçalves sobre o facto de o Hamas usar “métodos terroristas numa luta nacionalista”, seria curioso saber se os programas infantis da TV do Hamas, onde crianças de 5 anos apelam ao extermínio total dos judeus são enquadráveis na tal “luta nacionalista”...

terça-feira, 7 de junho de 2016

A nova Liberdade de Expressão e o fim da Democracia

A jornalista sueca Ingrid Carlqvist, cuja página
no Facebook foi apagada sem qualquer explicação
 
Há poucos dias, um grupo de manifestantes perseguiu e agrediu violentamente vários apoiantes de Donald Trump que assistiam a um comício, em San José, na Califórnia. A presença de perto de 300 polícias não foi suficiente para impedir as agressões dos manifestantes anti-Trump, muitos dos quais empunhavam bandeiras mexicanas. Ao longo dos confrontos, os manifestantes anti-Trump queimaram bandeiras norte-americanas e chapéus com inscrições da campanha do candidato republicano. O Presidente da câmara de San José, reagindo a esta situação, considerou Trump como responsável pelos confrontos: “Não gostamos daqueles que utilizam tácticas de campanha demagógicas, colocando membros da nossa comunidade uns contra os outros, para alimentar as suas próprias ambições políticas”, afirmou Sam Licardo ao jornal britânico The Guardian. Para o presidente da câmara de San José, de origem mexicana e apoiante de Hillary Clinton, a maior responsabilidade dos confrontos pertenceu à candidatura de Donald Trump, acusada de “vir para a cidade provocar problemas que, depois, a polícia local tem que resolver”.

A presença do candidato republicano nessas cidades, acrescentou o “mayor”, apenas “serve para provocar fúria” - um ataque directo à simples presença do candidato republicano: “Chegará o momento em que Donald Trump terá que assumir a responsabilidade pelo comportamento irresponsável da sua campanha”, disse ainda Sam Licardo.

O chefe da polícia de San Jose (membro da organização latina “La Raza”) admitiu que o número de polícias destacado foi inferior ao que seria necessário. Eddie Garcia teve palavras bastantes duras para com os manifestantes, considerando o seu comportamento completamente “inaceitável” e prometendo levar à barra da Justiça o maior número possível de agressores. No entanto, teve a desfaçatez de admitir que, para a polícia, era “mais importante manter as suas linhas de formação do que pôr cobro a ataques individuais.”

Um visionamento de alguns vídeos destas lamentáveis desmonstrações de ódio e intolerância que esquerdistas e liberais têm vindo a fazer, na última meia-dúzia de comícios de Donald Trump, permite vislumbrar uma ideia predominante: a rejeição absoluta do direito de alguém pensar de forma diferente (os partidários de Trump...) imposta através de uma violência nunca vista nas eleições americanas.

Esta intolerância resulta do mesmo conjunto de princípios éticos, políticos e culturais que regem, actualmente, o sistema universitário americano e os movimentos sociais, dominados pelos chamados “snowflakes” – os delicados e frágeis “flocos de neve”, assim designados por serem jovens absolutamente incapazes de conceber, sequer, a existência de uma opinião diferente.

Na base deste sistema totalitário está a teoria do “white privilege” – o privilégio branco. Em síntese, esta teoria considera que todos os brancos são privilegiados apenas por terem a raça que têm, sendo responsáveis pela opressão e exploração das minorias, sobretudo dos negros. A redução dos privilégios brancos é o principal combate para construir uma sociedade justa, dizem os defensores desta teoria.

Como todas as teorias alucinadas, esta tem produzido alguns resultados interessantes. Na Universidade de Yale, por exemplo, um grupo de alunos exigiu que o curriculum do curso sobre “Major English Poets” fosse “descolonizado”, por ser “demasiado branco” e passasse a incluir autores femininos, de cor e transsexuais (“queer folk”). Sendo uma questão que, segundo os regulamentos da universidade, terá que ser levada a votação em órgãos próprios, a petição assinada por 160 alunos termina por avisar que considerará “anti-ético que qualquer elemento da faculdade, seja porque razão for, vote contra”...

