quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Como falsificar notícias - Um exemplo do jornal "Público", da autoria de Vítor Belanciano



Ocultar parte da informação é uma das técnicas utilizadas na manipulação e falsificação de notícias, através dos meios de Comunicação Social. Ao não permitir que o leitor tenha uma perspectiva global das questões que estão em causa, num dado tema, o jornalista restringe o acesso que este tem à informação. Um exemplo quase perfeito desta técnica surge na edição de hoje, dia 13 de Fevereiro de 2018, do jornal “Público”, pela pena de Vítor Belanciano.


Num texto de 4 mil caracteres, o jornalista (?) faz uma curta biografia de Kehinde Wiley, o autor do retrato oficial de Barak Obama. Kehinde Wiley é negro, também, e quem ler o texto de Vítor Belenciano não se apercebe de um pormenor fundamental da polémica que desencadeou a sua escolha para pintar o retrato de Obama – isto porque Vítor Belanciano opta por ignorar aquilo que tem sido destacado pela generalidade dos Media americanos: o pintor tem quadros onde se vê uma mulher negra com uma espada numa das mãos e a cabeça decapitada de uma mulher branca, na outra.
Mas quem ler o texto de Vítor Belanciano apenas se cruza com uma frase inócua onde se refere que “(...) detractores também não lhe faltam, existindo quem considere que a sua arte se foi tornando previsível, uma fórmula esvaziada de conteúdo.”
Sobre as cabeças decapitadas de mulheres brancas, nem uma palavra. Vítor Belanciano é um orgulhoso herdeiro e continuador dos métodos de Stalin, que mandava retocar as fotografias para fazer desaparecer dirigentes caídos em desgraça, nas muitas purgas do regime soviético.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

"Plataforma Gueto" acusa PSP de praticar um "genocídio" dos jovens africanos...

Um grupo de activistas negros acusa a PSP de querer exterminar os jovens negros que habitam nos bairros suburbanos em redor de Lisboa. Num vídeo com legendas em inglês, os membros da “Plataforma Gueto” acusam a polícia portuguesa de matar indiscriminadamente jovens negros.
 
O objectivo desta organização é “dar voz à comunidade negra em Portugal, representando todos os irmãos e irmãs oprimidos, segregados e discriminados por este sistema (…) Plataforma Gueto não representa um território ou um bairro social, mas todos aqueles elementos do povo vítimas da opressão”, refere um texto publicado no site da “Plataforma Gueto – Buala”.
A editora do site é Marta Lança, Doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH, Universidade Nova de Lisboa. 
 
O texto em inglês que acompanha o vídeo é elucidativo quanto à manipulação e distorção da realidade que este grupo de activistas pratica, de forma a acirrar o ódio entre negros e brancos, contribuindo assim para um extremar de posições entre estes dois grupos étnicos:

This video made by PLATFORMA GUETO describes the cases of murder of young black men, who have been targeted for genocide carried out by the Portuguese police since a few years now. These cases have received inadequate attention from the society and the Portuguese authorities, showing no more than contempt for our lives. These young people were criminalized at birth by a society and a country that only remember them when they hold them in prisons, or physically eliminate them. It's time to say ENOUGH to this genocide. We can not continue to live going by these events pretending not to see that Portugal has a serious problem of racism aimed particularly black men and women, and that is the legacy of colonial times. Ferguson is everywhere.”

Navegando pelos esgotos da Europa (II)


De acordo com um estudo da organização anti-extremista Quillian, citado pelo “Daily Mail”, 84% dos violadores de jovens inglesas brancas são de origem paquistanesa. Os autores do estudo são dois paquistaneses de nacionalidade britânica. Na cidade de Londres, o presidente da câmara, muçulmano, está mais preocupado com a “Islamofobia (?)” do que com o aumento da criminalidade. Os crimes sexuais cresceram 23% e as agressões com arma branca subiram 21%, apenas para citar dois exemplos.


Na Áustria, as despesas do governo com os imigrantes que acolheu atingem 1,8 biliões de euros anuais – mais ou menos o mesmo que os gastos totais com as suas forças armadas. Cada imigrante recebe, do governo austríaco, entre 500 a 900 euros mensais. Em Hamburgo, a segunda maior cidade alemã, cerca de 98 por cento dos imigrantes estão desempregados e vivem à conta do erário público. O mesmo acontece na Áustria, onde perto de 90 % dos imigrantes dependem da segurança social. Na Suécia, cerca de 84 % das violações são cometidas por imigrantes – esta foi uma das conclusões de um estudo que abrangeu as violações registadas entre 2012 e 2017. A situação na Dinamarca é idêntica: em 2010, 51,5 dos violadores condenados em tribunal eram imigrantes.

