quarta-feira, 4 de abril de 2018
domingo, 1 de abril de 2018
Facebook suspended my page, again, for one more month. It's the third time, in the last four months
Five
days ago, I started to post again, on my Facebook page, after a
period of 30 days of suspension. Why did Facebook suspended me? Because of this:
15
minutes ago, I was informed that I was again suspended for 30 more
days. Why? Because of this:
quinta-feira, 29 de março de 2018
Fifty years ago, they were young and they were at Khe Sanh
Fifty years ago, on March 1968, at
least four North Vietnamese Army (NVA) divisions – around
40 thousand soldiers and support - besieged, during 77 days, two regiments of
US Marines, supported by some elements of the US Army, Air Force and also a
small number of South Vietnamese Army, at the base of Khe Sanh. 3,000 of those US Marines were deployed inside the
base and the other 3,000 were stationed on four nearby hilltop
positions surrounding the area, identified by numbers – the most famous and bloody being Hill 861. The fighting started “officially” on January 21st 1968 and raged until July 9th that same year, when the base was
abandoned, for lacking strategic interest.
On February 1968 NVA forces launched
the “Tet Offensive”, catching American commanders by
surprise. From a military point of view, the offensive was a failure, with
heavy casualties for the NVA forces, but had a strong influence over USA public
opinion, increasing the opposition to the war. Many experts believed the siege
of Khe Sanh was just a diversion to attract the attention of USA top commanders
and open the way for the “Tet Offensive”. Many of those of my age probably
still remember some lyrics of one of the first big hits of Bruce Springsteen, “Born Ithe USA", from 1984:
“I had a brother
at Khe Sanh / Fighting off the Viet Cong / They're still there;
he's all gone / He had a woman he loved in Saigon
/ I got a picture of him in her arms, now...”
During
the fighting at Khe Sanh, the Marines lost 205 killed and 1,600 wounded. Then a
further 97 US and 33 South Vietnamese were killed in the relief efforts. The
North Vietnamese lost as many as 15,000 casualties during the siege of Khe
Sanh.
domingo, 25 de março de 2018
Yiossuf Adamgy não é "Charlie". Sobre a morte dos 12 jornalistas franceses, lamenta mas diz que "os excessos devem ser punidos"
O semanário "Expresso" colocou, em 2015, várias questões a Yiossuf M. Adamgy, editor da revista Al-Furqán e, desde a semana passada, orgulhoso detentor da "Ordem da Liberdade", como todo e qualquer membro da Comunidade Islâmica de Lisboa (atribuída pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa), a propósito do atentado contra o "Charlie Hebdo". É necessário, no entanto, ter em conta que são muitas, profundas e até anedóticas, as limitações intelectuais e culturais deste divulgador do Islão. Entre outras coisas, é um partidário das fábulas segundo as quais meio-mundo de gente famosa (Jean Jaques-Cousteau é um exemplo) se converteram ao Islamismo.
As respostas ao Expresso foram um primor de ódio, hipocrisia e intolerância, em tudo semelhantes a outros comentários e tomadas de posição deste extremista, como aconteceu no caso do assassíbio do cineaste holandês Theo Van Gogh. Disse Adamgy, sobre o atentado contra o jornal francês, que "a maioria (dos membros da comunidade islâmica portuguesa)
condenou e condena os atentados em Paris" e que "acham (?) que nenhum dos cartoonistas 'mereceu' levar um tiro." Mas esses mesmos muçulmanos "não subscrevem a onda de solidariedade 'Je Suis Charlie", acrescenta este muçulmano natural de Moçambique.
"Na religião islâmica há um princípio sagrado que diz que o
profeta Maomé não pode ser retratado de forma alguma. Esse é um
preceito central da crença islâmica e desrespeitar isso desrespeita
todos os muçulmanos, pior ainda com ofensas (...) Poderá invocar-se que uma das defesas comuns ao estilo do 'Charlie Hebdo' é dizer que eles também criticavam católicos e judeus. Se as outras
religiões não reagem ou não reagiram à ofensa, isso é um
problema delas. Ninguém é obrigado a ser ofendido calado", argumentava esta conhecida figura da Comunidade Islâmica de Lisboa
"Os terroristas representam o que há de pior na humanidade", reconheceu então Yiossuf Adamgy. "Mas é um facto que o atentado poderia ter sido evitado", na sua opinião. Para isso, "bastava que a justiça tivesse punido a "Charlie Hebdo" no primeiro excesso. Liberdade de expressão tem limites. Que se traçasse uma linha que dissesse: 'Desse ponto, não se deve passar."