A liberdade de expressão tem sido um dos principais alvos desta corrente maioritária no pensamento académico norte-americano. Vítimas da pressão de pequenos mas violentos grupos de minorias étnicas, muitas direcções de universidades americanas aceitaram a imposição de “free speech zones” – zonas de liberdade de expressão, onde é permitido o exercício desse direito. Acontece que, no resto dos campus universitários, os estudantes estão proibidos de exprimir quaisquer opiniões que possam ser consideradas como “micro-agressões”, ofender ou incomodar outros estudantes.

Assim se estabeleceu uma situação de censura quase total a qualquer tipo de expressão de opiniões dissidentes ou diferentes das expressadas por algumas minorias, fora de minúsculos e camuflados espaços pré-determinados. A imposição deste regime ditatorial atingirá cerca de 1/6 das universidades norte-americanas, de acordo com o insuspeito Huffington Post. O resultado deste fenómeno de rejeição absoluta de ideias diferentes é bem visível, tanto na hostilidade e violência com que os jovens anti-Trump se manifestam, como na sua recusa a qualquer debate político, limitando-se a acusações de racismo e xenofobia, sem sequer as fundamentar.

Neste universo  kafkiano, alguns casos roçam a loucura total. Um relatório da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign, concluiu que o smples facto de um negro entrar numa sala de aulas com uma maioria branca, é uma micro-agressão. Dan Joseph, um “Youtuber”, useiro e vezeiro neste tipo de encenações, deslocou-se ao campus da Universidade de George Mason, e deu início a um processo de recolha de assinaturas para banir a conhecida música de Natal “White Christmas”, por ser racista. Em uma hora, recolheu 18 assinaturas de outros tantos estudantes universitários. Uma outra recolha de assinaturas para uma petição ao Presidente Obama para parar os bombeardeamentos contra o Estado Islâmico conseguiu 13 assinaturas no mesmo espaço de tempo.

Na Universidade de Emory, surgiram várias inscrições a giz, no chão e em algumas escadas, dizendo “Trump 2016” e “Build a Wall”. Isso bastou para que os estudantes se juntassem, em manifestação, clamando que estavam a ser alvo de intimidações e violência, chegando alguns a afirmar que “temiam pela sua vida” e que o seu “safe space” (“espaço seguro) estava a ser violado. A direcção da universidade, atenta e veneranda, tratou de proporcionar acompanhamento psicológico e colocou-se ao lado dos estudantes “feridos” pelas inscrições, considerando-as um sinal de “valores (...) que colidem com os valores da Universidade de Emory.” Na Universidade de Michigan, perante idênticas inscrições, o reitor foi mais longe e considerou-as “um ataque (...) aos valores universitários de respeito, civismo e igualdade”. Os primeiros alunos que descobriram as inscrições chamaram imediatamente a polícia, por se sentirem “ameaçados” e por considerarem as inscrições como “um discurso de ódio” (“hate speech”).

Numa arena mais ampla, a das redes sociais, um espírito idêntico tem vindo a instalar-se. Em 2006, um vídeo inócuo de Michelle Malkin, uma bloguista conservadora, sobre um conjunto de personalidade perseguidas por islamitas, foi apagado pelo Youtube. Como justificação, o Youtube adiantou apenas que as condições de fornecimento de serviços implicavam que os seus clientes não publicassem nada “unlawful, obscene, defamatory, libelous, threatening, pornographic, harassing, hateful, racially or ethnically offensive, or encourages conduct that would be considered a criminal offense, give rise to civil liability, violate any law, or is otherwise inappropriate.” Uma lista que poderia bem ser substituída apenas pela última razão: “inapropriado”...

Recentemente, o Twitter criou um conselho com quatro dezenas de organizações para policiar o conteúdo da sua rede, em nome do combate ao “discurso de ódio”, uma imposição da União Europeia. A constituição desse conselho levou o The Spectator a publicar uma artigo de opinião onde classifica a iniciativa como fazendo da liberdade de expressão uma “palhaçada”.
Dando razão a esta afirmação, o responsável do Twitter para o Reino Unido, num artigo publicado no jornal inglês The Guardian, salientava o facto de a Internet ter tornado “pontos de vista desafiadores, até incómodos (...) mais visíveis” de uma forma que “nem sempre é confortável de se olhar”. O problema para o Twitter é, nas suas palavras, “assegurar que o ruído provocado por aqueles que procuram criar divisões” seja “afogado” por “vozes de esperança e respeito”.

