Apoio
integralmente o editorial de Octávio Ribeiro no jornal "ORecord". Como ele escreveu "Não é a raça que faz um
jovem pensar e agir de forma desconexa, é a pobreza de valores. É a
falta de educação integrada, que toda a escola deveria dar. Mas não
dá."
As acusações de racismo vindas do "SOS Racismo" são, nomínimo, surrealistas. É preciso não esquecer que o seu presidente, Mamadou Ba, quer abolir a PSP e a GNR, criar um sistema independente de segurança para os bairros de maioria africana e alterar a bandeira e hino nacionais porque "celebram a conquista e avitória sobre os nossos antepassados (dele...)", propostascontidas num texto publicado no jornal Público, em 16 de Julho de 2016.
Aliás, o Portugal do senegalês Mamadou Ba, como ele explica nesse texto, não é o nosso Portugal colectivo e comum: "O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches (...)" O Portugal do SOSRacismo, portanto, excluiu os brancos.
Convém lembrar aqui também outra crítica ao editorial de Octávio Ribeiro,esta feita por Daniel Oliveira, no jornal Expresso. Este senhor escreveu, em 2006, também no Expresso, o seguinte, a propósito da vinda de imigrantes para Portugal:
"Bem lhes podem (aos imigrantes...) fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."
Se
outras razões não houvesse - que as há, e muitas - as idiotices e
as alarvidades escritas por estas duas figuras, sobre o texto de
Octávio Ribeiro, chegariam para os condenar à fossa séptica da
opinião pública. É lá que eles pertencem.
1 comentário:
O SOS Racismo é uma vesícula ligada à extrema-esquerda e trata-se de uma organização que ao longo de toda a sua existência tem alinhado na defesa do mais radical e lunático internacionalismo que se pode imaginar.
Devo dizer que nunca ouvi falar de uma única ocasião em que o SOS Racismo se preocupou em defender uma vítima caucasiana, vítima da violência praticada por não caucasianos. Nem uma! Se eu estiver enganado, agradecia que me corrigissem, apontando-me um único exemplo e eu retiro tudo o que aqui afirmo.
Podia até apresentar inúmeros exemplos de violência praticada contra agentes da autoridade e portugueses caucasianos por não caucasianos e não conheço uma única circunstância em que o SOS Racismo tenha protestado, salvo para ainda vir muitas vezes defender os agressores nos órgãos de (des)informação social e tentar fazer destes as vítimas de uma suposta "opressão branca" que só existe é nas suas cabeças.
O objectivo oculto e não declarado do SOS Racismo é nada mais do que o de fomentar um sentimento contínuo de culpa nos portugueses caucasianos e promover a constante vitimização das comunidades não caucasianas residentes em Portugal. O politicamente correcto é a arma mais comum usada por esta organização, para tentar fazer silenciar qualquer oposição ou crítica e destruir assim as defesas psicológicas e culturais dos autóctones, em favor de povos alógenos.
No fundo, o que o SOS Racismo apregoa é uma espécie de SIDA doutrinal que foi injectada na sociedade pelas elites reinantes - a superclasse mundialista - apostadas em destruir a todo o custo qualquer vestígio da Nação dos portugueses. Para as elites levarem a cabo este nefasto objectivo, é necessário primeiro minar a moral da Nação e a sua auto-estima, por isso nada melhor do que lavar o cérebro dos autóctones desde pequeninos (de pequenino se torce o pepino...) e incutir-lhes ódio contra si próprios, contra a sua cultura e contra a sua Pátria. É neste projecto maquiavélico que o SOS Racismo participa, sendo óbvio que esta organização não passa de um mero peão controlado pelas elites reinantes, mas é um peão influente o suficiente para que mereça ser combatido e rebatido onde quer que actue.
Como ferramenta do internacionalismo fanático que é, anti-patriótica e promotora do mais vil racismo contra os portugueses caucasianos na sua própria terra, não é ilógico propôr que organizações como o SOS Racismo devam de ser pura e simplesmente ilegalizadas e assim banidas da nossa sociedade que odeiam e desejam destruir a todo o custo.
Mais aqui:
https://historiamaximus.blogspot.pt/2015/12/sos-racismo-25-anos-promover-o-racismo.html
Enviar um comentário