domingo, 31 de julho de 2016

O triunfo final do terrorismo islâmico

O contra-ataque do Islamismo, perante a reacção do Ocidente ao terrorismo, desenvolveu-se em duas etapas. Na primeira, criou-se o conceito de Islamofobia, como instrumento para impedir toda e qualquer crítica ao Islão. Com a colaboração activa da Esquerda, dos Liberais e de franjais marginais da sociedade, extremamente agressivas, como as organizações LGTB e os movimentos racistas negros, generalizou-se a utilização desse conceito para silenciar não só as críticas ao Islão como também qualquer conclusão que apontasse para uma ligação entre Islamismo e terrorismo.

A segunda fase, com os mesmos intervenientes, teve início há pouco menos de uma semana e, para já, concentra-se na Europa. Fernanda Câncio, uma jornalista atenta e veneranda a todas as causas de Esquerda, Liberais ou LGTB, resumiu bem os objectivos desta campanha de destruição da Liberdade de Imprensa e de Expressão na sua coluna de opinião no Diário de Notícias: "Ontem, vários media franceses anunciaram que vão deixar de mostrar a cara dos perpetradores de ataques de terror e, até, deixar de publicar os seus nomes. A ideia, sustentam, é evitar a "glorificação póstuma" e não "colocar as vítimas e algozes no mesmo plano". E, digo eu, tentar impedir o efeito contaminação/mimetismo."

Fernanda Câncio alinha, obviamente, com os objectivos desta segunda campanha de contra-ataque do Islamismo (o que não é novidade): "Perguntemos, então: é interesse público incrementar a histeria, fazer o favor ao Daesh de propalar o seu nome e o seu poder, fornecendo-lhe "mártires" e "soldados" antes mesmo de este os reivindicar como seus?" Claro que não, garante a (de vez em quando...) perspicaz jornalista: "Diria que não; que o interesse público é não deixar que o terror nos consuma, que demagogos, cavalgando o medo e prometendo muros e apartheids, nos levem a querer pôr em causa o essencial: democracia, liberdade, igualdade, Estado de direito.


O último argumento desta jornalista, (mais conhecida por ter sido namorada de José Sócrates) no seu afã de ver aplicadas as directivas traçadas pelo Islamismo, é bem elucidativo do preço que ela aceita que a sociedade ocidental pague, como penhor para aplacar os terroristas islâmicos: "Interesse público não é gritar fogo num teatro cheio." Pois não. Para Fernanda Câncio, interesse público é dar uma mãozinha aos terroristas islâmicos, ajudando-os a fechar as portas do teatro, de forma a garantir que todos os espectadores acabem carbonizados. Fernanda Câncio esqueceu-se de explicar se as mesmas medidas que alucinadamente defende, em relação aos terroristas islâmicos, também deveriam ser aplicadas aos terroristas de extrema-direita. Mas isso, percebe-se. Favores, só aos amigos.

domingo, 24 de julho de 2016

The Munich Killer: A Most Wanted Conclusion

The Munich killer, Ali Daud (a.k.a. David) Sonboly, had "an 'obvious' link" with the fifth anniversary of Breivik's massacre, said Hubertus Andrae, Munich police chief. No other evidence was mentioned, apart the fact that the Munich killings took place 5 years after the Breivik's massacre. Ali Daud Sonboly had also a image of Breivik in his WhatsApp account, according to former non-identified classmates, quoted by German newspapers. No image of his profile in WhatsApp was seen, in the Media. These details were the most mentioned in all mainstream Media, with the obvious conclusion: Ali Daud was not a islamic terrorist but a deranged young man, with an obsession by mass killings and inspired by a extreme-right assassin - a most wanted conclusion for all leftists and Islam-lovers.

Some question need answers. A Glock 17 is one the most powerful and efficient guns, used by many law-enforcement agencies, all over the world. Germany has the most stringent and draconian laws about gun ownership, in all the world. It makes guns and ammunition very, but very expensive, in the black market. How did Ali Daud Sonboly, a young student, son of a modest taxi driver, got money to buy a Glock 17 and 300 bullets? How did he got contacts in the black market, in order to purchase such a gun, the kind of deal that black market operators only do with "trustable" people?

Ali Daud Sonboly was born in Munich but has been living there only since the last two years. Where was he, before? Was he alone or with his family? 
Ali Daud Sonboly shot 36 persons (9 died, 26 were injured), while walking through the corridors of the Olympic mall. Anyone with experience of firearms knows how difficult it is to shoot while moving and the amount of training hours needed to be able to master that ability. Where did Ali Daud Sonboly acquired that capacity?
Why did German police referred that the he"has been identified 'within the framework of Interpol"?

domingo, 17 de julho de 2016

Movimento negro quer abolir a PSP e a GNR

Um grupo que se auto-identifica como "portugueses e imigrantes não-brancos residentes em Portugal" subscreve hoje um documento, no jornal Público, onde afirma estar disposto a "todos os combates que for necessário travar", usando "todos os meios" ao seu alcance, incluindo "um combate sem tréguas", a fim de extirpar o "racismo branco da sociedade portuguesa".

Começando por referir a recente conquista do Campeonato Europeu de Futebol, os subscritores do comunicado reivindicam "orgulhosamente os triunfos de atletas" com os quais se identificam: "O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches, de William Carvalho, de Éder, de Nani e de Ricardo Quaresma - filhos e netos de criadas, empregadas de limpeza, trabalhadores da construção civil."

No entanto, os triunfos desportivos de "tantos portugueses não-brancos está a ser posto ao serviço da reprodução de narrativas mitológicas, descrevendo um país multicultural e não racista, que não existe e nunca existiu (...)", recuperando um passado "glorioso dos Descobrimentos" que é classificado apenas como uma "pilhagem colonial e de redução dos nossos povos à indignidade da escravidão".

Os subscritores do documento acusam Portugal de ser um país "cujo currículum educativo deprecia a população não-branca" e que "pratica o terrorismo de Estado (...) nos bairros periféricos de Lisboa (...) onde se conccentram as populações não-brancas" e onde a polícia "se comporta como um exército ocupante levando a cabo, com total impunidade, execuções extra-judiciais". Portugal é, ainda, "um país cujo hino e bandeira celebram a conquista e a vitória sobre os nossos antepassados" (sic).

Para "passar da celebração a um combate sem tréguas, por um país que ofereça a todos os seus habitantes real igualdade de oportunidades", João Delgado, Kitty Furtado, Mamadou Ba e Sadiq S. Habbib exigem, entre outras coisas:

- o fim do direito de exclusividade para os brancos, na saúde, na função pública, nos órgãos de comunicação social, escolas e universidades;

- o fim imediato das operações do Corpo de Intervenção Rápida "nos nossos bairros" (sic);

- a "abolição total da PSP e da GNR e sua substituição por mecanismos de garantia da segurança colectiva, baseados nas comunidades";

- "uma comissão de inquérito independente aos assassinatos perpetrados pela polícia";

- "a exclusão de conteúdos racialmente discriminatórios dos manuais escolares e do Plano Nacional de Leitura";

- "o direito à nacionalidade e cidadania plena" para todos os nascidos em Portugal e "para todos os habitantes no território nacional que a requeiram";

- "o direito ao voto para todos os residentes em Portugal";

O grupo de subscritores deste texto, intitulado "Da celebração ao combate", termina com uma promessa: a fim de alcançar os seus objectivos, "estamos aqui para todos os combates que for necessário travar (...) usando todos os meios ao nosso alcance. Ainda não conquistámos nada".