Outro gigante da Internet, o Google, tem um historial mais complicado, com inúmeros actos de censura aparentemente aleatórios. De destacar uma cedência vergonhosa, até 2010, ao governo chinês, censurando, entre muitas coutras, referências a Tiananmen, ao Tibet e a Taiwan, no seu motor de busca. Já o Facebook ainda recentemente se viu envolvido numa polémica, quando um antigo colaborador revelou, à publicação Guizmodo, que as notícias de interesse para utilizadores politicamente conservadores eram sistematicamente suprimidas da secção “trendings”.  O Facebook negou, mas o facto de, pouco depois, ter cancelado a conta de uma jornalista sueca, Ingrid Carlqvist, depois desta ter publicado um vídeo inócuo sobre o aumento de crimes sexuais, praticados por imigrantes, na Suécia, não ajuda à sua reputação.

E que terão de comum os violentos opositores de Donald Trump que atacam os apoiantes do candidato republicano, os frágeis “snowflakes”, jovens universitários que quase desmaiam quando ouvem alguém discordar de si e a desinteressada atitude de combate aos “discursos de ódio” dos gigantes da Internet e das principais redes sociais? A mesma política de intolerância em relação a posições que fujam ao códice autorizado da Esquerda e dos liberais.

Como líder desta uniformização, surge a União Europeia que, desde Maio deste ano, aprovou um código de conduta a aplicar ao Facebook, Twitter, Youtube e Microsoft, quanto àquilo que designa por “illegal online hate speech”. Este código inclui disposições extremamente preocupantes, como a existência de “trusted reporters”, indicados pelos estados membros, para “ajudarem a promover notícias de alta qualidade”. As quatro empresas devem também contribuir para “identificar e promover contra-narrativas independentes” para combate aos “discursos de ódio”.

A legislação europeia determina que “manifestações de racismo ou xenofobia devem constituir ofensa em todos os países da UE e ser punidas com penas efectivas, proporcionais e dissuasoras.” No entanto, esta formulação colide com a jurisprudência estabelecida pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos que distingue entre conteúdos que “ofendam, choquem ou perturbem o Estado ou qualquer sector da população”, protegidos pela Liberdade de Expressão e “conteúdos que contenham genuínos e sérios incitamentos à violência e ao ódio”

Está, assim, feita a “Santa Aliança” entre empresas às quais só interessa o lucro, uma Esquerda determinada em apagar quaisquer traços de uma identidade europeia de raiz cristã e os liberais, essa corrente composta essencialmente por tolinhos sem ideologia que não seja o ódio visceral aos conservadores e à Direita.
Os primeiros sinais estão aí. Na Escócia, um homem de cerca de 40 anos foi preso, em sua casa, na localidade de Rothesay, depois de a Polícia ter recebido denúncias sobre “posts ofensivos relacionados com refugiados sírios”. Aqui ao lado, a Rede Espanhola para os Refugiados anunciou que vai processar o Arcebispo de Valência, Cardeal Antonio Canizares por este ter “criticado organizações feministas e ter falado contra a política europeia para migrantes.”

É o regresso do delito de opinião, das fogueiras inquisitoriais, da caça às bruxas, da ditadura de pensamento único. Com estas últimas decisões da União Europeia, apaga-se aquele que era o último espaço de Liberdade para 400 milhões de cidadãos - a Internet - em nome do mais sinistro "discurso de ódio" existente, o da Esquerda e dos liberais intolerantes.
  
