Um
"cheirinho" do que por ali se publicou:
domingo, 4 de fevereiro de 2018
"A GUERRA DOS MCCANN" - EM LIVRO DIGITAL (E-BOOK), DISPONÍVEL A PARTIR DE 28 DE AGOSTO DE 2018
Uma
análise detalhada da campanha difamatória lançada
pelos Media
britânicos contra a Polícia Judiciária e as autoridades
portuguesas
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
NAVEGANDO PELOS ESGOTOS DA EUROPA (I)
Afinal, a rainha Margaret de Inglaterra era negra (e ninguém sabia disso, a não ser a BBC)
Margaret de Anjou (à esquerda, num retrato pintado na época) foi rainha de Inglaterra em dois períodos distintos: entre 1460 e 14l1 e entre 1470 e 1471. Os seus vários retratos, datados das épocas dos seus reinados, não permitem dúvidas sobre a sua raça. A BBC, no entanto, decidiu colocar uma actriz negra, Sophie Okonedo (foto da direita), a desempenhar o papel de rainha Margaret na série "The Hollow Crown". Aguarda-se aonsiosamente pela biografia de Muhamad Ali, um documentário também da BBC, onde o papel do campeão mundial de pesos-pesados será desempenhado pelo pugilista ucraniano Vitali Klitshko.
De acordo com um estudo citado pela AFP, 88 por cento das mulheres belgas residentes na cidade de Bruxelas já foram vítimas de assédio sexual e metade delas afirmaram ter sido alvo de violência, por parte de indivíduos que tentavam abusar sexualmente delas. Diversos casos de violação, extremamente chocantes e envolvendo imigrantes africanos ou do Médio-Oriente, foram registados pela polícia belga, nos últimos anos. Num desses casos, cinco imigrantes iraquianos violaram uma jovem e gravaram um vídeo, distribuído entre amigos. O grande número de violações perpretadas por imigrantes africanos e muçulmanos levou vários países europeus - incluindo a Bélgica - a instituírem "cursos" especiais para imigrantes, onde estes aprendem que o simples facto de um mulher não usar véu não significa que seja uma prostituta ou que mereça ser violada.
9 em cada 10 mulheres residentes em Bruxelas já foram vítimas de assédio sexual
De acordo com um estudo citado pela AFP, 88 por cento das mulheres belgas residentes na cidade de Bruxelas já foram vítimas de assédio sexual e metade delas afirmaram ter sido alvo de violência, por parte de indivíduos que tentavam abusar sexualmente delas. Diversos casos de violação, extremamente chocantes e envolvendo imigrantes africanos ou do Médio-Oriente, foram registados pela polícia belga, nos últimos anos. Num desses casos, cinco imigrantes iraquianos violaram uma jovem e gravaram um vídeo, distribuído entre amigos. O grande número de violações perpretadas por imigrantes africanos e muçulmanos levou vários países europeus - incluindo a Bélgica - a instituírem "cursos" especiais para imigrantes, onde estes aprendem que o simples facto de um mulher não usar véu não significa que seja uma prostituta ou que mereça ser violada.
sábado, 4 de novembro de 2017
URBAN BEACH: UMA HISTÓRIA MAL CONTADA POR JORNALISTAS POLITICAMENTE CORRECTOS
Os
Media portugueses tiveram recentemente um dia em cheio - quase tão
bom como quando o GNR
Hugo Ernano quis deter a tiro uma carrinha de assaltantes que o
tentou atropelar, quando foram mandados parar. Dentro da carrinha, o
extremoso pai cigano levava o filho de 16 anos e 1,80 metros para o
iniciar nas lides da profissão que ocupa parte substancial desta
tão vilipendiada comunidade - assaltos e roubos das mais variadas
categorias. O tiro, que era suposto ir para a roda esquerda do
carro, subiu com os solavancos da viatura da GNR e acertou no jovem,
que veio a falecer.
No
caso da Urban Beach, vê-se em vários vídeos alguns seguranças a
darem umas valentes arrochadas a uns rapazes que, aparentemente, terão
chegado à discoteca por volta da 6h30, quando esta fecha às 6h00 e
que, aparentemente também, estavam ali apenas a apanhar o fresco da
madrugada. Uma das testemunhas agredidas, um tal Magnusson, um jovem
africano, confessou à SIC que o grupo ficou ali à porta porque não
sabia se haviam de entrar ou não - já a discoteca estava fechada...
