quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Fernanda Câncio, uma potencial assassina estalinista

A ex-namorada de José Sócrates faz parte das fileiras daquele tipo de gente que sonha com o Gulag, admira os campos de concentração e adorava viver nos tempos da Inquisição. Lendo o que ela aqui escreve, corre-me um arrepio pela espinha abaixo. Fosse a Fernanda Câncio alguém com mais poder do que é, teríamos programas especiais para examinar as crenças de professores evangélicos, psicólogos católicos e médicos testemunhas de Jeová.
A Fernanda Câncio é um nojo tão grande, tão grande que, neste seu texto, desanca em católicos, evangélicos, Testemunhas de Jeová mas, vergonhosamente, quando chega a vez dos muçulmanos, faz de conta que não existem:
"Como se não houvesse ainda países, e não assim tão poucos (mais de 70), em que a homossexualidade é crime e 10 onde a pena prevista é a morte; como se essa criminalização da homossexualidade não estivesse, sempre, ligada a ditames religiosos." - Perceberam?
Fazem ideia de quais são estes 70 países em que a homossexualidade é crime e estes 10 (são 12, por acaso) onde é punida com pena de morte? A Fernanda Câncio não o diz, porque são todos países muçulmanos. E um dos objectivos de vida e de jornalismo da Fernanda Câncio é branquear, camuflar e desculpar os crimes do Islão, para quesa seita possa crescer e aumentar o seu poder em Portugal. Será que gente como a Fernanda Câncio merece ser titular dos direitos que uma sociedade democrática concede aos seus cidadãos, dada a persistência com que ela tenta destruir esses direitos? O que dizer de uma jornalista (?) que é totalmente contra a "a defesa desmiolada da "liberdade de expressão"?

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