Como dizia Manuel de Brito Camacho, político da I República: “Sempre que ouço alguém gritar, na rua, ‘Viva a Liberdade’ vou à janela para ver quem vai preso”.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O malandro do Mustafá e o "submisso" Expresso

O Expresso faz uma demonstração de apoio ao "whiteness" (termo que ainda não foi traduzido pelo Bloco de Esquerda mas pode ser referido como "racismo negro"), numa peça onde aborda o episódio do Palácio de Kebab.
"Dois vídeos divulgados na Internet revelam um nível de violência pouco comum na noite lisboeta. 
Num deles, um homem bate com um objeto de metal no rosto de um jovem deitado no chão, em resposta a agressões feitas por um grupo de quinze pessoas." O semanário esquerdisto-liberal consegue colocar duas imbecilidades no mesmo parágrafo e branquear (salvo seja...) o que aconteceu. Primeiro, quando diz que este nível de violência é pouco comum na noite lisboeta. Há muito pior, todas as noites, e qualquer polícia pode testemunhá-lo. Segundo, quando relata o episódio como tratando-se de "um homem" que "bate com um objecto de metal no rosto de um jovem deitado no chão." - uma descrição tendenciosa, que remete a acção mais violenta para Mustafá, o proprietário do Palácio de Kebab. Pode ter sido incompetência do/a jornalista. Ou pode ter sido aquela tendência para atribuir sempre à sociedade a culpa que cabe aos bandidos.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Amanda Kijera, uma mulher que mereceu ter sido violada

A jornalista e activista Amanda Kijera, norte-americana, estava no Haiti quando foi "repetidamente violada por um daqueles homens (um negro...) que ela tinha passado a maior parte da sua vida a defender. Doeu muito!" A activista pediu ao homem negro que não a violasse, argumentando com a dedicação do seu trabalho de activista em prol do Haiti, lembrando-lhe que "eram irmãos na luta comum para acabar com a opressão, mas sem resultado." Amanda Kijera descreve a sua experiência num longo texto, publicado online, onde lamenta que o violador "nem sequer tenha ligado ao facto de ela ser uma especialista académica em Malcom X. Ele limitou-se a mandar-me calar e a seguir esbofeteou-me. Derrotada, desisti de lutar a meio da noite."

Mas a seguir, Amanda Kijera entra num raciocínio complexo, apenas com o objectivo de desculpabilizar o negro que a violou e encontrar uma forma de culpar os brancos pelo que lhe aconteceu. Difícil de entender? De forma nenhuma, para quem conhece minimamente a forma tortuosa e doentia como os esquerdistas e liberais culpam os brancos de todos os males do mundo. E em duas penadas, Amanda Kirjenar arruma a sua dolorosa violação no regaço da raça branca: "Os homens negros têm todo o direito a ter a fúria que têm, como reacção à sua posição na hierarquia global, mas a sua fúria está mal dirigida (...) As mulheres não são a origem da sua repressão; as políticas opressivas e o ainda não resolvido patriarcalismo branco que ainda domina o palco global, estes sim, são a origem."

Amanda Kijera merecia ser violada por toda a assistência de um estádio de futebol, na final da Taça do Haiti. De notar ainda que, fazendo jus ao ditado que diz que quem sai aos seus não degenera, o filho de Amanda saiu não a público, mas online, em defesa da mãe. Prova também de que este tipo de sub-espécie aparentada com os seres humanos se reproduz e passa as suas características para os seus descendentes.

domingo, 24 de abril de 2016

Diário de Notícias aposta no racismo negro

Na sua edição de hoje, o Diário de Notícias faz uma chamada de primeira página e duas páginas no interior com um estudo que distorce e extrapola dados parciais para um universo geral. "Segregação 80 % dos alunos africanos são empurrados para o ensino profissional" - é o título de primeira página. Lá dentro, um artigo de primeira página tem o título "Sinais de 'racismo institucional' nas escolas portuguesas". Um estudo de Pedro Abrantes e Cristina Roldão (1), do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (um coio de esquerdistas ligado ao ISCTE) diz o jornal, "identifica sinais de 'segregação' e até 'racismo institucional' nas escolas portuguesas, tendo como alvo a população afrodescendente".

