quinta-feira, 29 de março de 2018

Fifty years ago, they were young and they were at Khe Sanh


Fifty years ago, on March 1968, at least four North Vietnamese Army (NVA) divisions – around 40 thousand soldiers and support - besieged, during 77 days, two regiments of US Marines, supported by some elements of the US Army, Air Force and also a small number of South Vietnamese Army, at the base of Khe Sanh. 3,000 of those US Marines were deployed inside the base and the other 3,000 were stationed on four nearby hilltop positions surrounding the area, identified by numbers – the most famous and bloody being Hill 861. The fighting started “officially” on January 21st 1968 and raged until July 9th that same year, when the base was abandoned, for lacking strategic interest.
On February 1968 NVA forces launched the “Tet Offensive”, catching American commanders by surprise. From a military point of view, the offensive was a failure, with heavy casualties for the NVA forces, but had a strong influence over USA public opinion, increasing the opposition to the war. Many experts believed the siege of Khe Sanh was just a diversion to attract the attention of USA top commanders and open the way for the “Tet Offensive”. Many of those of my age probably still remember some lyrics of one of the first big hits of Bruce Springsteen, “Born Ithe USA", from 1984:
I had a brother at Khe Sanh / Fighting off the Viet Cong / They're still there; he's all gone / He had a woman he loved in Saigon / I got a picture of him in her arms, now...”
During the fighting at Khe Sanh, the Marines lost 205 killed and 1,600 wounded. Then a further 97 US and 33 South Vietnamese were killed in the relief efforts. The North Vietnamese lost as many as 15,000 casualties during the siege of Khe Sanh.

domingo, 25 de março de 2018

Yiossuf Adamgy não é "Charlie". Sobre a morte dos 12 jornalistas franceses, lamenta mas diz que "os excessos devem ser punidos"


O semanário "Expresso" colocou, em 2015, várias questões a Yiossuf M. Adamgy, editor da revista Al-Furqán e, desde a semana passada, orgulhoso detentor da "Ordem da Liberdade", como todo e qualquer membro da Comunidade Islâmica de Lisboa (atribuída pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa), a propósito do atentado contra o "Charlie Hebdo". É necessário, no entanto, ter em conta que são muitas, profundas e até anedóticas, as limitações intelectuais e culturais deste divulgador do Islão. Entre outras coisas, é um partidário das fábulas segundo as quais meio-mundo de gente famosa (Jean Jaques-Cousteau é um exemplo) se converteram ao Islamismo.

As respostas ao Expresso foram um primor de ódio, hipocrisia e intolerância, em tudo semelhantes a outros comentários e tomadas de posição deste extremista, como aconteceu no caso do assassíbio do cineaste holandês Theo Van Gogh. Disse Adamgy, sobre o atentado contra o jornal francês, que "a maioria (dos membros da comunidade islâmica portuguesa) condenou e condena os atentados em Paris" e que "acham (?) que nenhum dos cartoonistas 'mereceu' levar um tiro." Mas esses mesmos muçulmanos "não subscrevem a onda de solidariedade 'Je Suis Charlie", acrescenta este muçulmano natural de Moçambique. 

"Na religião islâmica há um princípio sagrado que diz que o profeta Maomé não pode ser retratado de forma alguma. Esse é um preceito central da crença islâmica e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos, pior ainda com ofensas (...) Poderá invocar-se que uma das defesas comuns ao estilo do 'Charlie Hebdo' é dizer que eles também criticavam católicos e judeus. Se as outras religiões não reagem ou não reagiram à ofensa, isso é um problema delas. Ninguém é obrigado a ser ofendido calado", argumentava esta conhecida figura da Comunidade Islâmica de Lisboa

"Os terroristas representam o que há de pior na humanidade", reconheceu então Yiossuf Adamgy. "Mas é um facto que o atentado poderia ter sido evitado", na sua opinião. Para isso, "bastava que a justiça tivesse punido a "Charlie Hebdo" no primeiro excesso. Liberdade de expressão tem limites. Que se traçasse uma linha que dissesse: 'Desse ponto, não se deve passar."

