Pela
calada da noite e com pés de veludo, o governo de António Costa tem
vindo a introduzir alterações à Lei da Nacionalidade e à
legislação sobre estrangeiros que mais parecem ter sido ditadas
pelo sr. Mamadou Ba, da chamada Associação SOS Racismo, com a
ajuda desse português
nojento que dá pelo nome de Daniel Oliveira.
Dentro
de algumas décadas, Portugal será um país diferente, graças a
esse conjunto de políticas – um país mais parecido com a Cova da
Moura do que com Bragança.
A
partir de agora, de
acordo com o Diário de Notícias, qualquer estrangeiro que seja
apanhado com 20 quilos de cocaína ou que corte as goelas de algum
incauto cidadão, deixa de ser expulso, após cumprimento dos
habituais 10 ou 15 anos de prisão. Recompensa-se o crime com a
manutenção da autorização de residência. Já cá temos poucos deste tipo de criminosos, grande número deles proveniente dos PALOPs. Precisamos de mais, obviamente.
Acresce
que o PS pretende também conceder
automaticamente a nacionalidade portuguesa aos filhos de casais
progenitores desde que um deles resida em Portugal há mais de dois
anos. O
conhecimento da língua portuguesa deixa
de ser condição necessária para aquisição da nacionalidade,
para todos os nascidos nos PALOP.
A
cereja no topo do bolo é a ambição
de António Costa em estabelecer a livre circulação e fixação de
residência dos cidadãos dos PALOPs.
Em
2016, na cimeira da CPLP, o primeiro-ministro tentou fazer aprovar
esta proposta mas felizmente esbarrou com a recusa do Brasil, pouco
interessado em apanhar com alguns milhões de imigrantes angolanos e
moçambicanos.
Caso contrário, hoje em dia todo e qualquer cidadão natural de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial poderia fixar livremente residência, independentemente de quaisquer condições, num dos oito países que integram a CPLP.
Caso contrário, hoje em dia todo e qualquer cidadão natural de Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Cabo-Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial poderia fixar livremente residência, independentemente de quaisquer condições, num dos oito países que integram a CPLP.
Claro está que Portugal seria um destino privilegiado desse "turismo globalizante" que António Costa tanto parece apreciar.
E,
de um ponto de vista prático, estas medidas irão contribuir, a
longo prazo, para a concretização de um objectivo, hoje em dia
muito em voga entre a Esquerda norte-americana e os movimentos de
activistas negros: o extermínio da raça branca, como explica o professor de Harvard, Noel Ignatiev, num artigo publicado na revista
"Harvard Magazine":
"The
goal of abolishing the white race is on its face so desirable that
some may find it hard to believe that it could incur any opposition
other than from committed white supremacists (…) Make no mistake
about it: we intend to keep bashing the dead white males, and the
live ones, and the females too, until the social construct known as
'the white race' is destroyed—not 'deconstructed' but destroyed."

1 comentário:
É um enorme prazer vê-lo de volta às lides blogueiras, caro Paulo Reis! Saúde!
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