A seguir, o jornal garante que "o estudo assenta em indicadores objectivos, retirados de dados oficiais do Ministério da Educação." Dados que "não figuram nas estatísticas oficiais publicadas pela tutela" mas que os investigadores "foram autorizados a recolher  e a tratar." Lá para o final do artigo, começam a revelar-se alguns factos estranhos. O director da Associação Nacional de Directores Escolares, Manuel António Pereira, alerta para o facto de "uma boa percentagem" dos alunos que contribuiram para as estatísticas do estudo frequentarem "escolas suburbanas, onde a realidade social, económica e política é diferente do resto do país."

Trocado por miúdos, isto significará que não foi tido em conta o número de estudantes não-africanos (os chamados "portugueses autóctones", como liberais e esquerdistas costumam dizer) que, por esse país fora, optam pelo ensino profissional. Caso esses dados fossem tidos em conta, a percentagem de estudantes africanos que seguem o ensino profissional seria mais reduzida. Começa aqui a perceber-se que este estudo se baseia numa amostra estatística distorcida. Um dos autores do estudo, Pedro Abrantes, tenta atamancar as coisas, adimitindo que, para além dessa distorção, nos resultados sobre o acesso ao ensino superior "pode haver algum impacto de uma menor procura de alunos dos países de língua portuguesa." Aqui, o investigador começa por admitir que ele e a co-autora do estudo poderão ter errado, ao não ter em conta esse impacto. Mas logo a seguir defende-se, afirmando que esse impacto não chega para explicar os números. Pois. Mas se tem impacto, e se isso foi detectado, porque é que não foi tido em conta?

Nos últimos parágrafos, percebe-se que há ali gato. Primeiro, referem-se os dados estatísticos sobre o número de estudantes nacionais de países africanos de língua portuguesa - dados que figuram nas estatísticas oficiais - e Pedro Abrantes admite que "uma parte da análise foi baseada neste universo" dos estudantes estrangeiros, originários dos PALOP. Estes, dividem-se em 6.541 alunos no ensino profissional e 1.533 nos cursos gerais. Portanto, estamos perante a terceira distorção dos dados utilizados para se concluir que 80% dos estudantes africanos, em Portugal, são "empurrados" para o ensino profissional. Infelizmente, Pedro Abrantes não revela qual foi o peso deste universo no seu estudo (?), apenas admite que "uma parte da análise" foi baseada nele.

O investigador tem a amabilidade de confessar, já no final do artigo, que há um quarto aspecto que revela mais uma distorção dos dados estatísticos utilizados para uma conclusão tão violenta. Nesta análise, foram integrados também dados sobre os alunos africanos que já nasceram em Portugal "mas cujos pais são africanos" (presume-se que, com esta frase, o DN queira identificar os nascidos em África...) A seguir, uma frase espantosa, em termos de precisão estatística: "Nesse caso o universo é bastante maior (cerca do dobro) mas aí não temos um número exacto, pois o Ministério da Educação não recolhe informação sobre a nacionalidade e a naturalidade dos pais, no universo do sistema educativo e, portanto, trabalhamos com amostras." Portanto, nesta matéria, não há dados estatísticos oficiais absolutamente nenhuns, mas sabe-se que são o dobro (?) e ignora-se qual foi a sua contribuição, em termos de peso, nos resultados finais.

Nenhuma destas falhas impediu os autores do estudo (?) de chegar à conclusão que, provavelmente, mais satisfaz as suas inclinações políticas de esquerda liberal anti-branca: a escola portuguesa é racista.... Nota ainda para o habitual artigo de submissão ao racismo negro, uma reportagem na Escola Secundária Dr. Azevedo Neves, (da autoria de Pedro Miguel Neves) descrita como um paraíso (admitindo-se, no entanto, que "seria utópico pintar um cenário perfeito"). Esta escola, pelos vistos, é um exemplo que foge à média do estudo(?), uma vez que 68 % dos alunos escolhe a via profissional. Destaque para uma docente que tem afirmações claramente racistas. Ana Baltazar, professora de Design de Moda, afirma que este é o seu primeiro ano lectivo naquela escola e refere que veio de Cascais: "(...) há um choque gigante de realidades, mas prefiro mil vezes estes miúdos." A escola tem uma "maioria de alunos africanos", mas não se diz qual a percentagem. Sabe-se apenas que tem mais alunos africanos do que qualquer outra escola do país.