"Alguns
tinham dinheiro, outros não tinham" - diz
o Magnusson à SIC. Nada de anormal, também. O pessoal costuma
ir às discotecas, chega depois de elas estarem fechadas e não leva
dinheiro para pagar a entrada. Apenas a TVI teve a coragem de colocar
no ar as declarações do sr. Feliciano, também ele africano e dono
de uma roulote estacionada diante da discoteca Urban Beach.
"Dono
da rulote que estava em frente à discoteca Urban Beach conta que
estava um grupo a "atacar" clientes, pelo que foi chamar os
seguranças" - é o título da notícia da TVI. "Pedi
ajuda aos seguranças porque estavam a atacar as pessoas",
explica o sr. Feliciano, no decorrer da entrevista.
A
TVI fez aqui jornalismo sem histeria nem a demência do politicamente
correcto. Convém recordar que a Justiça portuguesa é fonte de
algumas das mais imbecis situações, em matéria da dita cuja, no
que toca a bandidos, polícias e cidadãos honestos. Recordemos
algumas, para além dos nove
anos de prisão aplicados a Hugo Ernano:
- Empresário alvejado por ladrão pode ter que indemnizá-lo em 15 mil euros. MP diz que o homem quis "fazer justiça pelas próprias mãos" e pede punição.
Já
agora, e a talhe de foice, se algum dos lesados do Banco Espírito
Santo, daqueles imigrantes que ficaram sem as poupanças de toda uma
vida, devido
à fraude das chamadas "acções preferenciais", planeada e
perpretada pelo banco, der um tiro na nuca do Ricardo Salgado,
que dirão os juízes dos tribunais portugueses? Estaremos perante um
crime ou um acto de Justiça?
sábado, 21 de outubro de 2017
UM PERFIL DO LINKEDIN: "CAMINHO MORTE"...
Um indivíduo chamado Seong Weng Kim, ex-funcionário público da então ainda Capitania dos Portos de Macau (hoje, Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Àgua), apareceu-me ontem na minha página de sugestões de conexão, no Linkedin, com um perfil falso - o que não é permitido pelo Linkedin - contendo uma explícita ameaça de morte, dado o nome utilizado: "Caminho Morte". Para tornar a coisa mais clara, tinha registado no Linkedin o seguinte email: seongwengkim@gmail.com.
Conheço-o desde 2004 e este tipo de comportamento não seria nenhuma surpresa para mim, dados os antecedentes do nosso "relacionamento". Já que ele não fala Português, aqui fica um recadinho em Inglês: "May be you will get a great surprise, soon. Linkedin is very strict with this kind of 'fake profiles' and they always act to the so called 'full extent of law' to protect it's reputation of a professional meeting point". I already filled a complain with the managers of the site. Em Português, tudo isto se resumiria numa frase: "Pode ser que te f.....s" !!!!
Conheço-o desde 2004 e este tipo de comportamento não seria nenhuma surpresa para mim, dados os antecedentes do nosso "relacionamento". Já que ele não fala Português, aqui fica um recadinho em Inglês: "May be you will get a great surprise, soon. Linkedin is very strict with this kind of 'fake profiles' and they always act to the so called 'full extent of law' to protect it's reputation of a professional meeting point". I already filled a complain with the managers of the site. Em Português, tudo isto se resumiria numa frase: "Pode ser que te f.....s" !!!!
Os imbecis que fazem este tipo de manobras intimidatórias e ameaçadoras esquecem-se de que, na Internet, ficam sempre vestígios e rastos electrónicos, sobre a origem das comunicações, nomeadamente os endereços de IP a partir dos quais as mensagens e os contactos são enviados e feitos...
terça-feira, 8 de agosto de 2017
OS NOVOS PORTUGUESES
Pela
calada da noite e com pés de veludo, o governo de António Costa tem
vindo a introduzir alterações à Lei da Nacionalidade e à
legislação sobre estrangeiros que mais parecem ter sido ditadas
pelo sr. Mamadou Ba, da chamada Associação SOS Racismo, com a
ajuda desse português
nojento que dá pelo nome de Daniel Oliveira.
Dentro
de algumas décadas, Portugal será um país diferente, graças a
esse conjunto de políticas – um país mais parecido com a Cova da
Moura do que com Bragança.