De salientar que esta figura de destaque da comunidade islâmica portuguesa tem uma ideia muto original sobre o 11 de Setembro: foi tudo uma encenação feita pelos americanos, até porque, como ele próprio escreveu, "a promoção mediática da figura de Bin Laden como um "ídolo" para as massas muçulmanas fracassou estrondosamente. A imensa maioria dos muçulmanos considera-o um agente da CIA" e, além do mais, "cada vez que sai um vídeo onde um sósia de Bin Laden apela à 'jihad contra os infiéis', Bolsa em Nova Iorque sobe."

Este muçulmano português defensor da lapidação das mulheres adúlteras (1) acaba por dar com a língua nos dentes, revelando o que lhe vai realmente na alma, em relação aos 12 jornalistas assassinados nas instalações do "Charlie Hebdo": tiveram apenas o que mereciam. Por outas palavras - aquelas que ele usa ao responder ao Expresso - "os excessos devem ser punidos. Não é 'não fale'. É 'falem, mas aguentem as consequências".

Ou seja, sr. Yiossuf M. Adamgy, se falarem e depois levarem um tiro no meio dos olhos, é um tiro bem dado, certo? Como você bem disse, "falem, mas aguentem as consequências". 

(1) Nota: Yiossuf M.Adamgy e o seu claro, público e notório apoio à lapidação das mulheres adúlteras, através da aplicação da Sharia, expresso numa carta enviada ao jornal "Público":
No que respeita ao caso Amina Lawal, levantado pelo sr. Luís Rodrigues, devo dizer que fui dos primeiros a responder na comunicação social, nos meados de Setembro de 2002. Sobre Amina Lawal, muçulmana, pairava acusação de adultério, sem a apresentação de quatro testemunhas oculares, que a lei da "sharia" exige. E ela parece que sempre negou ter praticado o adultério. Se assim foi (...) penso que não haverá lugar a aplicação dessa pena a Amina Laval. E digo isso tendo por base o que diz a respeito desta matéria o Alcorão: "Quanto àquela que de entre as vossas mulheres são culpadas de adultério, chamai quatro testemunhas de entre vós que deponham contra elas" (Alcorão, 4:15). De notar a forma de proteger a honra da mulher, é exigida pela "sharia" uma rigorosa evidência, ou seja, a evidência de quatro, em lugar das usuais duas testemunhas, o que é quase impossível. (...)
in Picuinhices

O presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa respeita os homosexuais...


Ou seja, discorda da prática de os atirar de cima de um edífício com, no mínimo, 7 ou 8 andares. Já é um princípio. Pode ser que outros muçulmanos portugueses comecem a admitir essa mesma hipótese - não matar homosexuais, apenas por serem homosexuais, uma prática islâmica comum em quase todos os países de maioria muçulmana.



'Campos de concentração para homossexuais': a crescente perseguição a gays na Chechênia

Muçulmanos garantem respeitar casamento gay

A “questão muçulmana” é a “questão gay”

Nas sociedades europeias, os muçulmanos não são vítimas, são agressores. Agridem sobretudo mulheres e gays, debaixo do silêncio conivente das feministas e dos autoproclamados líderes LGBT. Em consequência, grande parte da comunidade gay tem assumido posições à direita, pois percebeu que a luta da esquerda contra a homofobia é apenas tática: o politicamente correto só se interessa pela homofobia se o agressor for branco e de preferência cristão; se o agressor for muçulmano, o caso é silenciado.”

Chicoteados, esmagados, enforcados: os gays e o Islão

O muçulmano gay que casa homossexuais em segredo

Karim: “Tornei-me radical porque não aceitava minha homossexualidade”

Here are the 10 countries where homosexuality may be punished by death

Gay relationships are still criminalised in 72 countries, report finds

LGBT in the Middle East

Homosexuality remains illegal in 9 of the 17 countries making up the region; and punishable by death in five of these.”

