domingo, 4 de fevereiro de 2018

Navegando pelos esgotos da Europa (II)


De acordo com um estudo da organização anti-extremista Quillian, citado pelo “Daily Mail”, 84% dos violadores de jovens inglesas brancas são de origem paquistanesa. Os autores do estudo são dois paquistaneses de nacionalidade britânica. Na cidade de Londres, o presidente da câmara, muçulmano, está mais preocupado com a “Islamofobia (?)” do que com o aumento da criminalidade. Os crimes sexuais cresceram 23% e as agressões com arma branca subiram 21%, apenas para citar dois exemplos.


Na Áustria, as despesas do governo com os imigrantes que acolheu atingem 1,8 biliões de euros anuais – mais ou menos o mesmo que os gastos totais com as suas forças armadas. Cada imigrante recebe, do governo austríaco, entre 500 a 900 euros mensais. Em Hamburgo, a segunda maior cidade alemã, cerca de 98 por cento dos imigrantes estão desempregados e vivem à conta do erário público. O mesmo acontece na Áustria, onde perto de 90 % dos imigrantes dependem da segurança social. Na Suécia, cerca de 84 % das violações são cometidas por imigrantes – esta foi uma das conclusões de um estudo que abrangeu as violações registadas entre 2012 e 2017. A situação na Dinamarca é idêntica: em 2010, 51,5 dos violadores condenados em tribunal eram imigrantes.
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