Em suma, um estudo discutível, pela natureza dos dados estatísticos em que se baseia, permite uma conclusão chocante. Mais chocante ainda é o facto de o jornalista autor do texto, Pedro Sousa Tavares, se limitar a engolir a papinha feita que lhe deram, sem questionar os pontos fracos do referido estudo e avançando para o título bombástico, criando mais um motivo de vitimização para a comunidade africana portuguesa.

(1) - Cristina Roldão, por mero acaso, é de origem cabo-verdiana. Num outro artigo publicado no jornal Público, esta investigadora defende a realização de estatísticas raciais, tal como acontece nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Cá para mim, parece-me a única boa ideia que pode ter saído daquela cabeça.

sábado, 23 de abril de 2016

Tayeb Habib, o ódio dos que pregam a religião da paz

Tayeb Habib é um negacionista do Holocausto. Muçulmano de origem paquistanesa, natural de Moçambique, foi o responsável por um fórum chamado Comunidade Islâmica na Web, agora desactivado, onde muitos muçulmanos "portugueses" aproveitavam para dar vazão ao seu ódio pela sociedade portuguesa, pelos "infiéis" e, acima de tudo, pelos judeus. A violência das posições tomadas chegou a tal ponto que o engº Tayeb Habib resolveu desactivar o fórum e criar um outro, aberto apenas a muçulmanos, como forma de impedir que os "kuffirs" se apercebessem da verdadeira face destes pregadores do ódio.

Para se ter uma ideia do calibre deste indivíduo que, infelizmente, goza de todos os direitos normais de uma democracia ocidental, como cidadão "português", leiam-se estas "pérolas":
"Não sei porque náo devemos ler o que os revisionistas da história nos dizem. Uma coisa é certa e posso dizer pelo que ví em Auschwitz. Os alemães por mais eficientes que fossem não conseguiriram lá matar o número dos judeus que dizem que foram mortos. Porque não era só matar mas livrar-se dos corpos. Os sérivos que o digam da guerra dos Balcãs."
"Creio que é importante que se digam as verdades históricas e não se deturpem. Os judeus foram alvo de um holocausto. Mas o número que se diz de 6 milhões cada vez mais se prova ser falso. Não é fácil fazer desaperecer um milhão de corpos quanto mais seis. Em Auscwitz era imprático matarem-se o número dos judeus que dizem ter morrido lá."

Mas o engº Tayeb Habib tem uma virtude, por incrível que pareça: em certas questões, é sincero. Por exemplo, a sua opinião em relação à Sharia, nesta troca de galhardetes com o blogue "Máquina Zero": "Os muçulmanos onde estão em maioria têm o direito de implementar a lei de Sharia, porque este é um direito inalienável dos mesmos, se a democracia tem algum significado ou se é mesmo uma fantochada."
Portanto, já sabem: no dia em que os muçulmanos forem a maioria, em Portugal, todos os não-muçulmanos apanharão em cima com a Sharia e o seu cortejo de morte, apedrejamentos e amputações, sem esquecer a relegação da mulher a um objecto sem valor.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Homossexuais suicidas


