quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Porque expulsei um negacionista do Holocausto das minhas páginas do Facebook e decidi esclarecer melhor quem é que ali pode comentar (1)

“Americans are so enamored of equality, they would rather 
be equal in slavery than unequal in freedom"
Alexis de Tocqueville

Na minha página pessoal e na página "Portuguese for Trump" (da qual sou o fundador e único administrador) não se discute nem se debate com ou entre Nazis, Neo-Nazis, Negacionistas do Holocausto, Negacionistas do Genocídio Arménio, Anti-Semitas, Hammerskins, Skinheads, Pedófilos, Supremacistas Brancos, Supremacistas Negros, Supremacistas Hispânicos, Supremacistas Cor-de-Rosa (e Supremacistas de todas as restantes cores do catálogo da Pantone...) membros do Black Lives Matter, membros do La Raza, da Nation of Islam, dos Black Panthers, dos New Black Panthers e da Ku Klux Klan (e, claro, também não se discute com deficientes mentais)

Não se discute nem se debate com ou entre  Muçulmanos Extremistas (embora até hoje não tenha encontrado um único Muçulmano moderado...) com membros do MEChA ("Movimiento Estudiantil Chicano de Aztlan"), do Aztlán, do MALDEF ("Mexican American Legal Defense and Educational Fund") - grupos extremistas de cidadãos Americanos (?) de origem mexicana que advogam a "reconquista" da Califórnia, Arizona, Nevada, Novo México e de partes do Colorado e do Texas, para resconstruir a "grande nação mexicana de há séculos atrás". Isto tudo é gente com quem não se conversa e a quem apenas se combate. Com todos eles, não há diálogo. Não se pode coexistir nem conversar com quem nos quer liquidar ou destruir. Sou cristão, mas não dou a outra face. Nessa matéria, prefiro o "olho por olho, dente por dente" do Velho Testamento. Ensinei isso aos meus dois filhos (que já são ambos adultos, crescidos e criados) e mostrei-lhes que não há almoços grátis e que "Outside it's a jungle" - na vida, ou matas ou morres, ou vences ou és derrotado. Expliquei-lhes também que nunca devem abrir ou aceitar uma guerra que não seja essencial para a sua própia sobrevivência - uma lição que me foi transmitida pelo meu grande amigo Miguel Lemos, já falecido.

Mas também lhes disse para aplicarem, em tudo, na vida, um princípio que o meu falecido pai, me inculcou e que concentra em si toda a as normas e regras éticas, morais e sociais da civilização judaico-cristã: "Não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti". Graças a Deus - porque isso é coisa que ou nasce com as pessoas, ou não se encontra - os meus dois filhos nunca morrerão nem de parto nem de medo. A nenhum deles será feita "a cova com merda", o que acontece àqueles que "morrem de medo", como diz um ditado popular português, muito citado na aldeia onde nasceu o meu pai. Tal como em casa própria, quanto a páginas de Facebook, cada um manda na sua. Ninguém vai ensinar aos outros como devem governar a respectiva casa, sob risco de serem corridos à pedrada e ao pontapé. À lista de gente com quem não se deve discutir (mas estes não se combatem, porque não se justifica, devido a razões de vária ordem) devem juntar-se ainda os Bêbedos, os Vegans e os Supremacistas Animais (caso das pessoas que valorizam mais a vida de um cão, gato, boi, cabra ou galinha, do que a vida de um ser humano, seja em que situação for).

Aos Bêbedos, posso admitir que se lhes dê bons conselhos e Guronsans, caso estejamos especialmente bem dispostos e pacientes, durante algum encontro casual. Na minha página pessoal e no grupo "Portuguese for Trump", defendem-se valores muito claros e simples, como os atrás detalhados e que se podem sintetizar numa única frase: "Liberdade para todos, menos para os inimigos da Liberdade". Repito, mais uma vez: "Não se pode coexistir nem conversar com aqueles que nos querem liquidar". Nesses casos, ou se mata ou se morre. Cito aqui a única coisa inteligente que ouvi dizer ao Presidente da República Jorge Sampaio, falando de Portugal e dos Portugueses: "É preciso que aquilo que nos une seja mais do que aquilo que nos separa". Daí que eu nunca possa olhar para um muçulmano, mesmo que ele seja titular de documentos de identificação emitidos pelo Estado português, como alguém que esteja ao meu lado, sem hesitações, na defesa da Constituição da República Portuguesa, da Carta Universal dos Direitos do Homem (coisa que os muçulmanos destestam ao ponto de terem criado a sua própria "Declaração IslâmicaUniversal dos Direitos Humanos" - um título que é uma imbecilidade, porque "Islâmica" e "Direitos Humanos" são incompatíveis) e do Código Penal Português, se antes ele não declarar publicamente que rejeita as Suras do Corão que apelam à violência, à morte dos infiéis e ao espancamento das mulheres e sem rejeitar, também e totalmente, a Sharia, a Lei Islâmica - um conjunto de "princípios" (?) cujo único lugar aceitável é o cano de esgoto da História da Humanidade. 

Para ser justo, tenho que salientar que Jorge Sampaio, enquanto Presidente, fez outra coisa com que concordo: foi extremamente pressionado para condecorar essa caricata figurinha do Tenente-General de Engenharia, Rocha Vieira, com a mais alta condecoração do Estado português, a Ordem Militar da Torre e Espada, mas recusou. De facto, seria cuspir em heróis como João Bacar Djaló, capitão comando, morto em combate na Guiné, Almeida Bruno, Marcelino da Mata, Lobato Faria que, julgo eu, estão ainda vivos, mais essa lenda da Guerra Colonial, Alpoim Calvão, recentemente falecido. E seria também cuspir nas dezenas de Portugueses condecorados com esta Ordem Militar da Torre e Espada, entre 1963 e 1973, a maior parte dos quais caíram em combate.

Uma nota especial, em relação ao grupo "Portuguese for Trump". A intenção inicial era fazer deste grupo um ponto de encontro, discussão, apoio e promoção apenas da candidatura de Donald Trump. Vencida esta primeira batalha, outros combates se vislumbram, no horizonte. A França será o próximo e, provavelmente, teremos a Holanda, a seguir. Este grupo vai continuar, porque uma parte importante destas batalhas na guerra de defesa da civilização ocidental (2) trava-se hoje na Internet. A violentíssima e estalinística reacção à eleicão de Donald Trump, nos Estados Unidos, mostrou que a serpente não perdeu o veneno. Antes pelo contrário, tenta agora morder mais acima do que os calcanhares.

Já fui menos optimista do que sou hoje. Imagino, num futuro próximo, o Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde se sentam cinco membros permanentes com poder de veto das decisões daquele órgão, designados pelos seguintes países: EUA, Rússia, China, Inglaterra e França. Estarão lá em breve, embora representados por interpostas pessoas, Donald Trump, Vladimir Putin, Xi Jinping, Theresa May e Marine Le Pen. Pensando nisto, assim de repente, o mundo parece-me muito mais seguro.

(1) "Why did I blocked a Holocaust negacionist at my Facebook pages" and "Disclaimer for my personal Facebook page and for the Facebook group "Portuguese for Trump" - being translated to English, to be published soon.


(2) Sobre esta matéria, recomenda-se a leitura da obra de Jean Raspail, "Le Champs des Saints" (versão inglesa "The Camp of The Saints"; o título da versão portuguesa era foleiro à brava: “Mortos, todos nós – 200 milhões”). Li este livro em 1974, um ano depois de ter sido publicado, ainda eu estava en Angola. Em 2011, a obra regressou à lista de best-sellers, em França.

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