A
partir de agora, de
acordo com o Diário de Notícias, qualquer estrangeiro que seja
apanhado com 20 quilos de cocaína ou que corte as goelas de algum
incauto cidadão, deixa de ser expulso, após cumprimento dos
habituais 10 ou 15 anos de prisão. Recompensa-se o crime com a
manutenção da autorização de residência. Já cá temos poucos deste tipo de criminosos, grande número deles proveniente dos PALOPs. Precisamos de mais, obviamente.
Acresce
que o PS pretende também conceder
automaticamente a nacionalidade portuguesa aos filhos de casais
progenitores desde que um deles resida em Portugal há mais de dois
anos. O
conhecimento da língua portuguesa deixa
de ser condição necessária para aquisição da nacionalidade,
para todos os nascidos nos PALOP.
A
cereja no topo do bolo é a ambição
de António Costa em estabelecer a livre circulação e fixação de
residência dos cidadãos dos PALOPs.
Em
2016, na cimeira da CPLP, o primeiro-ministro tentou fazer aprovar
esta proposta mas felizmente esbarrou com a recusa do Brasil, pouco
interessado em apanhar com alguns milhões de imigrantes angolanos e
moçambicanos.
Caso contrário, hoje em dia todo e qualquer cidadão natural de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial poderia fixar livremente residência, independentemente de quaisquer condições, num dos oito países que integram a CPLP.
Caso contrário, hoje em dia todo e qualquer cidadão natural de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial poderia fixar livremente residência, independentemente de quaisquer condições, num dos oito países que integram a CPLP.
Claro está que Portugal seria um destino privilegiado desse "turismo globalizante" que António Costa tanto parece apreciar.
E,
de um ponto de vista prático, estas medidas irão contribuir, a
longo prazo, para a concretização de um objectivo, hoje em dia
muito em voga entre a Esquerda norte-americana e os movimentos de
activistas negros: o extermínio da raça branca, como explica o professor de Harvard, Noel Ignatiev, num artigo publicado na revista
"Harvard Magazine":
"The
goal of abolishing the white race is on its face so desirable that
some may find it hard to believe that it could incur any opposition
other than from committed white supremacists (…) Make no mistake
about it: we intend to keep bashing the dead white males, and the
live ones, and the females too, until the social construct known as
'the white race' is destroyed—not 'deconstructed' but destroyed."
segunda-feira, 17 de abril de 2017
JOHN GALLIANO AND MICA COSTA-GRANDE, A TALE OF TWO ANTI-SEMITES
John Galliano, the acclaimed Dior
designer, was videotaped,
on 2011, in a small French restaurant, in a rant against Jews. The
designer, later, said he was drunk and asked for forgiveness. John Galliano
also said that he was an alcoholic and he did not hate Jews. The insults were
directed to a group of French and Italian tourists.
All the French and International
Media put the story on front page. Galliano lost his post at Dior and, years
after, appeared as a designer of a small Italian fashion company, Maison
Margiela. His career seems to be finished, however.
In Macau,
another anti-Semite, Mica Costa-Grande, a well know artist and photographer,
had a very different treatment, from the Media. For more than 7 years, MicaCosta-Grande has been posting, in
his Facebook page, racist and neo-Nazi comments about Jews and Blacks. However, after his dark side was revealed, in this
blog, all the Portuguese Media silenced the fact, in a strategy to
protect the racist artist.
Mica Costa-Grande even issued a
statement, claiming Holocaust was a crime. But in his good old days, he refused to admit that the Holocaust existed and wrote that
Zyklon B, the gas used for killing people in Auschwitz and other death camps,
was not lethal. The idea that Zyklon B could kill people was
a official version, imposed but controversial, he wrote, in his Facebook
page (don’t look for these posts, Mica Costa-Grande deleted all of them)
sábado, 15 de abril de 2017
O "FREQUENTADOR ASSÍDUO DA "CARAVELA" QUE NÃO CONHECIA "CARAVELA" NENHUMA
Para se avaliar bem "qualidade" e a personalidade do mesmo indivíduo, Luís Miguel Fernandes Crespo, aka Leocardo, funcionário da Conservatória do Registo Predial de Macau, colunista do jornal Hoje Macau e do boletim "A Voz", da Associação dos Macaenses, presidida por Miguel Sena Fernandes, convém ler esta descrição sobre o "desaparecimento" do café-restaurante "A Caravela".
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