sábado, 7 de janeiro de 2017

MY FACEBOOK PAGE WAS DISABLED, AFTER I PUBLISHED A STORY ABOUT A HOLOCAUST DENIER, MR. MICA COSTA-GRANDE


MR. MICA COSTA-GRANDE CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE", WILLING TO PLEASE HIS OWNERS AND WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ALLOWED TO LIVE IN THE SAME HOUSE OF THEM. MR. MICA COSTA-GRANDE ALSO WROTE SEVERAL TEXTS DENYING THE HOLOCAUST, PUBLISHED AT HIS FACEBOOK PAGE, NOW DELETED.

A MINHA CONTA NO FACEBOOK FOI CANCELADA LOGO APÓS EU PUBLICAR UM LINK PARA UMA NOTÍCIA ONDE REFERIA AFIRMAÇÕES DO NEGACIONISTA DO HOLOCAUSTO MICA COSTA-GRANDE, DIZENDO QUE MARTIN LUTHER KING ERA UM "ESCRAVO DOMÉSTICO" QUE APENAS TINHA COMO AMBIÇÃO SER AUTORIZADO A VIVER NA CASA DOS DONOS.

Logo a seguir a ter publicado, na minha página do Facebook, um link para esta notícia, a minha página foi cancelada:

Immediately after publishing a link to this story, my Facebook page was disabled:

AMILCAR CARVALHO, A PORTUGUESE HOLOCAUST DENIER LIVING IN MACAU, CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE" WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ACCEPTED BY HIS OWNER'S FAMILY 

 






LUIS CRESPO, aka LEOCARDO JÁ REDESCOBRIU O CAMINHO PARA A CARAVELA!!!!!!!!!

O Mistério da Caravela Desaparecida

 


TAYEB HABIB, LUIS CRESPO aka LEOCARDO) E AMIGOS PREPARAVAM PLANO PARA "LIQUIDAR" JORNALISTA

(Incluindo a filmagem do seu espancamento, a ter lugar no túnel pedonal por detrás do Quartel de S.Francisco, e cujo vídeo devia ser enviado para Lisboa, para permitir que o sr. Tayeb Habib e os seus amigos pudessem também "apreciar" o evento)








JORNALISTAS DE PORTUGAL COM MEDO, JORNALISTAS DE MACAU CHEIOS DE CORAGEM


Flor Pedroso diz que há jornalistas (em Portugal) com medo de participar no próximo Congresso. Não percebo porquê. Até agora, têm-se portado bem, sobretudo nestes quase dois anos que passaram sobre a alegada agressão do Xeque Munir à sua esposa.

----------

Segunda-feira
15 de Agosto de 2016


Já lá vai um ano, mais ou menos, que foi publicada a última notícia sobre a alegada agressão do xeque Munir à sua mulher. Na altura, não ouve ninguém que não referisse o facto, com imagens da senhora a sangrar do nariz. Soube-se, dias depois, que a mulher do xeque Munir tinha sido expulsa da Mesquita de Lisboa, onde residia com o marido. E a seguir, uma pesada cortina de silêncio caiu sobre o assunto. Nunca mais houve uma notícia, sequer, a dar conta da evolução do caso. Nenhum jornalista ficou curioso? Nenhum tentou saber o que aconteceu? Houve divórcio? Amigável? Litigioso? Como ficou a agressão? O que concluiu a polícia? Que houve agressão? Que Munir foi o agressor? A senhora é bipolar, como acusou o xeque Munir? Foi auto-agressão? Tentaram saber mas foram amordaçados? Mandaram-os ajoelhar e colocaram-lhes uma coleira? Fizeram-nos sentar no chão, abanar o rabo e deitar a língua de fora?"

----------------------------------------------

Escrevi isto, neste blogue, em 15 de Agosto de 2016. Nos últimos seis meses, questionei directamente 16 colegas jornalistas (meus amigos, alguns deles há mais de 20 anos…) via Internet claro, levantando as questões que levantei no texto acima citado. Um deles cortou relações comigo, logo que lhe coloquei a questão, limitando-se a dizer que já não aturava as minhas obsessões em relação aos islâmicos.

Dos restantes, a reacção dividou-se em dois tipos: num caso (e as coisas ficaram nos 50/50…), mostraram-se compreensivos para com as minhas obsessões com os muçumanos, reomendando-me, em tom paternalista, que me dedicasse a outras coisas. Porém, nenhum destes meus oito colegas sabia qual o desfecho do caso.