12 (Muslim...) Countries That Will Kill You for Being LGBT

LGBT relationships are illegal in 74 countries, research finds

In 13 countries, being gay or bisexual is punishable by death. These are; Sudan, Iran, Saudi Arabia, Yemen, Mauritania, Afghanistan, Pakistan, Qatar, UAE, parts of Nigeria, parts of Somalia, parts of Syria and parts of Iraq. In 17 countries, bans are in place to prohibit 'propaganda' interpreted as promoting LGBT communities or identities. These are; Algeria, Egypt, Libya, Morocco, Nigeria, Somalia, Tunisia, Iraq, Iran, Jordan, Kuwait, Lebanon, Qatar, Saudi Arabia, Syria, Lithuania and Russia.”

domingo, 18 de março de 2018

Marcelo Rebelo de Sousa, um palhaço que conseguiu chegar a Presidente

Qando crescer, passa a usar burka, que também é um símbolo da Liberdade...
A Feira do Livro Islâmico, que se realiza todos os anos na Mesquitade Lisboa (onde pontifica o conhecido e mediático Xeque David Munir), é uma oportunidade para adquirir obras de David Duke, um ilustre neo-nazi e partidário da supremacia branca. O organizador desta feira, Yossuf Adamgy, há mais de duas décadas que publica e distribui em Portugal “obras islâmicas” (?) com o apoio da Mesquita de Lisboa, onde se realiza anualmente a tal Feira.
Para além de excertos de obras de David Duke, um ex-líder do Ku Klux Klan e anti-semita confesso, o sr Yossuf Adamgy publica, com frequência, na revista Ál-Furqan, textos da autoria de conhecidas personalidades, nomeadamente teólogos islâmicos de pendor profundamente racista e anti-semita.

Por exemplo, na edição nº 41, correspondente aos meses de Janeiro/Fevereiro de 1988, pode ler-se um artigo assinado pelo Xeque Aminuddin Mohamad, que era na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa, presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil.

Título do artigo da Al-Furqán: “Será que os judeus são dotados de humanidade?”. Uma breve passagem desse mesmo artigo: ”O judeu não possui boas qualidades; não conhece a misericórdia, nem a simpatia; odeia toda a gente que não seja judeu (…) está demonstrado que as qualidades dos judeus sãodesumanas (..)”. 
 
O artigo termina com a seguinte conclusão: “Por consequência, os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo.

Foi a esta comunidade que um político com jeitinho para palhaço – como aliás era conhecido, nos seus tempos do “Expresso”, pela mania de pregar partidas a torto e a direito – eleito, por mero acaso, Presidente da República, concedeu a Ordem da Liberdade (?).

E aproveitou a ocasião para dizer enormidades como ter tomado essa decisão por aquilo que a Comunidade Islâmica de Lisboa “representa na defesa da liberdade religiosa e da liberdade em geral”. David Duke ainda deve estar sentado no chão, a rir. 
 
Como se não chegasse, MRS ainda atirou outra “boutade”: "Os valores humanistas são por natureza os valores do Islão". Aqui está outra afirmação com a qual o xeque Aminuddin Mohamad, um notório e público admirador de Adolfo Hitler (e, se calhar, também quem o contratou para conselheiro religioso da Comunidade Islâmica de Lisboa) não deixaria de concordar...

terça-feira, 13 de março de 2018

OS NOVOS RACISTAS


 
Apoio integralmente o editorial de Octávio Ribeiro no jornal "ORecord". Como ele escreveu "Não é a raça que faz um jovem pensar e agir de forma desconexa, é a pobreza de valores. É a falta de educação integrada, que toda a escola deveria dar. Mas não dá."

As acusações de racismo vindas do "SOS Racismo" são, nomínimo, surrealistas. É preciso não esquecer que o seu presidente, Mamadou Ba, quer abolir a PSP e a GNR, criar um sistema independente de segurança para os bairros de maioria africana e alterar a bandeira e hino nacionais porque "celebram a conquista e avitória sobre os nossos antepassados (dele...)", propostascontidas num texto publicado no jornal Público, em 16 de Julho de 2016.