Num extenso texto de 6.700 caracteres, um grupo de imbecis que dirige um site em nome da organização "Rumos Novos - Homossexuais católicos" dedica 550 caracteres ao facto de "nos 70 países onde a homossexualidade ainda é perseguida penalmente e os 8 que a castigam com pena de morte, há uma religião que dá o principal suporte moral e doutrinal a tal repressão. Não temos mais que recordar horrorizados as execuções de pessoas homossexuais lançadas de torres e terraços pelos fundamentalistas do ISIS. Mas o problema não é só muçulmano: em países de tradição cristã, os delitos de ódio contra homossexuais são cometidos principalmente por fundamentalistas cristãos e a principal fonte de homofobia procede de núcleos cristãos."
E por aqui se ficam estes atrasados mentais destes homossexuais católicos, sem sequer identificar a religião que mata os seus companheiros como sendo o Islão e apenas referindo a palavra "muçulmano" uma única vez. O resto do texto é gasto a atacar a Igreja católica, os movimentos cristãos fundamentalistas e os extremistas católicos que, no entender destas abéculas, constituem o maior perigo de vida para os homossexuais. Como prova de que os cristãos perseguem os homossexuais de uma forma mais violenta (????) de que os muçulmanos, estes mentecaptos alegam que "dados de 365gay.com assinalam que no Reino Unido 17% dos adolescentes homossexuais sofreram ameaças de morte. Na Alemanha 66% dos jovens homossexuais menores de 27 anos foi agredido por membros da sua própria família e 27% foram vítimas de provocação dos seus professores." 
Ao que consta, em nenhum destes países houve homossexuais enforcados, como no Irão, nem atirados do alto de um edifício, como faz o ISIS. O que levará esta gentalha a ignorar a chacina que os muçulmanos fazem, entre os homossexuais? Não será, necessariamente, simples ignorância, uma vez que foram capazes de apurar que há 70 países onde a homossexualidade é crime e oito onde esse crime é punido com a pena de morte. Como é que é possível serem tão estúpidos e tão suicidas? Acham que, por terem uma atitude apaziguadora não serão atirados do alto de um prédio de três andares, algures na Mouraria, futura "zona islâmica independente"? Se acham que sim, merecem mesmo esse destino. Quem aos seus inimigos se junta, às mãos lhe morre.

Muçulmanos Assassinos entre nós...(II)

Um grupo de jovens muçulmanos, descendentes de emigrantes turcos a viver na Holanda, debate a questão dos judeus, do nazismo e da Palestina. Todos eles, sem excepção, manifestam a sua admiração por Hitler e concordam com a necessidade de exterminar todos os judeus. O Islão, de facto, é uma religião de paz...

Uma nação muçulmana dentro da nação portuguesa

Em França, milhares de muçulmanos bloqueiam as ruas, quando chega a hora das orações. A lei francesa proíbe-o, mas eles fazem-no na mesma, recorrendo até a seguranças privados. A polícia tem ordens do governo para não intervir. Esta ocupação das ruas tem um significado smbólico, de apropriação ou conquista do terreno. Quando um muçulmano reza num determinado local, está a reclamar esse local para o Islão, para Alá. Os muçulmanos "portugueses" fizeram, recentemente, o mesmo, na praça Martim Moniz. Nunca, até então, tinham revelado esta "falta de espaço" para rezarem. De repente, quando acharam que o seu número era suficiente, saíram à rua. Esta é a segunda fase da evolução das comunidades muçulmanas em países ocidentais. 
A primeira é a dissimulação, e corresponde a uma manipulação da sua religião, de forma a aparentar tratar-se de uma religião de paz, compatível com a Democracia e com os Direitos Humanos. A segunda fase é a conquista de "terreno", em todos os aspectos: físico, social, cultural e político. A terceira fase é a reclamação de um estatuto de excepção que permita aos muçulmanos estarem isentos do exercício da autoridade do Estado, permitindo-lhe construir "nações dentro de nações" - tudo isto tendo como pano de fundo a política suicida de emigração, praticada pelo governo e a explosão demográfica da comunidade islâmica, facilitada pela prática da poligamia.
Um importante conquista dos muçulmanos, em Portugal, é a construção de uma mesquita na Mouraria, já prometida pelo governo. Trata-se de uma zona propícia à edificação da primeira "no-go area", controlada por muçulmanos, em Portugal.
Prova de que esse estatuto de excepção está já em construção é o facto de Portugal ter, pelo menos, um tribunal islâmico que aplica a Sharia, a lei islâmica e que funciona na Mesquita de Lisboa, na Praça de Espanha. Sendo o Alcorão muito claro na ordem para cortar a mão aos ladrões, é caso para perguntar quantas amputações já terá o Xeque Munir, juiz do "Tribunal Islâmico de Lisboa" ordenado...

quinta-feira, 21 de abril de 2016

THE MURDERERS AMONG US



"And therefore think him as a serpent's egg / 
Which hatch'd, would, as his kind grow mischievous; / 
And kill him in the shell."
William Shakespeare

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