Um blogue interessante. Infelizmente, foi desactivado em 2008


 
 

"A GUERRA DOS MCCANN" - EM LIVRO DIGITAL (E-BOOK), DISPONÍVEL A PARTIR DE 28 DE AGOSTO DE 2018

Uma análise detalhada da campanha difamatória lançada 
pelos Media britânicos contra a Polícia Judiciária e as autoridades portuguesas



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

NAVEGANDO PELOS ESGOTOS DA EUROPA (I)

Afinal, a rainha Margaret de Inglaterra era negra (e ninguém sabia disso, a não ser a BBC)


 Margaret de Anjou (à esquerda, num retrato pintado na época) foi rainha de Inglaterra em dois períodos distintos: entre 1460 e 14l1 e entre 1470 e 1471. Os seus vários retratos, datados das épocas dos seus reinados, não permitem dúvidas sobre a sua raça. A BBC, no entanto, decidiu colocar uma actriz negra, Sophie Okonedo (foto da direita), a desempenhar o papel de rainha Margaret na série "The Hollow Crown". Aguarda-se aonsiosamente pela biografia de Muhamad Ali, um documentário também da BBC, onde o papel do campeão mundial de pesos-pesados será desempenhado pelo pugilista ucraniano Vitali Klitshko.

 9 em cada 10 mulheres residentes em Bruxelas já foram vítimas de assédio sexual


De acordo com um estudo citado pela AFP, 88 por cento das mulheres belgas residentes na cidade de Bruxelas já foram vítimas de assédio sexual e metade delas afirmaram ter sido alvo de violência, por parte de indivíduos que tentavam abusar sexualmente delas. Diversos casos de violação, extremamente chocantes e envolvendo imigrantes africanos ou do Médio-Oriente, foram registados pela polícia belga, nos últimos anos. Num desses casos, cinco imigrantes iraquianos violaram uma jovem e gravaram um vídeo, distribuído entre amigos. O grande número de violações perpretadas por imigrantes africanos e muçulmanos levou vários países europeus - incluindo a Bélgica - a instituírem "cursos" especiais para imigrantes, onde estes aprendem que o simples facto de um mulher não usar véu não significa que seja uma prostituta ou que mereça ser violada.


sábado, 4 de novembro de 2017

URBAN BEACH: UMA HISTÓRIA MAL CONTADA POR JORNALISTAS POLITICAMENTE CORRECTOS


Os Media portugueses tiveram recentemente um dia em cheio - quase tão bom como quando o GNR Hugo Ernano quis deter a tiro uma carrinha de assaltantes que o tentou atropelar, quando foram mandados parar. Dentro da carrinha, o extremoso pai cigano levava o filho de 16 anos e 1,80 metros para o iniciar nas lides da profissão que ocupa parte substancial desta tão vilipendiada comunidade - assaltos e roubos das mais variadas categorias. O tiro, que era suposto ir para a roda esquerda do carro, subiu com os solavancos da viatura da GNR e acertou no jovem, que veio a falecer.

No caso da Urban Beach, vê-se em vários vídeos alguns seguranças a darem umas valentes arrochadas a uns rapazes que, aparentemente, terão chegado à discoteca por volta da 6h30, quando esta fecha às 6h00 e que, aparentemente também, estavam ali apenas a apanhar o fresco da madrugada. Uma das testemunhas agredidas, um tal Magnusson, um jovem africano, confessou à SIC que o grupo ficou ali à porta porque não sabia se haviam de entrar ou não - já a discoteca estava fechada...


"Alguns tinham dinheiro, outros não tinham" - diz o Magnusson à SIC. Nada de anormal, também. O pessoal costuma ir às discotecas, chega depois de elas estarem fechadas e não leva dinheiro para pagar a entrada. Apenas a TVI teve a coragem de colocar no ar as declarações do sr. Feliciano, também ele africano e dono de uma roulote estacionada diante da discoteca Urban Beach.


"Dono da rulote que estava em frente à discoteca Urban Beach conta que estava um grupo a "atacar" clientes, pelo que foi chamar os seguranças" - é o título da notícia da TVI. "Pedi ajuda aos seguranças porque estavam a atacar as pessoas", explica o sr. Feliciano, no decorrer da entrevista.
A TVI fez aqui jornalismo sem histeria nem a demência do politicamente correcto. Convém recordar que a Justiça portuguesa é fonte de algumas das mais imbecis situações, em matéria da dita cuja, no que toca a bandidos, polícias e cidadãos honestos. Recordemos algumas, para além dos nove anos de prisão aplicados a Hugo Ernano:
Já agora, e a talhe de foice, se algum dos lesados do Banco Espírito Santo, daqueles imigrantes que ficaram sem as poupanças de toda uma vida, devido à fraude das chamadas "acções preferenciais", planeada e perpretada pelo banco, der um tiro na nuca do Ricardo Salgado, que dirão os juízes dos tribunais portugueses? Estaremos perante um crime ou um acto de Justiça?