domingo, 4 de fevereiro de 2018

"Plataforma Gueto" acusa PSP de praticar um "genocídio" dos jovens africanos...

Um grupo de activistas negros acusa a PSP de querer exterminar os jovens negros que habitam nos bairros suburbanos em redor de Lisboa. Num vídeo com legendas em inglês, os membros da “Plataforma Gueto” acusam a polícia portuguesa de matar indiscriminadamente jovens negros.
 
O objectivo desta organização é “dar voz à comunidade negra em Portugal, representando todos os irmãos e irmãs oprimidos, segregados e discriminados por este sistema (…) Plataforma Gueto não representa um território ou um bairro social, mas todos aqueles elementos do povo vítimas da opressão”, refere um texto publicado no site da “Plataforma Gueto – Buala”.
A editora do site é Marta Lança, Doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH, Universidade Nova de Lisboa. 
 
O texto em inglês que acompanha o vídeo é elucidativo quanto à manipulação e distorção da realidade que este grupo de activistas pratica, de forma a acirrar o ódio entre negros e brancos, contribuindo assim para um extremar de posições entre estes dois grupos étnicos:

This video made by PLATFORMA GUETO describes the cases of murder of young black men, who have been targeted for genocide carried out by the Portuguese police since a few years now. These cases have received inadequate attention from the society and the Portuguese authorities, showing no more than contempt for our lives. These young people were criminalized at birth by a society and a country that only remember them when they hold them in prisons, or physically eliminate them. It's time to say ENOUGH to this genocide. We can not continue to live going by these events pretending not to see that Portugal has a serious problem of racism aimed particularly black men and women, and that is the legacy of colonial times. Ferguson is everywhere.”

1 comentário:

João José Horta Nobre disse...

A culpa não é dos alógenos, como é óbvio, mas sim dos "inteligentes" que permitiram que os mesmos entrassem pelo nosso País adentro, sem qualquer tipo de controlo adequado e sem tomar as medidas necessárias, de forma a garantir que a estadia dos alógenos neste "jardim à beira-mar plantado", seria apenas temporária, regressando os mesmos às suas devidas Pátrias assim que cessassem os seus contratos de trabalho. Poderiam ter sido evitados muitos problemas sociais desta simples forma, mas como Portugal está desde 1974 a ser governado por retardados mentais, a incompetência, a demagogia barata e a irresponsabilidade pura e simples são a forma natural de se fazer política neste pobre País.

Agora aí têm o resultado bem à vista de todos. Por norma, qualquer zona habitada maioritariamente por grandes números de alógenos de origem africana, cigana ou islâmica (isto parece que até já se transformou numa verdade científica...), em pouco tempo vira paisagem terceiro-mundista e com direito a tudo aquilo que é inerente ao Terceiro Mundo: pobreza crónica, crime violento em doses desproporcionais, mutilação genital feminina, tráfico de droga, tráfico de armas e a criação de autênticas "no-go zones" como já parece ser o caso da Cova da Moura.

Mais aqui:

https://historiamaximus.blogspot.pt/2016/03/a-terceiro-mundizacao-de-portugal.html