sábado, 4 de novembro de 2017

URBAN BEACH: UMA HISTÓRIA MAL CONTADA POR JORNALISTAS POLITICAMENTE CORRECTOS


Os Media portugueses tiveram recentemente um dia em cheio - quase tão bom como quando o GNR Hugo Ernano quis deter a tiro uma carrinha de assaltantes que o tentou atropelar, quando foram mandados parar. Dentro da carrinha, o extremoso pai cigano levava o filho de 16 anos e 1,80 metros para o iniciar nas lides da profissão que ocupa parte substancial desta tão vilipendiada comunidade - assaltos e roubos das mais variadas categorias. O tiro, que era suposto ir para a roda esquerda do carro, subiu com os solavancos da viatura da GNR e acertou no jovem, que veio a falecer.

No caso da Urban Beach, vê-se em vários vídeos alguns seguranças a darem umas valentes arrochadas a uns rapazes que, aparentemente, terão chegado à discoteca por volta da 6h30, quando esta fecha às 6h00 e que, aparentemente também, estavam ali apenas a apanhar o fresco da madrugada. Uma das testemunhas agredidas, um tal Magnusson, um jovem africano, confessou à SIC que o grupo ficou ali à porta porque não sabia se haviam de entrar ou não - já a discoteca estava fechada...


"Alguns tinham dinheiro, outros não tinham" - diz o Magnusson à SIC. Nada de anormal, também. O pessoal costuma ir às discotecas, chega depois de elas estarem fechadas e não leva dinheiro para pagar a entrada. Apenas a TVI teve a coragem de colocar no ar as declarações do sr. Feliciano, também ele africano e dono de uma roulote estacionada diante da discoteca Urban Beach.


"Dono da rulote que estava em frente à discoteca Urban Beach conta que estava um grupo a "atacar" clientes, pelo que foi chamar os seguranças" - é o título da notícia da TVI. "Pedi ajuda aos seguranças porque estavam a atacar as pessoas", explica o sr. Feliciano, no decorrer da entrevista.
A TVI fez aqui jornalismo sem histeria nem a demência do politicamente correcto. Convém recordar que a Justiça portuguesa é fonte de algumas das mais imbecis situações, em matéria da dita cuja, no que toca a bandidos, polícias e cidadãos honestos. Recordemos algumas, para além dos nove anos de prisão aplicados a Hugo Ernano:
Já agora, e a talhe de foice, se algum dos lesados do Banco Espírito Santo, daqueles imigrantes que ficaram sem as poupanças de toda uma vida, devido à fraude das chamadas "acções preferenciais", planeada e perpretada pelo banco, der um tiro na nuca do Ricardo Salgado, que dirão os juízes dos tribunais portugueses? Estaremos perante um crime ou um acto de Justiça?


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