Dos restantes sete, a reacção foi hostil e agressiva, visando tmbém o que todos eles consideraram uma obessão da minha parte em relação a muçulmanos. E todos eles afirmaram, clara e abertamente, que não sabiam nada mais do caso, não queriam saber, nem lhes interessava, porque não era notícia.

E pronto. Percebem agora que, quando vi a entrevista da Maria Flor Pedroso, não me admirei nada? Aliás, deixo aqui uma recomendação aos meus colegas de Portugal que pretendem participar no 4º Congresso. Esqueçam esse Congresso. Não serve para nada. A melhor forma de resolver os problemas dos jornalistas de Portugal é chamar o “Liedson” da Comunicação – o Xeque David Munir!!! Um homem que vos consegue colocar uma mordaça destas e, ainda por cima, convencer de que aquilo que ele não é notícia, é MUITO BOM! De certeza que vos resolve todos os problemas que vocês têm…

Quanto aos jornalistas portugueses de Macau, já mostraram que estão à altura das expectivas, como sempre. Agora, fizeram um pacto de silêncio para proteger um simpatizante nazi, propagandista das teses negacionistas do Holocausto. Mais dia, menos dia, hão-de fazer  o mesmo para poteger outro amigo influente, mesmo que ele seja um assassino ou um pedófilo. Quem não tem medo, é assim...



LEOCARDOS, CHIFRUDOS, HIENAS E OUTROS ANIMAIS QUE TAIS, À SOLTA EM MACAU






sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

UMA EXPLICAÇÃO PARA A JORNALISTA DA TDM, SANDRA LOBO PIMENTEL, SOBRE A MILITÂNCIA ANTI-SEMITA E ANTI-HOLOCAUSTO DO MICA COSTA-GRANDE



- explicação sem desenhos, porque pode ser que, mesmo assim, resulte, uma vez que ela sabe ler e escrever. Uma explicação também para o António Mil-Homens, Carla Frias, Elói Scava e Gil Araújo, detentores, de pleno direito, de um lugar na lista de simpatizantes do nazismo e negacionistas do Holocausto, pelo apoio que dão a Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, defensor acérrimo das teorias que ilibavam os nazis de qualquer crime contra a humanidade, nomeadamente o extermínio dos Judeus através da utilização do Ziklon B nas câmaras de gás de Auschwitz, Treblinka, Birkenau e Dachau, entre outros...

O Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, escreveu o seguinte, na sua página do Facebook, sobre a utilização do gás Ziklon B, para matar judeus, nos campos de extermínio nazis (Treblinka, Auschwitz, Dachau, etc, etc) durante a II Guerra Mundial:

"A teoria de foi usado pelo III Reich, como forma de execução, embora oficialmente imposta, é cientificamente controversa (...) Está no entanto amplamente documentado o uso (..) para a desinfecção corporal de mexicanos que atravessavam a fronteira com os EUA."


Portanto, o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande afirma que o gás Ziklon B NÃO É MORTAL, uma vez que está AMPLAMENTE DOCUMENTADO (escreveu ele!) o seu uso para desinfecção de seres humanos, nos Estados Unidos. Isto significa que a AFIRMAÇÃO de que foram mortos milhões de judeus (e não judeus) nos campos de extermínio nazis, através da UTILIZAÇÃO DO ZIKLON B É FALSA. E isto leva-nos à seguinte (e inevitável) conclusão: para o Amílcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, "A TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" segundo a qual o Ziklon B foi utilizado para matar judeus nos campos de extermínio nazis É FALSA. O Ziklon B não matou judeus nos campos de extermínio, na opinião de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Portanto, não houve Holocausto? O Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande nunca disse que houve Holocausto. Sempre disse que os judeus dominam o mundo, dominam o sector bancário e a Comunicação Social e que a história de que Aristides de Sousa Mendes salvou milhares de judeus, emitindo-lhes vistos contra as ordens do governo de Lisboa, é "UM MITO".

A Sandra Lobo Pimental, alegadamente jornalista, concorda com tudo isto. Só assim se explica que ela tenha reagido desta forma, perante a simulação de horror do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande à divulgação da notícia que eu fiz sobre a sua persistente propaganda anti-semita e negacionista do Holocausto, levada a cabo há quase uma década:




A Sandra Lobo Pimentel, que é alegadamente jornalista na TDM, considera que a revelação de uma verdade indesmentível é um atropelo ao carácter de Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Tanto ela como o atropelado se esquecem de um pormenor técnico: o facto de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado os textos que "postou" na sua página do Facebook não os faz desparecer. Os textos que se publicam no Facebook NUNCA DESAPARECEM. Há várias formas de recuperar esses textos. Para além disso, o Facebook tem uma espécie de arquivo especial onde guarda tudo o que publicam os seus utilizadores, por razões de carácter legal. E esses ficheiros estão disponíveis e à ordem de qulquer tribunal.

