sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

JORNALISTAS DE PORTUGAL COM MEDO, JORNALISTAS DE MACAU CHEIOS DE CORAGEM


Flor Pedroso diz que há jornalistas (em Portugal) com medo de participar no próximo Congresso. Não percebo porquê. Até agora, têm-se portado bem, sobretudo nestes quase dois anos que passaram sobre a alegada agressão do Xeque Munir à sua esposa.

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Segunda-feira
15 de Agosto de 2016


Já lá vai um ano, mais ou menos, que foi publicada a última notícia sobre a alegada agressão do xeque Munir à sua mulher. Na altura, não ouve ninguém que não referisse o facto, com imagens da senhora a sangrar do nariz. Soube-se, dias depois, que a mulher do xeque Munir tinha sido expulsa da Mesquita de Lisboa, onde residia com o marido. E a seguir, uma pesada cortina de silêncio caiu sobre o assunto. Nunca mais houve uma notícia, sequer, a dar conta da evolução do caso. Nenhum jornalista ficou curioso? Nenhum tentou saber o que aconteceu? Houve divórcio? Amigável? Litigioso? Como ficou a agressão? O que concluiu a polícia? Que houve agressão? Que Munir foi o agressor? A senhora é bipolar, como acusou o xeque Munir? Foi auto-agressão? Tentaram saber mas foram amordaçados? Mandaram-os ajoelhar e colocaram-lhes uma coleira? Fizeram-nos sentar no chão, abanar o rabo e deitar a língua de fora?"

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Escrevi isto, neste blogue, em 15 de Agosto de 2016. Nos últimos seis meses, questionei directamente 16 colegas jornalistas (meus amigos, alguns deles há mais de 20 anos…) via Internet claro, levantando as questões que levantei no texto acima citado. Um deles cortou relações comigo, logo que lhe coloquei a questão, limitando-se a dizer que já não aturava as minhas obsessões em relação aos islâmicos.

Dos restantes, a reacção dividou-se em dois tipos: num caso (e as coisas ficaram nos 50/50…), mostraram-se compreensivos para com as minhas obsessões com os muçumanos, reomendando-me, em tom paternalista, que me dedicasse a outras coisas. Porém, nenhum destes meus oito colegas sabia qual o desfecho do caso.

Dos restantes sete, a reacção foi hostil e agressiva, visando tmbém o que todos eles consideraram uma obessão da minha parte em relação a muçulmanos. E todos eles afirmaram, clara e abertamente, que não sabiam nada mais do caso, não queriam saber, nem lhes interessava, porque não era notícia.

E pronto. Percebem agora que, quando vi a entrevista da Maria Flor Pedroso, não me admirei nada? Aliás, deixo aqui uma recomendação aos meus colegas de Portugal que pretendem participar no 4º Congresso. Esqueçam esse Congresso. Não serve para nada. A melhor forma de resolver os problemas dos jornalistas de Portugal é chamar o “Liedson” da Comunicação – o Xeque David Munir!!! Um homem que vos consegue colocar uma mordaça destas e, ainda por cima, convencer de que aquilo que ele não é notícia, é MUITO BOM! De certeza que vos resolve todos os problemas que vocês têm…

Quanto aos jornalistas portugueses de Macau, já mostraram que estão à altura das expectivas, como sempre. Agora, fizeram um pacto de silêncio para proteger um simpatizante nazi, propagandista das teses negacionistas do Holocausto. Mais dia, menos dia, hão-de fazer  o mesmo para poteger outro amigo influente, mesmo que ele seja um assassino ou um pedófilo. Quem não tem medo, é assim...



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