segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A Xaninha Foi à Festa no Harlem

A Democracia é um bom sistema, excepto quando o nosso lado perde. Nesse caso, classificamos os eleitores adversários como racistas, xenófobos, islamófobos, colocamos-lhes o rótulo de atrasados mentais e vamos militar pra o Bloco de Esquerda, à espera da oportunidade para instalarmos uma ditadura.
A Xaninha, a.k.a. Alexandra Lucas Coelho, que opina no Público, mais a etérea Fernanda Câncio, que faz o mesmo no Diario de Notícias, são ambas inteligentes e escrevem bem. Ainda por cima, são dois belos pedaços de mulher (só escrevo isto para lhes permitir que me chamem misógino e machista, como elas tanto gostam). Sã duas "opinion-makers" a quem nunca preciso de dizer, mentalmente, "make my day!" Elas fazem-no sempre e nunca me desiludem.

Porém, a Xaninha tem um terrível mau-perder. Quem não a conheça até pode pensar que ela se dá mal com a Democracia. Mas não, a Xaninha até gostaria de ampliar os limites da Democracia norte-americana e permitir "que todos aqueles norte-americanos do México" pudessem ir às urnas, nos EUA, para tirar do seu alcance, de vez, aquele lixo chamado Trump.

A Xaninha tem, às vezes dúvidas sobre a Democracia. As eleições presidenciais nos EUA aprofundaram essas dúvidas e essa descrença, porque existe Trump, explica a Xaninha. Quem acredita na Democracia, diz ela, admite lutar para a melhorar. Quem nao acredita, espera que ela impluda. E - há sempre uma terceira via - pode ser que a guerrilha volte, em força, devido ao naufrágio da Democracia. Limpinho, limpinho, é a Xaninha achar que o melhor é "passarmos já à guerrilha", se o Trump chegar à Casa Branca.

Um aspecto tranquilizador das eleições presidenciais americanas, par a Xaninha, é o facto de Trump e Hillary não serem "ambos maus porque Trump é indescritivelmente pior", escreve a cronista do Público, normalmente de serviço à Palestina. O que a Xaninha escreve sobre as presidenciais nos EUA deve ser lido com atenção. Ela tem traquejo de jornalista e profunda experiência de presidenciais norte--americanas:

"Em 2008 não apenas torci por Obama na corrida para a nomeação Democrata, em que Hillary era a rival, como depois tirei uma semana de férias para festejar no Harlem a vitória dele", escreve a Xaninha.

Caramba! Aquilo é que deve ter sido uma festa do c...........!!

2 comentários:

  1. A parte mais assustadora é que a Xaninha é uma das serpentes menos venenosas que infestam o Al-Público. O demagogo esquerdalhista Rui Tavares, por exemplo, consegue ser ainda pior. Um verdadeiro lixo de jornal!

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  2. E esperar o qu~e dessas duas? São da trilha barulhenta do vaquedo infodível e das putas aborteiras.

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