Para exemplificar, veja-se o caso desse conhecido sociopata que dá pelo nome de Leocardo aka Luís Crespo, autor do blogue "Bairro do Oriente" e, também ele, um notório anti-semita. Antes desse blogue, o indivíduo tinha um outro, chamado "Leocardo em Macau". Ao fim de cerca de um ano, apagou completamente todos os posts e criou o "Bairro do Oriente". Acontece que, na Internet, nada se perde, nada se cria, tudo se copia e auto-copia. E com algumas horas de trabalho, ao computador, eu consegui ir buscar umas dezenas dos tais "posts" apagados. Um exemplo? Este:




O mesmo aconteceu, claro, com alguns "posts" do Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, sobre os pérfidos judeus. Embora, naturalmente, eu tivesse arquivado já os "posts" nos quais baseei a notícia, fui buscar alguns em que nem sequer tinha reparado, já depois de o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande ter apagado tudo e fechado, inclusivé, a sua página no Facebook. Exemplo? Este:


Portanto, resumindo: o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, até ao passado dia 10 de Dezembro, achava que o gás Ziklon B não podia ter sido usado, em campos de extermínio nazis, para matar milhões de judeus. Chamava a isso uma "TEORIA (...) OFICIALMENTE IMPOSTA" mas "CIENTIFICAMENTE CONTROVERSA." O facto de, durante os julgamentos de Nuremberga, ter havido centenas, talvez milhares de testemunhas que disseram o contrário - que o Ziklon B matava e matava mesmo... - não aqueceu nem arrefeceu Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Que, aliás, nunca fundamentou a sua teoria, como bom negacionista do Holocausto e anti-semita.

Depois do dia 10 de Dezembro, encontrou a luz na estrada de Damasco e veio, num texto arrebatado, lamentar o Holocausto. Não teve uma palavra em relação aos textos vergonhosos que escreveu, no passado. Não os assumiu, não os repudiou nem lhes fez qualquer referência. Cobardia, é a mais correcta forma de classificar este tipo de comportamento. Quando à Sandra Lobo Pimentel e à restante escória que saltitou logo, em lambe-"posts" e loas ao Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande, se são capazes de proteger um apoiante do extermínio de um povo, serão bem capazes de dar guarida, no futuro, a um verdadeiro assassino ou a um pedófilo. Basta que seja alguém das suas relações ou socialmente bem colocado, como o Amílcar Carvalho aka Mica Costa-Grande. Ele há gente para tudo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AMILCAR CARVALHO, PORTUGUESE HOLOCAUST DENIER LIVING IN MACAU, CALLED MARTIN LUTHER KING A "DOMESTIC SLAVE" WHO'S ONLY AMBITION WAS TO BE ACCEPTED BY HIS OWNER'S FAMILY




Amilcar Carvalho, aka Mica Costa-Grande, is a Portuguese photographer and artist, living in Macau, China. On December last year, it was revealed that Mr. Amilcar Carvalho was an active anti-Semite and Holocaust denier. In dozens of texts published on his Facebook page, Mr. Amilcar Carvalho accused the Jews of controlling the world Media and wrote that Ziklon B, the gas used in Auschwitz,Treblinka and other death camps, was inoffensive for human beings. Mr. Carvalho wrote that the "version" that Ziklon B was used to kill Jews is "controversial". 

After these revelations were made public, Portuguese journalists in Macau (around 50) decided to set up a "pact of silence" and refused to mention the story in all 7 Portuguese language, 2 English language newspapers and a radio and TV channels (government owned). Also, the Chinese Media ignored the story. 

But Mr. Amilcar Carvalho, in his quest to show how strong is the Jewish control of the world, also explains that the "nomenklatura" (aka, the Jewish lobby in USA) chose Martin Luther King Jr to lead the Civil Rights movement, instead of Malcolm X - "the real leader" -  because King could be "classified as the domestic nigger that, due to his close contact with the (slave) owner has as ambition to be accepted in the family".
According to Mr. Amilcar Carvalho, "European-American (if there is african-americans...) always preferred the domestic slave that try, desperate, to imitate the master..."