Aliás, o Portugal do senegalês Mamadou Ba, como ele explica nesse texto, não é o nosso Portugal colectivo e comum: "O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches (...)" O Portugal do SOSRacismo, portanto, excluiu os brancos.

Convém lembrar aqui também outra crítica ao editorial de Octávio Ribeiro,esta feita por Daniel Oliveira, no jornal Expresso. Este senhor escreveu, em 2006, também no Expresso, o seguinte, a propósito da vinda de imigrantes para Portugal:

"Bem lhes podem (aos imigrantes...) fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."

Se outras razões não houvesse - que as há, e muitas - as idiotices e as alarvidades escritas por estas duas figuras, sobre o texto de Octávio Ribeiro, chegariam para os condenar à fossa séptica da opinião pública. É lá que eles pertencem.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Como falsificar notícias - Um exemplo do jornal "Público", da autoria de Vítor Belanciano



Ocultar parte da informação é uma das técnicas utilizadas na manipulação e falsificação de notícias, através dos meios de Comunicação Social. Ao não permitir que o leitor tenha uma perspectiva global das questões que estão em causa, num dado tema, o jornalista restringe o acesso que este tem à informação. Um exemplo quase perfeito desta técnica surge na edição de hoje, dia 13 de Fevereiro de 2018, do jornal “Público”, pela pena de Vítor Belanciano.


Num texto de 4 mil caracteres, o jornalista (?) faz uma curta biografia de Kehinde Wiley, o autor do retrato oficial de Barak Obama. Kehinde Wiley é negro, também, e quem ler o texto de Vítor Belenciano não se apercebe de um pormenor fundamental da polémica que desencadeou a sua escolha para pintar o retrato de Obama – isto porque Vítor Belanciano opta por ignorar aquilo que tem sido destacado pela generalidade dos Media americanos: o pintor tem quadros onde se vê uma mulher negra com uma espada numa das mãos e a cabeça decapitada de uma mulher branca, na outra.
Mas quem ler o texto de Vítor Belanciano apenas se cruza com uma frase inócua onde se refere que “(...) detractores também não lhe faltam, existindo quem considere que a sua arte se foi tornando previsível, uma fórmula esvaziada de conteúdo.”
Sobre as cabeças decapitadas de mulheres brancas, nem uma palavra. Vítor Belanciano é um orgulhoso herdeiro e continuador dos métodos de Stalin, que mandava retocar as fotografias para fazer desaparecer dirigentes caídos em desgraça, nas muitas purgas do regime soviético.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

"Plataforma Gueto" acusa PSP de praticar um "genocídio" dos jovens africanos...

Um grupo de activistas negros acusa a PSP de querer exterminar os jovens negros que habitam nos bairros suburbanos em redor de Lisboa. Num vídeo com legendas em inglês, os membros da “Plataforma Gueto” acusam a polícia portuguesa de matar indiscriminadamente jovens negros.
 
O objectivo desta organização é “dar voz à comunidade negra em Portugal, representando todos os irmãos e irmãs oprimidos, segregados e discriminados por este sistema (…) Plataforma Gueto não representa um território ou um bairro social, mas todos aqueles elementos do povo vítimas da opressão”, refere um texto publicado no site da “Plataforma Gueto – Buala”.
A editora do site é Marta Lança, Doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH, Universidade Nova de Lisboa. 
 
O texto em inglês que acompanha o vídeo é elucidativo quanto à manipulação e distorção da realidade que este grupo de activistas pratica, de forma a acirrar o ódio entre negros e brancos, contribuindo assim para um extremar de posições entre estes dois grupos étnicos:

This video made by PLATFORMA GUETO describes the cases of murder of young black men, who have been targeted for genocide carried out by the Portuguese police since a few years now. These cases have received inadequate attention from the society and the Portuguese authorities, showing no more than contempt for our lives. These young people were criminalized at birth by a society and a country that only remember them when they hold them in prisons, or physically eliminate them. It's time to say ENOUGH to this genocide. We can not continue to live going by these events pretending not to see that Portugal has a serious problem of racism aimed particularly black men and women, and that is the legacy of colonial times. Ferguson is everywhere.”