De salientar que esta figura de destaque da comunidade islâmica portuguesa tem uma ideia muto original sobre o 11 de Setembro: foi tudo uma encenação feita pelos americanos, até porque, como ele próprio escreveu, "a promoção mediática da figura de Bin Laden como um "ídolo" para as massas muçulmanas fracassou estrondosamente. A imensa maioria dos muçulmanos considera-o um agente da CIA" e, além do mais,
"cada
vez que sai um vídeo onde um sósia de Bin Laden apela à 'jihad
contra os infiéis', Bolsa em Nova Iorque sobe."
Este muçulmano português defensor da lapidação das mulheres adúlteras (1) acaba por dar com a língua nos dentes, revelando o que lhe vai realmente na alma, em relação aos 12 jornalistas assassinados nas instalações do "Charlie Hebdo": tiveram apenas o que mereciam. Por outas palavras - aquelas que ele usa ao responder ao Expresso - "os excessos devem ser punidos. Não é 'não fale'. É 'falem, mas aguentem as consequências".
Ou seja, sr. Yiossuf M. Adamgy, se falarem e depois levarem um tiro no meio dos olhos, é um tiro bem dado, certo? Como você bem disse, "falem, mas aguentem as consequências".
(1) Nota: Yiossuf M.Adamgy e o seu claro, público e notório apoio à lapidação das mulheres adúlteras, através da aplicação da Sharia, expresso numa carta enviada ao jornal "Público":
No que respeita ao caso Amina Lawal, levantado pelo sr. Luís Rodrigues, devo dizer que fui dos primeiros a responder na comunicação social, nos meados de Setembro de 2002. Sobre Amina Lawal, muçulmana, pairava acusação de adultério, sem a apresentação de quatro testemunhas oculares, que a lei da "sharia" exige. E ela parece que sempre negou ter praticado o adultério. Se assim foi (...) penso que não haverá lugar a aplicação dessa pena a Amina Laval. E digo isso tendo por base o que diz a respeito desta matéria o Alcorão: "Quanto àquela que de entre as vossas mulheres são culpadas de adultério, chamai quatro testemunhas de entre vós que deponham contra elas" (Alcorão, 4:15). De notar a forma de proteger a honra da mulher, é exigida pela "sharia" uma rigorosa evidência, ou seja, a evidência de quatro, em lugar das usuais duas testemunhas, o que é quase impossível. (...)
in Picuinhices
O presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa respeita os homosexuais...
Ou
seja, discorda da prática de os atirar de cima de um edífício com, no mínimo, 7 ou 8 andares. Já é um princípio. Pode ser que outros muçulmanos portugueses comecem a admitir essa mesma hipótese - não matar homosexuais, apenas por serem homosexuais, uma prática islâmica comum em quase todos os países de maioria muçulmana.
'Campos de concentração para homossexuais': a crescente perseguição a gays na Chechênia
Muçulmanos garantem respeitar casamento gay
A “questão muçulmana” é a “questão gay”
“Nas
sociedades europeias, os muçulmanos não são vítimas, são
agressores. Agridem sobretudo mulheres e gays, debaixo do silêncio
conivente das feministas e dos autoproclamados líderes LGBT. Em
consequência, grande parte da comunidade gay tem assumido posições
à direita, pois percebeu que a luta da esquerda contra a homofobia é
apenas tática: o politicamente correto só se interessa pela
homofobia se o agressor for branco e de preferência cristão; se o
agressor for muçulmano, o caso é silenciado.”
Chicoteados, esmagados, enforcados: os gays e o Islão
O muçulmano gay que casa homossexuais em segredo
Karim: “Tornei-me radical porque não aceitava minha homossexualidade”
Here are the 10 countries where homosexuality may be punished by death
Gay relationships are still criminalised in 72 countries, report finds
LGBT in the Middle East
“Homosexuality
remains illegal in 9 of the 17 countries making up the region; and
punishable by death in five of these.”
12 (Muslim...) Countries That Will Kill You for Being LGBT
LGBT relationships are illegal in 74 countries, research finds
“In
13 countries, being gay or bisexual is punishable by death. These
are; Sudan, Iran, Saudi Arabia, Yemen, Mauritania, Afghanistan,
Pakistan, Qatar, UAE, parts of Nigeria, parts of Somalia, parts of
Syria and parts of Iraq. In 17 countries, bans are in place to
prohibit 'propaganda' interpreted as promoting LGBT communities or
identities. These are; Algeria, Egypt, Libya, Morocco, Nigeria,
Somalia, Tunisia, Iraq, Iran, Jordan, Kuwait, Lebanon, Qatar, Saudi
Arabia, Syria, Lithuania and Russia.”
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