sábado, 23 de abril de 2016

Tayeb Habib, o ódio dos que pregam a religião da paz

Tayeb Habib é um negacionista do Holocausto. Muçulmano de origem paquistanesa, natural de Moçambique, foi o responsável por um fórum chamado Comunidade Islâmica na Web, agora desactivado, onde muitos muçulmanos "portugueses" aproveitavam para dar vazão ao seu ódio pela sociedade portuguesa, pelos "infiéis" e, acima de tudo, pelos judeus. A violência das posições tomadas chegou a tal ponto que o engº Tayeb Habib resolveu desactivar o fórum e criar um outro, aberto apenas a muçulmanos, como forma de impedir que os "kuffirs" se apercebessem da verdadeira face destes pregadores do ódio.

Para se ter uma ideia do calibre deste indivíduo que, infelizmente, goza de todos os direitos normais de uma democracia ocidental, como cidadão "português", leiam-se estas "pérolas":
"Não sei porque náo devemos ler o que os revisionistas da história nos dizem. Uma coisa é certa e posso dizer pelo que ví em Auschwitz. Os alemães por mais eficientes que fossem não conseguiriram lá matar o número dos judeus que dizem que foram mortos. Porque não era só matar mas livrar-se dos corpos. Os sérivos que o digam da guerra dos Balcãs."
"Creio que é importante que se digam as verdades históricas e não se deturpem. Os judeus foram alvo de um holocausto. Mas o número que se diz de 6 milhões cada vez mais se prova ser falso. Não é fácil fazer desaperecer um milhão de corpos quanto mais seis. Em Auscwitz era imprático matarem-se o número dos judeus que dizem ter morrido lá."

Mas o engº Tayeb Habib tem uma virtude, por incrível que pareça: em certas questões, é sincero. Por exemplo, a sua opinião em relação à Sharia, nesta troca de galhardetes com o blogue "Máquina Zero": "Os muçulmanos onde estão em maioria têm o direito de implementar a lei de Sharia, porque este é um direito inalienável dos mesmos, se a democracia tem algum significado ou se é mesmo uma fantochada."
Portanto, já sabem: no dia em que os muçulmanos forem a maioria, em Portugal, todos os não-muçulmanos apanharão em cima com a Sharia e o seu cortejo de morte, apedrejamentos e amputações, sem esquecer a relegação da mulher a um objecto sem valor.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Homossexuais suicidas


Num extenso texto de 6.700 caracteres, um grupo de imbecis que dirige um site em nome da organização "Rumos Novos - Homossexuais católicos" dedica 550 caracteres ao facto de "nos 70 países onde a homossexualidade ainda é perseguida penalmente e os 8 que a castigam com pena de morte, há uma religião que dá o principal suporte moral e doutrinal a tal repressão. Não temos mais que recordar horrorizados as execuções de pessoas homossexuais lançadas de torres e terraços pelos fundamentalistas do ISIS. Mas o problema não é só muçulmano: em países de tradição cristã, os delitos de ódio contra homossexuais são cometidos principalmente por fundamentalistas cristãos e a principal fonte de homofobia procede de núcleos cristãos."
E por aqui se ficam estes atrasados mentais destes homossexuais católicos, sem sequer identificar a religião que mata os seus companheiros como sendo o Islão e apenas referindo a palavra "muçulmano" uma única vez. O resto do texto é gasto a atacar a Igreja católica, os movimentos cristãos fundamentalistas e os extremistas católicos que, no entender destas abéculas, constituem o maior perigo de vida para os homossexuais. Como prova de que os cristãos perseguem os homossexuais de uma forma mais violenta (????) de que os muçulmanos, estes mentecaptos alegam que "dados de 365gay.com assinalam que no Reino Unido 17% dos adolescentes homossexuais sofreram ameaças de morte. Na Alemanha 66% dos jovens homossexuais menores de 27 anos foi agredido por membros da sua própria família e 27% foram vítimas de provocação dos seus professores." 
Ao que consta, em nenhum destes países houve homossexuais enforcados, como no Irão, nem atirados do alto de um edifício, como faz o ISIS. O que levará esta gentalha a ignorar a chacina que os muçulmanos fazem, entre os homossexuais? Não será, necessariamente, simples ignorância, uma vez que foram capazes de apurar que há 70 países onde a homossexualidade é crime e oito onde esse crime é punido com a pena de morte. Como é que é possível serem tão estúpidos e tão suicidas? Acham que, por terem uma atitude apaziguadora não serão atirados do alto de um prédio de três andares, algures na Mouraria, futura "zona islâmica independente"? Se acham que sim, merecem mesmo esse destino. Quem aos seus inimigos se junta, às mãos lhe morre.

Muçulmanos Assassinos entre nós...(II)

Um grupo de jovens muçulmanos, descendentes de emigrantes turcos a viver na Holanda, debate a questão dos judeus, do nazismo e da Palestina. Todos eles, sem excepção, manifestam a sua admiração por Hitler e concordam com a necessidade de exterminar todos os judeus. O Islão, de facto, é uma religião de paz...

Uma nação muçulmana dentro da nação portuguesa

Em França, milhares de muçulmanos bloqueiam as ruas, quando chega a hora das orações. A lei francesa proíbe-o, mas eles fazem-no na mesma, recorrendo até a seguranças privados. A polícia tem ordens do governo para não intervir. Esta ocupação das ruas tem um significado smbólico, de apropriação ou conquista do terreno. Quando um muçulmano reza num determinado local, está a reclamar esse local para o Islão, para Alá. Os muçulmanos "portugueses" fizeram, recentemente, o mesmo, na praça Martim Moniz. Nunca, até então, tinham revelado esta "falta de espaço" para rezarem. De repente, quando acharam que o seu número era suficiente, saíram à rua. Esta é a segunda fase da evolução das comunidades muçulmanas em países ocidentais. 
A primeira é a dissimulação, e corresponde a uma manipulação da sua religião, de forma a aparentar tratar-se de uma religião de paz, compatível com a Democracia e com os Direitos Humanos. A segunda fase é a conquista de "terreno", em todos os aspectos: físico, social, cultural e político. A terceira fase é a reclamação de um estatuto de excepção que permita aos muçulmanos estarem isentos do exercício da autoridade do Estado, permitindo-lhe construir "nações dentro de nações" - tudo isto tendo como pano de fundo a política suicida de emigração, praticada pelo governo e a explosão demográfica da comunidade islâmica, facilitada pela prática da poligamia.
Um importante conquista dos muçulmanos, em Portugal, é a construção de uma mesquita na Mouraria, já prometida pelo governo. Trata-se de uma zona propícia à edificação da primeira "no-go area", controlada por muçulmanos, em Portugal.
Prova de que esse estatuto de excepção está já em construção é o facto de Portugal ter, pelo menos, um tribunal islâmico que aplica a Sharia, a lei islâmica e que funciona na Mesquita de Lisboa, na Praça de Espanha. Sendo o Alcorão muito claro na ordem para cortar a mão aos ladrões, é caso para perguntar quantas amputações já terá o Xeque Munir, juiz do "Tribunal Islâmico de Lisboa" ordenado...

quinta-feira, 21 de abril de 2016

THE MURDERERS AMONG US



"And therefore think him as a serpent's egg / 
Which hatch'd, would, as his kind grow mischievous; / 
And kill him in the shell."
William Shakespeare

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