terça-feira, 13 de março de 2018

OS NOVOS RACISTAS


 
Apoio integralmente o editorial de Octávio Ribeiro no jornal "ORecord". Como ele escreveu "Não é a raça que faz um jovem pensar e agir de forma desconexa, é a pobreza de valores. É a falta de educação integrada, que toda a escola deveria dar. Mas não dá."

As acusações de racismo vindas do "SOS Racismo" são, nomínimo, surrealistas. É preciso não esquecer que o seu presidente, Mamadou Ba, quer abolir a PSP e a GNR, criar um sistema independente de segurança para os bairros de maioria africana e alterar a bandeira e hino nacionais porque "celebram a conquista e avitória sobre os nossos antepassados (dele...)", propostascontidas num texto publicado no jornal Público, em 16 de Julho de 2016.

Aliás, o Portugal do senegalês Mamadou Ba, como ele explica nesse texto, não é o nosso Portugal colectivo e comum: "O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches (...)" O Portugal do SOSRacismo, portanto, excluiu os brancos.

Convém lembrar aqui também outra crítica ao editorial de Octávio Ribeiro,esta feita por Daniel Oliveira, no jornal Expresso. Este senhor escreveu, em 2006, também no Expresso, o seguinte, a propósito da vinda de imigrantes para Portugal:

"Bem lhes podem (aos imigrantes...) fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país."

Se outras razões não houvesse - que as há, e muitas - as idiotices e as alarvidades escritas por estas duas figuras, sobre o texto de Octávio Ribeiro, chegariam para os condenar à fossa séptica da opinião pública. É lá que eles pertencem.

Enviar um comentário